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moa p a r a siempre a l a leyenda b i z a r r a del P e r ú H e r n á n C o r t é s e n M é j i c o q u e m a sus naves. E n l a I s l a d e l G a l l o F r a n c i s c o P i z a r r o c o m i e n z a c o n trece h o m b r e s a e s c r i b i r e l poema s a n g r i e n t o y a s o m b r o s o de l a C o n q u i s t a J u a n de O r e l l a i i a se i n t e r n a sólo p o r l a s selvas t r a s a n d i n a s y e x p l o r a el A m a i zonas. L l e g a a l C u z c o D i e g o de A l m a g r o conquista Chile, y en Centroamérica B e r nal Díaz del Castillo, a u n tiempo mismo, a b r e l a t r o c h a d e u n c a m i n o g l o r i o s o y esc r i b e l a s p á g i n a s m o r t a l e s de sus relatos. N o se i g n o r a u n solo n o m b r e d e estos c o n quistadores. E l h e c h o p i n t o r e s c o u h e r o i c o h a quedado indeleblemente g r a b a d o e n e l r e c u e r d o estupefacto de l o s a m e r i c a n o s Pero, ¿y los misioneros? C o n l o s h o m b r e s de l a espada v i n i e r o n los h o m b r e s de l a c r u z V i n i e r o n c l a r o está, c o n todas l a s i n t o l e r a n c i a s h i j a s d e l a época. E s así c o m o se condena a m u e r t e a A t a h u a l p a p o r haber b l a s f e m a d o d e C r i s t o y haber a r r o j a d o los E v a n g e l i o s a l suelo. E l i n d i o e m p e r a d o r n o había oído j a m á s n a t u r a l m e n t e n o t i c i a a l g u n a sobre e v a n g e l i o s o C r i s t o P e r o a l l a d o de estas i n t o l e r a n c i a s a l l a d o de l a s crueldades s i n cuento, está l a obra colonizadora, l a obra divinamente h u m a n a de l o s silenciosos f r a i l e s m i s i o n e r o s que, a l cabo de trescientos a ñ o s i n c o r p o r a r o n a l a c i v i l i z a c i ó n a todo u n m u n d o E l d o m i n i c o L a s Casas, l u e g o de establec i d o e l d o m i n i o español, m a n t i e n e p a r a l o s i n d i o s l a condición de v a s a l l o s l i b r e s de l a M o n a r q u í a E s t a concepción dio a l a c o l o n i z a c i ó n española l a n o t a ética, e l m a t i z h u m a n o q u e l a hace d i s t i n t a de tedas l a s otras c o l o n i z a c i o n e s I n g l a t e r r a en e l s i g l o x V i r y otras naciones e n e l s i g l o x i x s i g u e u n a línea económica, q u e dio p o r r e sultado, e n s u c o l o n i z a c i ó n l a e x t i n c i ó n t o t a l d e l elemento indígena. O p o r l o m e nos, l a anulación de su c a t e g o r í a h u m a n a E s p a ñ a e n c a m b i o sintió e l deber y l a m i sión d e p r o t e g e r a los i n d í g e n a s l e g i s l a n d o p o r sus m i s i o n e r o s c o n u n sentido h u m a n o sobre ellos. Y esta concepción c r i s t i a n o s o c i a l se m a n t i e n e v i v a en l o s c o n t i n u a d o res de L a s Casas, de V i t o r i a y de S o t o en e l p a d r e A g i a y en e l p a d r e A v e n d a ñ o e l a u t o r de Thcsaurus Indicus, y continúa hasta e l f r a i l e V i l l a l y a 1 L o s dolores de a q u e l l a m u l t i t u d s i l e n c i o sa de i n d i o s f u e r o n c a l m a d o s p o r l a s m a nos de esos f r a i l e s y tres siglos después B o l í v a r se enardece de a d m i r a c i ó n ante l a o b r a de L a s Casas e i n s p i r a s u l e g i s l a c i ó n sobre l o s i n d i o s e n a q u e l l a que a l M o n a r c a español dictó l a p i e d a d d e l h u m i l d e- f r a i le m i s i o n e r o Q u i e n dio u n i d a d a A m é r i c a (u n i d a d que h a s t a a h o r a n o se h a r o t o a pesar de l a s a l t e r n a t i v a s q u e está sufriendo) fueron aquellos m i s i o n e r o s E l l o s c r e a r o n el v í n c u l o e s p i r i t u a l m á s fuerte q u e todos l o s v í n c u los. E n l o s E s t a d o s U n i d o s de N o r t e a m é r i c a n o q u e d a n pieles r o j a s s i n o p a r a l a s e x h i b i c i o n e s de l o s c i r c o s E n n u e s t r a A m é r i c a h i s p a n a u n a m u l t i t u d de i n d i o s que los gobernantes posteriores n o h a n sabido d a r c a t e g o r í a h u m a n a n i condición c i v i l esperan t o d a v í a c o n l a fe o b s c u r a de l o s r e s i g n a d o s e l m o m e n t o de i n c o r p o r a r s e a l a v i d a A esa v i d a que les d i e r o n l o s f r a n ciscanos, l o s d o m i n i c o s l o s j e s u í t a s l o s m e r c e d a r i o s E s t o s f u e r o n l o s educadores. F u e r o n en v e r d a d los q u e h i c i e r o n l a c o n quista. Y a h o r a lector, ¿p o r q u é e s c r i b o y o todo e s t o? N a d a m á s que p a r a r e c o r d a r que e l c a t o l i c i s m o dio a E s p a ñ a aquellas c o l o n i a s de fábula, y que el c a t o l i c i s m o a pesar de todo, a E s p a ñ a l a s m a n t i e n e u n i d a s N a d a más. JÓSE D I E Z- C A N S E C O lugares de m a y o r encono e n l a discusión. L a seña G a b r i e l a m a d r e de l o s Galios, e r a entusiasta f r e n é t i c a de Joselito, cosa m u y natural, disfrutando lo indecible cuando oía l a s alabanzas q u e sus p a r t i d a r i o s le t r i b u t a b a n c i r c u n s t a n c i a que a p r o v e c h a r o n m á s de c u a t r o despiertos. U n gitano revejuelo y largo como u n a s o g a apodado Lombriz, se p l a n t a b a todos l o s lunes c o n tres churumbeles terciaditos en l a p u e r t a d e l hotel que Joselito tenía en l a A l a m e d a de H é r c u l e s n o cesando de l l a m a r y g r i t a r h a s t a q u e l o recibía l a seña Gabriela. ¿H a v i s t o osté c ó m o h a estao er n i ñ o en V a l e n s i a? -S í H e resibío t e l e g r a m a disiéndome que s a dao l a c o s a b i e n -B i e n n o M e j o r entoavía. C r e o que h a s í o l a fin der m u n d o E s e n i ñ o es m u c h o niño, G a b r i e l a e m i a r m a y n o v a a p a r a r j a s t a q u e e n t i e r r e a l otro. -N o creas t ú Lombrís, que eso es t a n f á s i l p o r q u e J u a n i l l o e n l o suyo, es e l amo. -i N o d i g a osté e s o! Joselito es l a eseusia der t o r e o m e t í a e n u n f r a s c o y e l o t r o es una carreta e suerte, q u e a n d a p o r l o s rueos g r a s i a s a q u e l o s t o r o s s o n m u g ü e nos. ¡S i n o de q u é! Y a v e o s t é anoche m e s m o desía u n señorito, que sabe de t o r o s u n rato largo, que Calderón v a en l a cuad r i l l a de B e l m o n t e p a l l e v a r l o a l a e n f e r m e r í a en u n a espuerta antes d e que se desarme. ¡N o h a y que rebajar a J u a n! M i José dise que B e l m o n t e t o r e a c o m o l o s á n g e l e s ¡A y seña G a b r i e l a e mi a r m a! S i Joselito se j u e r a a l a s C a l i f o r n i a s c o m o se v a n o t r o s m e j u e g o ésta (señalando l a cabeza) a que l o v e í a m o s g o r v e r c u a r q u i e r día de E m p e r a o r l e g í t i m o subió e n u n c a ballo blanco. -A o t r a cosa, Lombrís. ¿C ó m o está l a Tóbala? -C o m o siempre. Y a sabe osté que tiene m e d i a estoca e n l a c r u s y está s i d o b l a u n o dobla. -H o m b r e n o D i o s q u e d r á T o m a estas dos pesetas p a q u e se r e m e d i e u n poco y estas tres p e r r a s g o r d a s p a l o s c h u r u m beles. -M u c h a salú y m u c h a s c o r r í a s seña G a briela. L a escena d e adulación, l a s l i m o s n a s y l o s buenos deseos se repetían todos l o s l u nes. P e r o l l e g ó u n o e n que l a m a d r e de Joselito estaba de m a l talante y n o se dio a v e r m a r c h á n d o s e Lombriz c o n sus g i t a uillos, m u y contrariado. V o l v i ó el lunes siguiente y tampoco l o q u e r í a n r e c i b i r p e r o Lombriz armó tal j a l e o e n l a p u e r t a que l a seña G a b r i e l a salió e n f u r e c i d a d i c i e n d o l e ¡L a r g o de a q u í! ¿Q u é t a s c r e í o t ú Lombrís? -Seña Gabriela... ¿qué bicho l a p i cao? -Ninguno. ¿Entonces por qué... -P o r q u e estoy j ártica de s u f r i r g o r r o nes c o m o t ú -Está b i e n ¡e s a g r a e s í a! (c o n m a r c a d a intención) N i ñ o s t i r a r p a T r i a n a (C o m p r e n d i e n d o l a indirecta. V e t e donde quieras. N o había c a m i n a d o d i e z pasos, cuando v o l v i é n d o s e Lombriz c o n sus h i j o s g r i t ó c o n ellos e s t e n t ó r e a m e n t e ¡i ¡V i v a -V e t e c o n él, ¡t i n o s o! -S í que m e i r é c o n el amo del toreo. ¿Y sabe osté l o que deseo? ¿Qué? -Q u e le s a l g a a s u s h i j o s p o r l a puerta der t o r i l u n M i u r a i n j e r t o e n s o r r o ¿P a qué, g r a n u j a? -P a que n o deje u n g a l l o v i v o N o sé s i l a cosa será v e r d a d pero es i n negable que h a p o d i d o suceder, y a que l a e r a t i t u d está m á s escasa q u e e l p l a t i n o CAMBIOS NATURALES N o hace a ú n m u c h o s años que e l g r a n a m b o de t o r e r o s o í e í z í o- B e l m o n t e l l e v a r o n el toreo a s u p e r i o d o c u l m i n a n t e d i v i d i e n d o a l a afición e n d o s g r a n d e s bandos. L o s g a l l i s t a s se pasaban l a v i d a h a b l a n d o de l a s bellezas d e l toreo de s u m a t a d o r q u e e r a n l a e l e g a n c i a el c o m p l e t o c o n o c i m i e n t o de l a s reses, el d o m i n i o sobre e l t o r o e n todas l a s suertes y t e r r e n o s l a seg u r i d a d e n l o s quites, l a fineza e n e l t o r e o de m u l e t a y l a absoluta t r a n q u i l i d a d e n l a suerte d e b a n d e r i l l a s L o s b e l m o n t i s t a s se h a c í a n lenguas del v a l o r t e m e r a r i o de J u a n de s u i n i m i t a b l e toreo de c a p a que c o s t ó l a v i d a a v a r i o s i m i t a d o r e s de sus ceñidos molinetes, d e sus medias v e r ó n i c a s echándose el tora a la espalda, y de sus escalof r i a n t e s faenas c o n e l t r a p o r o j o L a e n c a n t a d o r a S e v i l l a q u e vio n a c e r a estos f e n ó m e n o s h e r v í a m a t e r i a l m e n t e e n d i s c u s i o n e s l o s d o m i n g o s p o r l a noche, c u a n d o y a se habían r e c i b i d o n o t i c i a s a c e r c a de las c o r r i d a s e n que l o s citados m a t a d o r e s t o m a r o n parte, siendo l a P u e r t a de l a C a r ne, T r i a n a l a calle S i e r p e s l a A l a m e d a de H é r c u l e s l a M a c a r e n a y l a C a m p a n a l o s L a educación m i s i o n e r a es, a s í el m á s bello y fecundo capítulo de l a o b r a de l a c o n q u i s t a N o se trató, c o n u n s i m p l e c r i t e r i o u n i l a t e r a l de enseñar a l o s i n d i o s sólo l a r e l i g i ó n c r i s t i a n a S e les i n s t r u y ó e n a r tes y e n oficios d e n t r o de l a técnica de l a época. Y allí está e l t e s t i m o n i o i r r e c u s a b l e de l o s p r o p i o s interesados e n e l folleto e d i t a d o e n L i m a en 1812 c o n los d i s c u r s o s p r o n u n c i a d o s e n l a s C o r t e s de C á d i z f a v o rables a l voto d e l o s m e s t i z o s E l l o s m i s m o s d i c e n que n o h a y u n a s o l a a u l a d e l a t i n i d a d y r e t ó r i c a e n que n o se enseñe indistintamente a los niños y plebeyos, sin exceptiur a los indios, castas y morenos. H a y también v a r i o s c o l e g i o s y U n i v e r s i dades p o n t i f i c i a s pertenecientes a l a s O r d e nes r e l i g i o s a s e n l o s que se enseña l a filosofía y l a t e o l o g í a a l o s j ó v e n e s d e toda clase, color y nacimiento. L o s Cuerpos rel i g i o s o s de ésta c i u d a d n o s h a n p r e s e r v a d o de l a i g n o r a n c i a a q u e estábamos c o n d e n a dos p o r l a f a l s a política d e l s i g l o P e r o esto es e l r e s u l t a d o de u n a l a b o r de t r e s c i e n t o s años, y que n o tiene, desde l u e g o l a g r a n d e z a h e r o i c a de l o s p r i m e r o s m o m e n t o s D e aquellos m o m e n t o s en que l o s f r a i l e s s i n t e r n a n en l a s t i e r r a s v í r g e n e s e n esas selvas, que s o n infiernos v e r d e s d e l O r i n o c o d e l A m a z o n a s del Mississipí. E l p r o f e s o r S h e p h e r d dice que e l capítulo m á s g r a n d i o s o d e l a h i s t o r i a de A m é r i c a l o e s c r i b i e r o n esas m i s i o n e s P r e s c o t t n o d i s i m u l a s u entusiasmo. P o r l o s m i s i o n e r o s se s u a v i z ó h a s t a donde e r a p o s i b l e e l sistem a d e m i t a s l a e s c l a v i t u d de l o s i n d i o s y los conquistadores de cogulla fueron los q u e a p a c i g u a b a n l a lógica v i o l e n c i a de l o s c o n q u i s t a d o r e s h espada, ATOCHA, 67. Confecciones. Sedería. Lanería. Selecta colección de modelos de París. LA VILLA DE PARÍS Tratamiento insuperable para reumáticos, obesos, luéticos; del 1. de abril al 30 de junio. Todo- confort Clima ideal. DEPÓSITOS COMERCIALES, S. A. Toledo, 150. Teléfono 70628. MADRID Consignación. Almacenaje. Compra. Venta. Anticipos y toda clase de operaciones mercantiles. Apartadero f. c. de su propiedad. ¡MENIPQ
 // Cambio Nodo4-Sevilla