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nómica. T o d o el m u n d o t r a n s i g e se a c h i c a se h u m i l l a p o r e l d i n e r o Y el a u t o r d r a m á t i c o m á s con t a l de r e c a u d a r pasa, por todo. E sóribé obras a l a m e d i d a suprime C o m e d i a s sin a u t o r o añade actos e n t e r o s c a m b i a el sexo de los p r o t a g o n i s t a s E n suma, cede sus derechos y r e b a j a i n n o b l e m e n t e sus deberes. Y c o m o E l preguntón irónico el arte n o es n a d a de eso. C o m o el arte es U n donoso c o m u n i c a n t e nos remite, e n u n a necesidad de i d e a l y p o r tanto de s a t r e agudas b u r l a s v a r i o s recortes sobre l a c r i f i c i o y desinterés, el arte huye del teatro. i n a u g u r a c i ó n de o t r o s tantos teatros. C o t e P e r o c o m o el teatro s i n arte no es teatro, j a n d o unos j u i c i o s c o n otros, todos v i e n e n el teatro se entrega a l a d e c o r a c i ó n y a l vesa decir lo mismo. t i d o en v e z de a l a pasión y a l interés. Y c o m o n o hace f a l t a n i l a pasión n i el i n t e C o n v e n g a m o s e n que l a o b r a n o es g r a n rés, n o hace f a l t a el autor. B a s t a c o m o cosa. L o m i s m o h u b i e r a dado o t r a c u a l q u i e dice C a r l o s D u l l i n c o n que el actor espete r a P e r o e n c a m b i o ¡qué actores! ¡Q u é cuanto se le a n t o j e y c o n que las actrices p r e s e n t a c i ó n! E l público salió e n c a n t a d o sean guapas y se v i s t a n (o se desnuden) c o n Y pregunta nuestro c o m u n i c a n t e P u e s cierto arte, que es h o y en d i a el v e r d a d e r o si l o m i s m o d a u n a o b r a que o t r a ¿q u é s i g- arte teatral. niñea h o y e l a u t o r? S i el público, c o n t a l de que le den buenos actores y u n a p r e s e n CKISTÓBAL B E CASTRO t a c i ó n fastuosa, sale encantado, ¿110 h a b r á l i e g a d o l a h o r a de las comedias s i n a u t o r? ¡Y, ¿q u i é n l o d u d a a m i g o m í o? E s o q u e CINCUENTA AÑOS se l e o c u r r e a usted, espectador a s i d u o y s u t i l entre ironías y burletas, se debate, desDE TEATRO de hace t i e m p o entre l o s m á s altos p r e s t i g i o s de l a p r o f e s i ó n i n t e r p r e t a t i v a y d e c o r a t i v a L o s actores y l o s e s c e n ó g r a f o s t r a Desarrollo de! a zarzuela t a n de s u p r i m i r a l autor. C o m o usted l o oye. N a d a de p r e t e r i r l o de a r r i n c o n a r l o U n a v e z m e t i d o a zarzuclear, D. Emilio s u p r i m i r l o a c a b a r c o n él p a r a in aternum. fué d e f i n i t i v a m e n t e fiel a l g é n e r o s i n d u d a p a r a m e r e c e r e l epitafio A q u í y a c e A r r i e t a el z a r z u e l e r o que, v i e j o y a nos deDanchenko- Reinhardt- Grenville- Baker m a n d a b a A b a n d o n ó fácilmente sus i l u s i o U l a d i m i r o N e m o r ó v i k D a n c h e n k o autor nes operetísticas, y ú n i c a m e n t e t u v o e n ese r u s o a c a m p a d o e n I t a l i a a l c a l o r de s u m a c a m i n o u n a l i g e r a v e l e i d a d d e j a r que c o n g i s t r a l intérprete O l g a P a u l o v a sitúa a l a c v i r t i e r a n e n ópera s u Marina, mediante l o s t o r c o m o c e n t r o y eje del teatro, entre e l convenientes r e c i t a t i v o s puestos p o r R a m o s a u t o r abastecedor de l a m a t e r i a p r i m a y C a r r i ó n que entonces c o m e n z a b a su c a r r e e l d i r e c t o r a n i m a d o r s i e r v o y señor a u n r a de d r a m a t u r g o y había dado a A r r i e t a tiempo a q u i e n le presentó E n s e b i o B l a s c o el l i b r o que l o g r ó excelente é x i t o de Un sarao y M a x Reinhardt, el famoso a n i m a d o r una soirée F u é T a m b e r l i c k ídolo e n t o n alemán, a t a c a d o de u n a f u r i a r e s t a u r a d o ces de los m e l ó m a n o s m a d r i l e ñ o s q u i e n p i r a m á s desesperada q u e r e f l e x i v a según dió a D E m i l i o a q u e l l a adaptación y l a c a n dice A l b e r t o C a s e l l a d e c l a r a en u n a r t í c u tó l a noche de su beneficio, el a ñ o 71, e n el l o de l a Nene Freí Prcsse (La Nueva Prenteatro R e a l n a t u r a l m e n t e sa Libre) de V i e n a q u e es n e c e s a r i o s u p r i m i r a l autor dramático Marina, s i n embargo, y aun con tan buen P a r a M a x R e i n h a r d t el autor; es algo p a d r i n o n o entró d e f i n i t i v a m e n t e e n el r e h í b r i d o i g n o r a n t e de las leyes teatrales, a b- p e r t o r i o d e l R e a l y sigue siendo e n el de solutamente i n f e r i o r a l actor, y p o r supuesz a r z u e l a e l r e m e d i ó n o, m e j o r d i c h o l a t o a l d i r e c t o r escénico. H a y q u e restabletabla s a l v a d o r a de las t e m p o r a d a s e n f r a c a c e r e l c l á s i c o r é g i m e n t e a t r a l de los g r i e so y e l c a b a l l o de b a t a l l a de l o s tenores c a g o s r e u n i e n d o en l a m i s m a p e r s o n a las f u n paces de l a n z a r a gola freda, y desde e l f o n c i o n e s de director, actor y autor. E l a n i d o d e l escenario, el f a m o s í s i m o m a d o r g e r m a n o se g u a r d a m u y b i e n de i n v o c a r casos de esta fusión, t a n f a m o s o s C o s t a s l a s de L e v a n t e c o m o los de S h a k e s p e a r e M o l i e r e y G o e p l a y a s las de U o r e t the, que en los teatros del G l o b o de V e r salles y de W e i m a r a c t u a r o n de actores y T e n o r h u b o muchos años después que en d i r e c t o r e s pero c u y a p e r e n n i d a d e n l a H i s u n a t e m p o r a d a de z a r z u e l a en el C i r c o se t o r i a se debe únicamente a s u condición de h i z o f a m o s o de u n a v e z c o n sólo esa s a l i autores. da, y que, después de l l e n a r m u c h a s noches el e n o r m e teatro c a n t a n d o Marina, fracasó P o r último, e l i n g l é s H a r l e y G r e n v i l l e en u n a adaptación de l a ópera Marta, de B a k e r a u t o r del fino y e r u d i t o l i b r o O F l o t o w y en o t r a z a r z u e l a de r e p e r t o r i o y Dramatic Methol (Del Método Dramático) desapareció, p a r a n o v o l v e r de l o s teatros e s t u d i a las p r o f u n d a s d i f e r e n c i a s entre e l madrileños. p e r s o n a j e c r e a d o p o r el a u t o r y e l i n t e r p r e t a d o p o r e l actor. Marina, s i n e m b a r g o n o h a b í a entusiasP a r a el p u b l i c i s t a londinense, e l m é t o d o m a d o a l público que l a o y ó estrenar, y eso d r a m á t i c o consiste e n añadir a l a v i s i ó n de que fué representada c o n todos los honores l a o b r a i d e a l ideada p o r el a u t o r l a v i s i ó n ante u n a decoración m u y b e l l a de M u r i c l d e l a o b r a real, s u r g i d a d e l actor intérprete. m o z o entonces, y que- a u n de v i e j o c o n s e r v ó E n esta colaboración r a d i c a el teatro. S i el hasta n o hace m u c h o s años todo el v i g o r de actor se. limita a interpretar servilmente, la sus pinceles, y c o n u n reparto magnífico, e n o b r a n o aparece íntegra. S i a l a i n t e r p r e t a que figuraron A m e l i a R a m í r e z a q u i e n l l a c i ó n añade u n noble espíritu de c o l a b o r a m a b a n tales e r a n sus m é r i t o s l a Perlita; ción, l a i n t e g r i d a d d r a m á t i c a es p e r f e c t a S a l a s aquel t e n o r- a c t o r t a n a r t i s t a y t a n dueño d e l p ú b l i c o de su época, y C u b e r o E l l i b r o de Marina e r a c o m o el de El doE l d e d o en la llaga minó asid, e n a p a r i e n c i a a l menos, de C a m T o d o ello, n o b i e n d i g e r i d o p o r a n i m a prodón; pero A r r i e t a había tenido ya para d o r e s de m e n o r cuantía, h a s e m b r a d o e n o t r a z a r z u e l a del m i s m o g é n e r o m a r í t i m o el m u n d o e s c é n i c o u n a s e m i l l a de e x a l t a c i ó n un l i b r e t i s t a de m á s alto copete y u n poco de l o s actores y d i r e c t o r e s e n m e n o s p r e c i o m á s o r i g i n a l G a r c í a G u t i é r r e z que le. d i o de los autores. A l p u n t o de que C a r l o s D u l el libró de El grumete, o b r a de m e j o r é x i t o l i n a l i n t e r v e n i r en el pleito, señala c o m o en su estreno y m e r e c e d o r a de m e j o r suerc a u s a de todo e l l a m e n t a b l e é x o d o d e l a u te que Marina; pero que n o h a quedado c o m o t o r h a c i a la t a q u i l l a ésta, s i n d u d a p o r ser menos fácil de cantar. L a enfermedad del s i g l o y p o r c o n s i M u c h o m á s fecundos que A r r i e t a f u e r o n guiente del teatro, es u n a e n f e r m e d a d ecolos otros z a r z u e l e r o s O u d r i d B a r b i e r i y ULTIMO FIGURÍN Gaztaníbide, fáciles e i n f a t i g a b l e s que se b a s t a r o n p a r a sostener el g é n e r o d u r a n t e anos y anos, y que, sobít; i o d o B a r b i e r i e s t u v i e r o n a punto de e n c o n t r a r el filón de l a ópera e s p a ñ o l a p e r o a f o r t u n a d a m e n t e tal v e z no s a c r i f i c a r o n a esc, que tanto j u z gaban entonces y j u z g a n a ú n m á s elevado empeño, n i l a p o p u l a r i d a d n i l a f o r t u n a que se las entró p o r las puertas en su d o ble condición de c o m p o s i t o r e s y de e m presarios. A l a a c t i v i d a d y a l acierto de l o s c o m p o sitores correspondía el entusiasmo y l a p o p u l a r i d a d de los intérpretes l a R a m í r e z l a F e r n á n d e z y l a A n t o n i a I s t ú r i z eran g r a n des cantantes. S a l a s y C a l t a ñ a z o r ídolos d e l público. L o s dos procedían del teatro de v e r s o Caltañazor h a b í a sitio en el E s p a ñ o l el actor c ó m i c o de D Julián R o m e a y a l pasar a l g é n e r o n u e v o se h i z o rápidamente f a m o s o uno de sus p r i m e r o s t r i u n f o s f u é en u n a z a r z u e l a de O u d r i d a p l a u d i d i s i m a entonces y m u c h o después, t i t u l a d a Buenas noches, señor don Simón! E s t r e n a d a el año 2, y o llegué a t i e m p o de a p l a u d i r l a en V a r i e d a d e s- -n o r e c u e r d o s i a L u j a n- -e l yz ó 76. ¡Buenas noches, señor don Simón! tiene o t r a f e c h a c u m b r e en l a h i s t o r i a de nuestro t e a t r o con- esa o b r a debutó en M a r t í n c u a n do t e n i a once años, L e o c a d i a A l b a S a l a s había c a n t a d o c o n b u e n é x i t o en l a s g r a n d e s t e m p o r a d a s d e l C i r c o pero e r a t a n excelente actor c o m o cantante y t a n a r t i s t a que u n día, en que p o r indisposición de u n a r t i s t a fué n e c e s a r i o suspender l a f u n c i ó n salió él solo a escena, y c a n t a n d o a c o m p a ñándose él m i s m o a l p i a n o r e c i t a n d o y c o n tando cuentos, e n t r e t u v o a l público, que le aplaudió m u c h o d u r a n t e todo el t i e m p o que debería h a b e r d u r a d o el espectáculo. P o r todo ello no es e x t r a ñ o que el C i r co y l a z a r z u e l a en él t r i u n f a s e n aunque no e r a a q u e l l a d i v e r s i ó n de que los m a d r i leños g o z a b a n A p a r t e los teatros, de l o s cuales m e r e c e n ser citados el d e l a C r u z donde a c t u a b a D J u l i á n R o m e a y V a r i e dades, donde C a l v o h a c í a t r a g e d i a s había dos c i r c o s el de P a ú l que l u e g o fué teatro de l a B o l s a y que de c i r c o tenía y a u n escenario en que representaban pantomimas c o m o La toma de Constantinopla, y el H i p ó d r o m o antecesor del C i r c o de C o l ó n en l a p l a z a de S a n t a B á r b a r a donde estaba e l f a m o s o S a l a d e r o es d e c i r l a c á r c e l de M a d r i d y donde perduró m u c h o s años u n p o l v o r i s t a que a mí, de c h i c o me i n t r i g a b a m u c h o c o n su c a r t e l a n u n c i a d o r a l z a d o sobre los cerretes que habían de ser desmontados a ñ o s después p a r a h a c e r l a calle de A l magro. P o r tener de todo, tenían los madrileños, además de l o s c a f é s cantantes, de los que el m á s famoso e r a el. del P r o g r e s o donde c a n t a b a n c o r o s y piezas de ópera, hasta u n a m u j e r t o r e r a M a r t i n a G a r c í a que, s e g ú n contaban, r e m a t a b a c o m o u n h o m b r e P e r o la boga era para el C i r c o y para l a z a r z u e l a L o s teatfOs de v e r s o n o debían tener v i d a m u y próspera. A s í decía el P. Cobos. E n el teatro de l a C r u z a l t e r n a n l a s obras d e l teatro a n t i g u o c o n Los perros del Monte de San Bernardo y La pala de Cabra; u n a s p a r a el gusto, y otras, p a r a el gasto. E l S r R o m e a dirá, y c o n razón, que no están los t i e m p o s p a r a meterse en l i t e r a t u r a y que, así c o m o unos gansos s a l v a r o n a R o m a b i e n pueden u n o s p e r r o s y u n a c a b r a h a c e r e l m i s m o m i l a g r o c o n su Empresa, que harto lo necesita. L a del C i r c o n o necesitaba milagros. y t a n b i e n i b a que l o s a r t i s t a s e m p r e s a r i o s quisieron engrandecer y dar suntuosidad a su teatro h a c i é n d o l e e n t r a d a c o n u n g r a n pórtico p o r l a esquina de l a calle clel B a r q u i l l o donde tenía sus c o c h e r a s e l m a r q u é s de S a l a m a n c a pero l o p e n s a r o n m e j o r e h i c i e r o n el teatro de J o v c l l a n o s y a se v e r á cómo. ALEJANDRO MIQUIS ATM, TMTMTM, n 1 H- -I I 11 m -n- TrniTmii M l l l M W T O M M W M I I I W k l i a t M W t e l IXWít l a í T W
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