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A B C. S Á B A D O 15 D E A B R Í L D E 1933. EDICIÓN D E ANDALUCÍA. P A G 27; te en l o p r i m e r o que deberá pensarse cuári d o no h a y a t r a d i c i o n e s b i e n definidas r e s pecto a determinados c u l t i v o s es en cultivar ganado, o sea plantas f o r r a j e r a s d i rectamente aprovechables por él, será c o n seguridad suficiente en los p r i m e r o s t r á mites de l a evolución c u l t u r a l el t r a z a d o y a p e r t u r a de regueras con l i g e r í s i m a p e n diente, casi h o r i z o n t a l e s que, plegándose a los desniveles d e l terreno, v a y a n d e r r a m a n do el agua p o r sus bordes p a r a inundar; más o menos perfectamente Ib que deberán ser praderas, p r i m e r a m a n i f e s t a c i ó n d e l a c o n q u i s t a económica del suelo p o r e l a g u a de r i e g o M í n i m a m a n o de o b r a m á x i m a producción de estiércoles. E l ritmo que l u e g o o f r e z c a l a evolución del medio a g r o s o c i a l i r á i n d i c a n d o l a o p o r tunidad de m á s a t r e v i d o s avances. 1 1 CULTIVOS PARA L O S N U E V O S REGADÍOS P r o s i g u e s i n i n t e r r u p c i o n e s g r a v e s l a act i v i d a d de n u e s t r a A d m i n i s t r a c i ó n pública en l a construcción de las grandes obras h i dráulicas que h a n de l l e v a r el beneficio del r i e g o a importantes extensiones de cultivos secanos, c a s i todos h o y de m u y escasos r e n dimientos. N o les p r e o c u p a seguramente a nuestros a g r i c u l t o r e s mediterráneos los que h a n de elegir a l c o n v e r t i r s e l a t i e r r a secana e n tier r a de r e g a d í o v e n g a cuanto antes el agua a los desecados suelos, que p a r a e l e g i r p l a n tas n o h a b r á titubeos. T a n seguros están experimentaiméñte de las incontrastables v e n tajas del r i e g o a r t i f i c i a l que l o demandan siempre d e l P o d e r público ahincadamente, a poco p r o p i c i o que éste se muestre p a r a l l e v a r a cabo c o n sus poderosos y únicos m e dios l a o b r a necesaria p a r a r e a l i z a r l o C l a m o r o s o f u é el é x i t o alcanzado p o r el i l u s t r e i n g e n i e r o D M a n u e l L o r e n z o P a r d o a l desa r r o l l a r recientemente ante numerosísimo público de a g r i c u l t o r e s a l i c a n t i n o s su g r a n diosa concepción de l l e v a r a aquellas desecadas t i e r r a s copioso caudal del m a c i z o ibérico allá p o r los llamados montes U n i v e r s a l e s a pesar de l a i m p o n e n t e d i s t a n c i a que separa las zonas de captación de las de a p r o v e c h a m i e n t o é x i t o que m u e s t r a b i e n a las claras l a ciega fe que e n los milagros del r i e g o a r t i f i c i a l t i e n e n aquellos inteligentísimos agricultores. T a m b i é n puede a p l i c a r s e este s u p e r l a t i v o a algunos del i n t e r i o r que, n o obstante, se m u e s t r a n menos p a r t i d a r i o s de él, no y a p o r que nieguen s u v i r t u a l i d a d p r o d u c t o r a que esto sería i r c o n t r a l o evidente, sino p o r c o n s i d e r a r c o m o llenas y a las posibilidades de consumo y e x p o l i a c i ó n de casi todos l o s productos a g r a r i o s nacionales dentro de nuestro actual r é g i m e n económico. A l g u n o s de esos recelos, p o r c u e n t a de sus autores, desde luego, h a n e n c o n t r a d o a c o g i d a en las c o l u m n a s de este periódico. C o n s i d e r a n d o l a c r i s i s p o r q u e pasan casi todas nuestras producciones, parece como que d i g a n ¿P a r a qué p r o d u c i r m á s? P u e s t o que l a superproducción h a de depreciar t o davía m á s l o s y a bastante depreciados esq u i l m o s ¿p a r a qué f o r z a r l a? C i e r t o que existe c r i s i s de p r e c i o s en los m á s importantes r e n d i m i e n t o s de n u e s t r a a g r i c u l t u r a p e r o c i e r t o también que m u y poco o n a d a habrá de i n f l u i r en e l l a l a s u perproducción que pueda deberse a l o s nuevos regadíos. D e s g r a c i a d a m e n t e p o r m u chos y m u y extensos que sean los terrenos alcanzados p o r esta m e j o r a siempre serán de escasísima e n t i d a d p r o p o r c i o n a l ante l a t o t a l extensión del suelo a g r a r i o español. D- e l a c u a l supone h o y menos del 3 p o r 100 l a i r r i g a d a s i n que llegue a l 7 p o r 100 l a i r r i g a b l e cuando h a y a n llegado a f e l i z térm i n o todos los actuales proyectos. H a y tres c u l t i v o s h a c i a los cuales v u e l v e n l a v i s t a los que sienten escepticismos e i n quietudes ante el d e s a r r o l l o incesante de l o s r e g a d í o s maíz, tabaco y algodón; p e r o l o s tres en s u c a l i d a d de proveedores, r e s p e c t i v a m e n t e de p r i m e r a s materias p a r a l a g a nadería, p a r a el m o n o p o l i o tabaquero y p a r a l a i n d u s t r i a t e x t i l deberán p r o d u c i r s e a p r e cios tales, que h a g a n i m p o s i b l e l a competenc i a e x t r a n j e r a en esas importantísimas p a r tidas de n u e s t r o c o m e r c i o i m p o r t a d o r Cabe, n o obstante, temer, y n o s i n fundamento, que l a elevación de rentas c o r r e l a t i v a de l a t r a n s formación de los secanos e n regadíos, p o r efecto de n u e s t r a o r g a n i z a c i ó n económicoa g r a r i a m a n t e n g a los precios de producción de esos esquilmos p o r e n c i m a de los de c o m p e t e n c i a las rentas aumentan m á s rápidamente que l a eficacia p r o d u c t o r a de los r e g a d í o s Q u i z á las inquietudes apuntadas, que c a s i s i e m p r e se manifiestan del l a d o de l a p r o p i e d a d de las t i e r r a s t e n g a n c o m o p r i n c i p a l f u n d a m e n t o aunque inconsciente, e l temor de q u e n o suban l a s rentas tanto c o m o v ucra deseable desde su punto de v i s t a ¡O j a lá fuese a s í! D e todos modos, deberá ser m e d i d a c o m plementaria de las obras p a r a nuevos regadíos u n sistema de imposición fiscal que tienda a f r e n a r l a eficazmente, y a que no a i m p e d i r l a en absoluto, p a r a que dichos c u l tivos, y en general todos aquellos que deban s u p l i r con sus productos a nuestras importaciones, puedan v i v i r y d e s a r r o l l a r se normalmente, s i n las defensas a r a n c e l a rias que en r i g o r constituyen en sí mismas importaciones d i s i m u l a d a s A p a r t e de esta cuestión de los nuevos cultivos, que l a r e a l i d a d resolverá en su día p o r e n c i m a de previsiones e i n q u i e t u des, no puede negarse que el hecho d e l riego aumenta considerablemente el v o l u m e n a n u a l de los esquilmos, y esto sólo j u s tificaría el cuantioso gasto que las obras suponen, a u n cuando los beneficios líquidos no c r e z c a n n i c o n m u c h o en l a m i s m a p r o p o r c i ó n l o c u a l explicaría quizá el escaso o no m u y grande entusiasmo que l a propiedad del i n t e r i o r peninsular- les o t o r g a E s ley económica c o n o c i d a que a l c r e c i miento p r o g r e s i v o de los a n t i c i p o s c u l t u rales n o c o r r e s p o n d a n en i g u a l proporción los productos obtenidos; de t a l modo, que cada t i p o de c u l t i v o tiene como u n punto límite de intensificación, v e r d a d e r o tope, tras el c u a l no aumentará y a el v o l u m e n de esquilmos, p o r m u c h o que se q u i e r a gast a r en obtenerlos. E l interés i n d i v i d u a l sé detendrá seguramente bastante antes de a l canzar ese tope, en el p u n t o que señale el rendimiento óptimo, e l m á x i m o v a l o r del beneficio líquido (d i f e r e n c i a entré el de los esquilmos y el de los a n t i c i p o s) E l interés social está, p o r e l c o n t r a r i o adscrito a l a cuantía de estos a n t i c i p o s índice de difusión s o c i a l de l a producción a g r a r i a que es precisamente l a alícuota de ella, que se l l e v a r o n p o r adelantado los f a c tores sociales inmediatos o mediatos que en ella c o l a b o r a r o n Q u i e r e esto d e c i r que, a u n cuando p o r l a extensión g r a n d e (que n u n c a será e x c e s i v a p a r a l a economía n a c i o n a l) que a l cancen los regadíos, no se llegue a g r a n des aumentos de rentas, basta c o n l o g r a r notables creces en los esquilmos, p a r a que, socialmente, quede compensado, espléndidamente compensado, el esfuerzo financiero de l a A d m i n i s t r a c i ó n pública, que, es, en definitiva, esfuerzo del c o n j u n t o social. S e g ú n las estadísticas leídas p o r el señor P a r d o en l a M e m o r i a que fué objeto de l a b r i l l a n t e e x p o s i c i ó n r e f e r i d a el v a l o r a n u a l d e l producto íntegro d e u n a hectárea de regadío en L e v a n t e es de 5.315 pesetas; en las mesetas, 1.750. L a s m i s m a s producciones en secano son 371 y 273 pesetas, respectivamente. E v a l u a n d o en el 75 p o r 100 de esas cantidades en e l r e g a d í o y en el 66 p o r 100 e n el secano, e l de l o s anticipos puede verse, desde luego, que, a u n con l a c r i s i s de precios, es dieciséis veces m a y o r que en el secano p a r a L e v a n t e y ocho veces p a r a las mesetas, l a parte de p r o ducción que se d i f u n d e socialmente. M a s independientemente de las i n q u i e t u des que m e n c i o n o y que p o r cierto no h a n de a f e c t a r a l interés social, sí cabe p r e ocuparse de l a m a n e r a de i n i c i a r lá e v o l u ción d e l c u l t i v o desde el secano a l r e g a dío, teniendo e n cuenta que u n a vez d i s puesta el a g u a p a r a r e g a r l o s predios de las g r a n d e s zonas cubiertas p o r el n i v e l de los embalses, n i se habrán p r o d u c i d o todavía condensaciones de población o b r e r a en suficiente m e d i d a p a r a pasar del u n o a l o t r o e x t r e m o de l a producción íntegra señalados antes, n i h a b r á n t a m p o c o afluido los capitales, en caudal económicamente c o m p a r a b l e a l del a g u a que lleven las acequias. E l abancalamiento en toda clase de t e r r e nos, pero sobre t o d o en los quebrados o simplemente ondulados, es o b r a c a r a que c o n v i e n e de m o m e n t o d i f e r i r o c o n t r a e r a su m í n i m a e x p r e s i ó n y c o m o p o r o t r a p a r- N o todos los terrenos que están materialmente situados bajo el n i v e l de l o s canales de distribución, podrán d i s f r u t a r del riego a l o menos en cuantía que asegure el é x i t o a los c u l t i v o s estivales. Grandísimas e x tensiones, o por dificultades topográficas, o por m a l a c a l i d a d de los terrenos, deberán, atener sus t r a n s f o r m a c i o n e s a los riegos de i n v i e r n o pero a u n c o n esa restricción estacional que a p a r t a las p o s i b i l i d a d e s de: las h o r t a l i z a s veraniegas, puede y debe obtenerse en ellos dedicándolos a l arbolado, aumento considerable de l a producción íntegra, y con él de l a alícuota socialmente diíusibfe. 1 1 N u e s t r o s frutos comestibles c o m p i t e n ventajosamente c o n los s i m i l a r e s e x t r a n j e ros p o r m á s dulces, m á s aromáticos y de m á s fácil c o n s e r v a c i ó n débese a l a m e j o r temperatura m e d i a estival de n u e s t r a a t m ó s fera, y sobre todo, a l a l u m i n o s i d a d i n tensa del cielo, casi no i n t e r r u m p i d a d u rante e l curso del a ñ o l u m i n o s i d a d c o r r e l a t i v a de sequedades que m o d e r a n l a c a n tidad de frutos n o compensada e c o n ó m i camente p o r las excelencias de c a l i d a d E l r i e g o artificial, que ofrece a g u a a l a t i e r r a si i n t e r r u m p i r l a l u m i n o s i d a d del cielo, hace: compatibles estas excelencias con los altos rendimientos. K A d e m á s el a r b o l a d o en general y, sobre todo, las vides y l o s o l i v o s p o r t o m a r la humedad en el suelo de estratos m á s p r o fundos que los ocupados p o r las raíces de plantas herbáceas, satisface sus necesidades hídricas, plena o casi plenamente, c o n r i e gos de i n v i e r n o que podrán ser copiosos, seguidos de labores de b i n a conservadoras de l a h u m e d a d durante todo el a ñ o r a zón p o r l a que el arbolado, i n c l u s o el f r u tal (excepción de n a r a n j o s y l i m o n e r o s) da l a solución económica adecuada y pre- ¡cisa p a r a todos aquellos terrenos a l o s que sólo puedan a l c a n z a r los riegos de i n vierno. E n d e f i n i t i v a y aquí t e r m i n o n a d a de escepticismos en relación c o n l a l l a m a d a! política hidráulica en l o que tiene de a g r o- i social. V e n g a el agua a t i e r r a s sedientas: ante actividades desocupadas, que l o s culíi- v o s más p r o p i o s y a se i r á n ordenando y ¡d i f e r e n c i a n d o automáticamente, s e g ú n los i m p e r a t i v o s de l a r e a l i d a d (1 ENRIQUE ALCAHAZ Ingeniero agrónomo. D E RE RUSTICA La floriciUlura de la región alpina fran- cesa, amenazada. -En l a A c a d e m i a de A g r i- i c u l t u r a francesa, M S c h c r i b a u x h a dado a, conocer u n i n f o r m e de M B o i s c h o t sobre l a g r a v e c r i s i s que padecen los c u l t i v o s e i n dustrias de plantas de perfumería en los Ál- j pes Occidentales. E l precio que a l c a n z a lai v e n t a de éstas es m e n o r que los gastos que supone s u recolección. D e 65 m i l l o n e s dej f r a n c o s que valió l a cosecha e n 1926, h a descendido a c i n c o m i l l o n e s R o s a l e s y j a z m i nes d i s m i n u y e n l a superficie que c u b r e n e n aquella z o n a en que son importantísimos cul- i tivos. 1 r
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