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DÍARÍO SIMO 10 C T S ILUSTRA NOVENO NUMERO iPÓ. A Ñ O V I G E- F U N D A D O E L i D E J U N I O D E 1905 P O R D. T O R C U A T O L U C A D E T E N A AB DIARIO DO. ILUSTRA- A Ñ O VI G E- SIMONOVENO 10 C T S N U M E R O DE COLOFÓN UN DEBATE No hagas a tu prójimo... LA FLOR D E LA DIPLOMACIA E s l a señorita Salaverría l a primera mujer española que i n gresa en el Cuerpo diplomático. S e a s o m a l a h i j a del e s c r i t o r a l a a c t u a l i d a d- -i n q u i e t o perfil c u y a formación y c u y a s ideas n o son s e g u r a m e n t e l a s m í a s e n aquello que a l n e r v i o español se r e f i e r e- i r r u m p i e n d o c o n ella, p o r p r i m e r a v e z e n l a D i p l o m a c i a l a m u j e r de E s p a ñ a h u m a n a figura de l o s salones y las c h a n c i h e r í a s s i n o t r a m i s i ó n h a s t a a h o r a que l a de a l e g r a r c o n s u p r e s e n c i a las fiestas de l a sociedad i n t e r n a c i o n a l de l a política. M e r e c í a esta j o v e n y t r i u n f a n t e opositora l a atención debida y aun Ja c u r i o s i d a d debida también. A t e n c i ó n a l sesgo i n t e l e c t u a l de su v i d a c u r i o s i d a d a que p r o f e s e en l a D i p l o m a c i a l a h i j a de- u n g r a n e s c r i t o r q u e es el esrcritor menos diplomático. del mundo. Guardo por José María Salaverría una alta y sincera consideración personal e i n telectual. L e creo, a d e m á s t o d o lo c o n t r a r i o de l o que p a r e c e o sea que le c r e o u n espír i t u p r o p i c i o a l a t e r n u r a u n a fina s e n s i b i l i d a d t e m b l o r o s a m e n t e h u m a n a y en u n a p a l a b r a u n d e l i c a d o A r m a d o c o n u n a especie de c a p a r a z ó n de h o s q u e d a d p e r d i d o su r o s t r o de cabeza de bastón, en u n bosque d e pelos, el b i g o t e n i e t z s c h a n o l a v o z opaca, l a s o r d e r a y esa especie de p r e d i s p o s i c i ó n n a t u r a l a las f o r m a s corteses, p e r o c a s i a g r e s i v a s S a l a v e r r í a h a t e n i d o m u c h o del h u r ó n del n o v e n t a y ocho. J a m á s t u v o a n a d i e c o n tento. F u é el d i s i d e n t e enconado de s u gen e r a c i ó n y u n c a v e r n í c o l a p a r a las gentes de i z q u i e r d a s y u n l i b e r a l o i d e p a r a los de derechas. ¡Retrató a las gentes de su t i e m p o c o n t a n a g r i o s c o l o r e s empleando u n a m a t e r i a p i c t ó r i c a t a n c r u d a que las gentes de su t i e m p o se r e v o l v i e r o n i n d i g n a d a s H o m bre l l e n o de p i c o s José M a r í a S a l a v e r r í a es, en fin, ese e s c r i t o r que d e s t r o z a el, p á r r a f o en que se le c i t a c o n l a c o n s o n a n c i a de su nombre y su apellido. DE MARTES CARNAVAL D e n u e s t r o s c o m e n t a r i o s a l debate susc i t a d o p o r l o s f u s i l a m i e n t o s de C a s a s V i e jas, el m e n o s a v i s a d o lector h a b r á d e d u c i d o l a r e p u g n a n c i a c o n que c o n s i d e r á b a m o s l a p o s i b i l i d a d de que el G o b i e r n o- -q u e tantas otras c u l p a s d e b i e r a p a g a r c o n ta d i m i s i ó n- -l l e g a s e a caer b a j o l a a c u s a c i ó n de s a n g u i n a r i o N o s d e s a g r a d a b a l a repetición de a q u e l t u r b i o p r o c e d i m i e n t o de que se v a l í a n las o p o s i c i o n e s en el v i e j o r é g i m e n c u a n d o c o r r í a n a r e c o g e r l a s a n g r e de c u a l q u i e r h o m b r e l a m e n t a b l e m e n t e m u e r t o en u n a r e v u e l t a p a r a bañar c o n e l l a l a figura de u n político que, esta es l a v e r d a d 110 ten í a m u c h a s veces t a n t a c u l p a de l o o c u r r i d o c o m o l a que p u d i e r a a c h a c á r s e l e a l G o b i e r n o a c t u a l en los sucesos del puebíeci lo gaditano. P e r o antes de que l a c u e s t i ó n se e n f r í e q u e r e m o s destacar l a c o n d u c t a de c i e r t o s per i ó d i c o s que a h o r a se e n c a r a b a n c o n los acusadores, haciendo asquitos, m e l i n d r o s a m e n t e asustados, de q u e a l g u i e n se a p r o v e c h a s e de l a t r i s t e m u e r t e de unos o b r e r o s p a r a p r o c u r a r q u e el G o b i e r n o resbalase sobre l a s a n g r e v e r t i d a Con. dengues y asp a v i e n t o s g r a c i o s a m e n t e fingidos, se e s f o r z a b a n en s e p a r a r aquellos c a d á v e r e s de l a p r o x i m i d a d de los m i n i s t r o s Y a n o s o t r o s- -q u e hemos hecho lo m i s m o sinceramente y con espontaneidad- -nos parecería m u y b i e n s i n o h u b i e s e n s i d o esos m i s m o s d i a r i o s los que antes q u e r í a n echar a l c u e l l o de otros g o b e r n a n t e s u n l a z o f o r m a d o c o n i n t e s t i n o s de v í c t i m a s L o s m i s m o s d i a r i o s q u e c a l i f i c a r o n de a s e s i n a t o l a a p l i c a c i ó n s i m p l e y s i n saña del C ó d i g o en a l g u n a s otras g r a v e s o c a s i o n e s L o s m i s i n o s d i a r i o s que q u i s i e r o n h a c e r d e l e p i s o d i o de S a n C a r l o s a f u e r z a de m a l a l i t e r a t u r a a l g o c o m p a r a b l e a l a n o c h e de S a n B a r t o l o m é ¿N o f u é e l C a r n a v a l festejo s u c i o y soez, c o m o de m u c h e d u m b r e s i n f r e n o y de mayoría instintiva? -N o sé s i tanto c o m o a h o r a 1. -S í tanto. 1 Y 1 m á s c u a n t o m á s n o s a l e j e m o s p o r q u e s u o r i g e n es de s a r c a s m o y, desorden. N u n c a p u d o ser de o t r o m o d o a u n que a l g u n a v e z se l o g r a r a d i s f r a z a r l e c o n g a las de arte. N o d i s c u t o que e n a l g u n a o c a s i ó n se le v i s t i e r a m e j o r p e r o n u n c a p u d o d i s i m u l a r s u e s p í r i t u g r o s e r o L o que acontece es que antes t ú eras e l C a r n a v a l f o r m a b a s p a r t e del C a r n a v a l y a h o r a ves p a s a r e l C a r n a v a l S i a l g u n a v e z te has e m b o r r a c h a d o h a b r á s d i s f r u t a d o de l a i n c o h e r e n c i a s i n p a r de l a borrachera y v i v i d o unas horas deliciosas fuera del régimen social. S i has visto p a sar u n b o r r a c h o y a n o te h a b r á p a r e c i d o t a n d e l i c i o s a l a b o r r a c h e r a N o es l o m i s mo lanzarse a l C a r n a v a l que asomarse a l C a r n a v a l E s t o y de a c u e r d o e n que h o y el C a r n a v a l n o tiene aquella necesidad e x p a n s i v a de otras é p o c a s e n las que- el d i s f r a z y l a c a r e t a e r a n p r e c i s a s a l p u d o r H o y se a! revé l a gente a cometer s i n c a r e t a actos que h a c í a n i n d i s p e n s a b l e el d i s f r a z Q u e h a v a r i a d o l a s e n s i b i l i d a d y e l c o n c e p t o de m u chas cosas, t a m b i é n es tesis que acepto. E n el o r d e n e s p e c t a c u l a r ahí están esas r e v i s tas c e n t e n a r i a s donde l a g r o s e r í a se s u b r a y a c o n l a c o m p l a c e n c i a de las s e ñ o r a s de l a s a l a s e ñ o r a s que antes a l b o r o t a b a n ante el a n u n c i o de La Corte de Faraón, o b r a m u c h m á s i n g e n i o s a y d i s i m u l a d a que las q u e a h o r a las complace. E n lo político, r e c u e r d o m i n i s t r o s que d i m i t í a n l a c a r t e r a p o r b a t i r se d e s p u é s d é u n debate. H o y Y a ves... ¡A q u e l l o s C a r n a v a l e s! ¡Aquellos bailes del R e a l -L o s m i s m o s de a h o r a E n t o n c e s i b a s c o n u n a ilusión que a h o r a te f a l t a T e l l e v a b a u n a f á n de a v e n t u r a que n u n c a saciabas. L a p e r v e r s a i n t e n c i ó n de todas aquellas C a d a m u j e r te p a r e c í a que e l l a h a b í a de c a m p a ñ a s se está p a g a n d o a h o r a E s p r o ser. Ibas, v e n í a s danzabas, buscabas... y te b a b l e que, a pesar de q u e el G o b i e r n o esa m a n e c í a en este t r a j í n en este v e n t u r o s o q u i v ó el p e l i g r o en las C o r t e s le r e c u e r d e n t r a j í n que n a d a h a y t a n g r a t o c o m o e s p e r a r m u c h a s veces l o s c a d á v e r e s d e C a s a s V i e L a j u v e n t u d es e s o esperar, i r d e t r á s de j a s Y c u a n d o los h o m b r e s que h o y s o n m i a l g o que n u n c a se a l c a n z a A l c a n z a r poseer, n i s t r o s d e j e n sus c a r g o s t a m b i é n h a b r á t r a e y a u n a r e f l e x i ó n que e m p i e z a a a l e j a r Y este e r i z o bondadoso h a i d o m i m a n d o q u i e n evoque el d e s v e n t u r a d o e p i s o d i o l i la juventud. g á n d o l o a su a c c i ó n g u b e r n a t i v a P a r a en su casa, c e r c a de los l i b r o s amados, a l- ¡A q u e l l a s m u j e r e s de a q u e l b a i l e de c o m b a t i r n o s por pasión política c l a m a costado de l a t i e r n a i n t i m i d a d esa flor de l a Bellas A r t e s! r á n ellos. S í p e r o l a m i s m a r a z ó n i n s p i r a b a D i p l o m a c i a que es l a p r i m e r a española que- -A q u é l l a s no i r á n y a P e r o i r á n o t r a s a l o s que t a c h a b a n de a s e s i n o s a aquellos E l C a r n a v a l de a h o r a n o somos t ú y y o n i nos da t a l p r e t e x t o diplomático de h a b l a r o t r o s h o m b r e s Y l a v e r d a d entonces c o m o aquellas m u j e r e s E s a l g o de después. N o de los S a l a v e r r í a E s c o n m o v e d o r que el a h o r a es que en las a l t u r a s del m a n d o no q u e r r á s d e c i r que se h a n a c a b a d o las m u j e a g r i o oso h o r m i g u e r o de las m o n t a ñ a s v a s se c o m p l a c í a n en l a c r u e l d a d L a E s p a ñ a de res. P r e c i s a m e n t e c u l t i v a n m á s l a b e l l e z a y n u e s t r o t i e m p o 110 conoció, p o r f o r t u n a g o conas m i m a r a esa, p r o l o n g a c i ó n s u y a ésa l a- e x h i b e n m á s Tú... n o i r á s p e r o v a n o t r o s b e r n a n t e s crueles. P a d e c i ó h o m b r e s torpes. h i j a que eS; c o m o el final, de u n p á r r a f o d e h o m b r e s don a q u e l l a ilusión qué t ú ibas, c o n A n t e s n o tenían c a p a c i d a d A h o r a t a m p o c o m a c i z a y v a r o n i l p r o s a donde a b e s c r i t o r en- t o d a l a v i d a e n los ojos y en los l a b i o s b u s poseen l a que los p r o b l e m a s del país necet e r i z o menos diplomático del m u n d o se le cando l a a v e n t u r a de l a o f r e n d a Y c o m o t ú s i t a n y así se les e m b a r u l l a todo entre las escapa u n s u s p i r o de p u l i d o a f á n de c e r e m o- se c a n s a r á n b ü s c r n d b Y así h a s t a u n a manos. que l l e g a s i n a d v e r t i r l o e s e d í a que, c a n s a nía. P r o d u c e el m i s m o efecto que v e r en el Y esto es l o que h a y que d e c i r y p o r esto do de buscar o de poseer, e m p i e z a a l i o g u s h o m b r e e n d u r e c i d o de a m o r e s t r i u n f a l e s ¡hay que c e n s u r a r l o s D e todo lo que h a o c u tar lo que s i e m p r e g u s t ó y se v u e l v e a t r á s y llorar, junto a una sombra inconmovible, r r i d o en este debate, confiemos en q u T quese d i c e ¡a q u e l l o! Y l a v i d a que. no p a r a t e d e c o m a lección p r o v e c h o s a l a que h a n como u n chiquillo. e m p u i a suavemente y te d i c e sigue, a c a b a r e c i b i d o esos periódicos, h o y m i n i s t e r i a l e s ¡G r a n S a l a v e r r í a! C ó m o se c u m p l e u n a N o estoy c o n f o r m e a l e x p e r i m e n t a r en cabeza p r o p i a l a i n m e- C u á n t o s años t i e n e s? vez más, la gran verdad del erizo cuidando r e c i d a y desagradable impresión de u n a d u -C i n c u e n t a de las rosas... c h a fie s a n g r e ¡Ya... C É S A R G O N Z A L E Z- R í ü A N O W. FERNANDEZ- FLOREZ G. C Q R R O C H A N Ó
 // Cambio Nodo4-Sevilla