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Información y reporta) los p r o b l e m a s d e Ifni y Ríod e O r o vislos p o r u n p r e s t i g i o s o j e f e d e l Ejército. jefes La s x p e r i e n c i a de algunos militares Los Gobiernos de E s p a ñ a se d i s t i n g u i e ron casi siempre. por. deshacer cada u n o l a obra del anterior, y e n M a r r u e c o s los comisa- j rios superiores lleva- ron esa m i s m a n o r m a hasta que hubo u n o en quien concurrían l o s careros d e j e f e d e Gobierno y general e n jefe, que, rompiendo i con sistemas t r a d i c i o nales, acertó a r e s o l ver el problema m a rroquí. j V e i n t e años de c a m- paña marroquí crea- ron u n núcleo selecto de m i l i t a r e s c o n u n a e x p e r i e n c i a de l o s p r o- blemas de Á f r i c a- d e la que España n o puede p r i v a r s e p o r el h e cho de q u e a última h o r a- -n o pudo ser a otra- -aparecieran unidos, c o n h o n r a p a r a su d i s c i p l i n a de s o l d a dos, a l a obra de u n general. E n t r e esos m i l i t a r e s a quienes l a p a z p o r ellos cimentada en M a r r u e c o s dejó ociosas las armas y r e g r e s a r o n a l a Península, aunque los m á s ilustres tuvieran que abandon a r l a d e n u e v o s i n v o l v e r p o r ello, a t i e r r a s marroquíes, hemos tenido ocasión de hablar c o n u n o d e e l l o s c u y o a p e l l i d o es q u i z á e l ú n i c o q u e se c o n s e r v a e n M a r r u e c o s p o r que s u n o m b r e está u n i d o a t o d a l a g l o r i o sa e t a p a p a c i f i c a d o r a d e l a z o n a o c c i d e n t a l marroquí. E s t e jefe, modelo de soldados, h a hecho las siguientes interesantes manifestaciones: Costa de Cabo lubv. emplearlas e n los gastos de u n a expedición. ¿C u á n t a s pesetas? M e d i o millón, u n millón. A l g u n a s menos, que para cualquier carretera o ministerio. P o r q u e h a d e a d v e r t i r s e q u e I f n i es t e rritorio de nuestra soberanía y que lleva c e r c a de c i n c o siglos s i n ocupar desde q u e J u a n- Benthercour. t l o a s i g n a r a a E s p a ñ a M e j o r d i c h o allí h a n estado a l g u n o s e s p a ñoles, pero breves momentos. E n I f n i estuvo el coronel Bens, gran conocedor de nuestras posesiones del Á f r i c a occidental, y, si n o m e equivoco, el comandante Barón, que f u é gobernador durante nueve años de R í o de O r o y está f a m i l i a r i z a d o c o n aquellos problemas. p o s e s i ó n es d e c i r h a c e r d e d o m i n i o e s p a ñol esa estrecha faja de terreno q u é v a de U a d N u n a U a d D r a á q u é parece increíble c ó m o n o sea n u e s t r a D é esta f o r m a l a o c u pación de I f n i tendría- el apoyo q u e le prest á r a m o s desde t i e r r a a m í j u i c i o c o n v e n i e n te, a u n q u e n o i n d i s p e n s a b l e Además nos conviene ocuparlo para que se a c a b e n t o d o s e s o s s u p u e s t o s y m o n s e r g a s de q u e ése islote s i r v e d e r e f u g i o a la r e beldía y a l contrabando. E n I f n i podría establecerse u n a i m p o r t a n t e factoría de g r a n porvenir, dada s u situación y l a g r a n riquez a pesquera de aquellas aguas, donde a b u n dan l o s criaderos de langosta, a la. cual a c u dirían todas las f a m i l i a s sedentarias deldesierto a suministrarse, en lugar de i r a A g a dir (francesa) mucho m á s al Norte, como a h o r a ocurre. C l a r o está q u e haciendo desaparecer, esa zona pequeña francesa q u e sep a r a I f n i de l a de nuestro P r o t e c t o r a d o d e l Sur marroquí. No creo que sea difícil su ocupación. Bastarían 6 0 0 ó 7 0 0 hombres b i e n seleccion a d o s e n t r e m o r o s y l e g i o n a r i o s f u e se h a- Han ahora s i n hacer nada, perdiendo sus virtudes guerreras. N o iríamos en plan de g u e r r a sino valiéndonos de l a sorpresa, a o c u p a r y defender l o que es nuestro. A d e más estarían a nuestro lado todas las t r i bus sedentarias de I f n i y R í o de O r o entre los q u e e l e g i r í a m o s los. h o m b r e s m á s p r e s tigiosos, que serían nuestra vanguardia p a cífica, a q u i e n e s n o h a b r í a q u e p a g a r t a n espléndidamente como a nuestros moros r e beldes m á s notables. B a s t a r í a n unos pocos, p e r o- buenos rehenes, p a r a a s e g u r a r el é x i t o de l a operación. D o s c o l u m n a s u n a q u e s a l i e r a de C a b o J u b y i n d í g e n a q u e se a n t i cipara, y otra por m a r que garantizara m i l i t a r m e n t e esta o c u p a c i ó n E s p a ñ o l e s nada m á s q u e l o s oficiales, q u e h a y d e sobra d e cididos, voluntarios, para cualquier empre- sa d o n d e p u e d a h a b e r r i e s g o y provecho p a r a l a P a t r i a L a c o s t a d e I f n i n o es t a n escarpada c o m o se dice, a u n q u e a trechos N a d a d e derrotismos -V e o c o n verdadero asombro- -nos e m pieza diciendo- -la desproporcionada alarma que h a n causado en l a opinión los sucesos de I f n i N o c o m p r e n d o ese d e- r r o t i s m o y ese recelo q u é a todos h a i n v a d i d o para hablar de abandonos y cesiones de derechos. E s que acaso E s p a ñ a sé j u z g a incapaz de mantener sus derechos e n el litoral africano occidental? ¿Quién, puede hablar c o n razón de u n a a v e n t u r a bélica o de u n a reproducción de aquellos dolorosos hechos del M a r r u e c o s del N o r t e? P a r a esta e m p r e s a n o se n e c e s i t a n s o l d a d o s d e r e e m p l a z o es n i á s e s t o r b a r í a n t o d a a c c i ó n m i l i t a r o de p o l i c í a q u e allí se i n t e n t a r a L o q u e m e e x t r a ñ a es c ó m o e x i s ten todavía soldados q u e n o sean v o l u n t a rios e n M a r r u e c o s y a ú n m e sorprende m á s q u e n u e s t r o s f u e r t e s d e R í o de. O r o (C a b o juby, Villa Cisneros y L a Agüera) estén guarnecidos p o r soldaditos del cupo penin sular destacados de nuestras. guarniciones en C a n a r i a s E n I f n i y R í o de O r o l o q u e se n e c e s i t a n s o n m o r o s o b e r e b e r e s y c a mellos. Y n o m u c h a s pesetas. P e r o pesetas, no para tirarlas a voleo, como hacíamos en nuestros primeros avances de Marruecos, que sólo eran fecundos e n sangre y e n nuevos desembolsos, a m á s de a n u n c i a r a l m o r o s u e s i r a debilidad o impotencia, sino para C ó m o s e o c u p a r í a 1 fni I g n o r o el o r d e n de sugestiones que h a y a recibido el G o b i e r n o p o r parte de F r a n c i a y l a verdadera situación de l a región del S u r después de las recientes operaciones de las tropas francesas, así c o m o las posibilidades guerreras de las tribus del Sultán azul, M o h a m e d- c l- M a r a b u pero, a m im o desto j u i c i o E s p a ñ a debe proceder c o n l a s debidas garantías a l a ocupación de. Ifni. L a f e c h a de éste puede ser l a base d e l éxito, porque claro está que nosotros n o iríamos a d e s e m b a r c a r e n esta estrecha f a j a d e costa a f r i c a n a anunciándolo a bombo y platillo, p a r a q u e nos. c o r t a r a n el cuello, s i p o dían, c o m o les h a o c u r r i d o a esos d o s i n f e l i c e s n i s u p o n g o que. i r í a m o s escoltados p p r 3 0 askaris p o r t o d a c o l u m n a d e o c u p a ción. H a y q u e a c l a r a r ante t o d o este e x t r e m o S i de v e r d a d q u i e r e n l o s franceses q u e áe ocupe, ellos n o habrían de ponernos dificultades desde s u z o n a m a u r i t a n a y costera, donde está e n c l a v a d a c o m o u n a isla nuestra posesión de I f n i L o primero que tenían que hacer p a r a convencernos de que están a n i m a d o s d e esa disposición f a v o r a b l e es p e r m i t i r la. u n i ó n d e C a b o J u b y a l a c i t a d a ir! III! KMII. Ii i m r m TM- -r r n r nimnmn- ir iy- trTrrTiiawKiBiMIMlLMilliiiliailllH. l Jll. i i u y m m i U TT l ir iríimir H í l i mmB