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DOS Cl MOMENTOS DEL EMA A L E M Á N A l t e r m i n a r l a g u e r r a del catorce, N o r t e a m é r i c a quedó dueña a b s o l u t a de tod ts los increados c i n e m a t o g r á f i c o s europeos. ¡Francia e I t a l i a- -l o s dos países de m a y o r prest i g i o p r o d u c t o r e n l o s a ñ o s anteriores -hkL i a n c e r r a d o sus e s t u d i o s d u r a n t e los t r á g i cos días de l a g u e r r a y a l t e r m i n a r ésfta, se e n c o n t r a r o n s i n películas que estrenar: y l o que es peor, s i n m e r c a d o s donde c o l o c a r sus í u t u r a s p r o d u c c i o n e s N o r t e a m é r i c a se h a bía l a n z a d o a s u c o n q u i s t a c o n s i g u i é n d o l o sin n i n g u n a dificultad. i P e r o u n día a p a r e c i ó u n s e r i o p e l i g r o p a r a el cinema a m e r i c a n o N o v e n j a ce F r a n c i a n i de I n g l a t e r r a n i de I t a l i a c o m o podía suponerse p o r h a b e r r e s u l t a d o enced o r a s en l a g r a n c o n t i e n d a V e n í a d e l país d e r r o t a d o y aparentemente i n c a p a z de toda l e o r g a n i z a c i ó n de A l e m a n i a que, e n- s i l e n cio, había c o n s t r u i d o de n u e v o s u cinema, c r e a n d o poderosos trusts financieros y lanzando un c o n j u n t o de magníficas películas y estrellas que r á p i d a m e n t e extendían su p o p u l a r i d a d p o r el m u n d o j E l cine y a n q u i c o m o es n a t u r a l prjeparó su defensa. S e a t r i n c h e r ó t r a s sus inrrjeiisbs m o n t o n e s de dólares que o f r e c i ó tentadores, a los a r t i s t a s a l e m a n e s E s t o s t i t u b e a ron ante l a p r o m e s a A l e m a n i a s i g n i f i c a b a el prestigio. Norteamérica, la- fortjinai. Y t e r m i n a r o n decidiéndose p o r lo último. Y Lubitsch, Pola Negri, Murnau, jLeni, J a n n i n g s D u p o n t L y a de P u t t i C a m i l a H o r a abandonaron su P a t r i a para m a r- j E l público acude i ¡todos l o s días a l cine c h a r a H o l l y w o o d donde e s p e r a b a n e n c o n p a r a i c o n t e m p l a r l a m i s m a b o d a de laj p r i n t r a r no solamente l a f o r t u n a s i n o el tifiunío cesa y el! o f i c i a l y p a r a t a r a r e a r a l a s a l i d a u n i v e r s a l Y donde, en r e a l i d a d l a m a y o r í a el m i s m o v a l s Y no se cansa. Pcjr esto los de las veces no e n c o n t r a r o n m á s que al f r a p r o d u c t o r e s alemanes! sonríen, y s i g u e n l a n caso. P o r q u e H o l l y w o o d no se había! a p o- j zando a sus enemigos los y a n q u i s el e r a n derado de ellos p a r a p e r f e c c i o n a r suj cinc- j reto ele l a opereta. Lpjs m a g n a t e s d e C i n e l a n ma. dándole u n fuerte i m p u l s o H o l l y w o o d íia i n t e n t a n defendíase, de nuevo; R e q u i s a n se había a p o d e r a d o de ellos p a r a a n u j a r l o s i en V i e n í i torios los c o m p o s i t o r e s d i s p o n i b l e s p a r a deshacerse de u n o s enemigos a los que y l o s t r a s l a d a n a I í p l l y w o c d A r r a n q a n de c o n s i d e r a b a p e l i g r o s o s A s í c o n s i g u i e r o n c o- ¡los estudios de l a U f a a L i l i a n H a r v e v y H e n r i G! arat, p a r a deshacerse de dos e n e m i l o c a r a D u p o n t en l a pendiente del f r a c a s o gos p e l i g r o s o s P e r o n o consisrudí n a d a E l al e n c o m e n d a r l e l a r e a l i z a c i ó n de Ámame, y cine g e r m a n o c o m e r c i a l m e n t e íes v e n c e el mundo es mío; a L e n i a l c o n v e r t i r l e en A l e m a n i j a posee el siecreto p a r a hacei- opeun a n i m a d o r de m e l o d r a m a s a J a n n i n g s ¡ai retas u n i v e r s a l e s D i s p o n e de u n a! v e r d a d e r a h a c e r l e v i v i r todos los días l a m i s m a y njolegión dé d i r e c t o r e s! que, a c o s t u m b r a d o s a n nótena t r a g e d i a a L y a de P u t t i y C a m i l a tes a ¡r e a l i z a r u n a o b r a m a e s t r a p o r a ñ o l a n H c r n al o b l i g a r l e s a i n t e r p r e t a r pkpejeszan a h o r a cqn toda; f a c i l i d a d itím opereta opuestos a su s e n s i b i l i d a d y a tantos ai mes. Y c u e n t a aldemás, c o n i n f i n i d a d de otros que, c o m o éstos, d e s a p a r e c i e r o n a r t í s estreUasj- Ksite vonf Nagy, Marta Eggerth, ticamente al poco de l l e g a r a los estudios L i a n e H a i d T r u d e i l v o n Molo. -que llea m e r i c a n o s S o l a m e n t e L u b i t s c h y el ¡malonan, -cod s u p o p u l a r i d a d todos los cines del g r a d o M u r n a u- -l o s dos m e j o r e s d i r e c t o r e s mundo. ¡i ¡i del cinema a l e m á n- -l o g r a r o n h e r m a n a r e n E s e l! m o m e n t o dé l a d e c a d e n c i a del ciCalifornia la fortuna y el prestigio. nema alemán. C u a n d o se o l v i d a- d é sus p a s a E l cine y a n q u i d e c l a r ó l a g u e r r a c o m e r dos t r i u n f o s a r t í s t i c o s y b u s c a j c o d i c i o s a cial al alemán, y l o v e n c í a L a s g r a n d e s mente, el n e g o c i o i ¡productoras germanas quebraron. Dismiriu! RAFAEL GIL v e r e n los sueldos de l o s artistas. S e jeerraron m u c h o s e s t u d i o s P e r o artísticamente, N o r t e a m é r i c a seguía d e r r o t a d a Pabst. -ÍLang. CINEDRAMAS S c h w a r d Toe M a v en c o l a b o r a c i ó n c o n! -ff- ¡ürigittc Helm, Gerda Mauras, Conrad Veidt, F r i t z K o r t n e r realizaban filjns Asociación Profesional Cinemamagníficos, i n i c i a d o r e s de rutas f u t u r a s que! tográficaj Española a c a p a r a b a n l a atención i n t e l e c t u a l de t q d a Europa. E n la! j u n t a g e n e r a l e x t r a o r d i n a r i a celeb r a d a e día i del: a c t u a l f u e r q i i elegidos E r a cí g r a n m o m e n t o del cinema a man. paraj l a n u e v a J u n t a d i r e c t i v a lbs señores C u a n d o reciente a ú n su edad de oro, u c h a i. ba desesperadamente, s i n i m p o r t a r l e i r u i- s i g u j e n t é s Presidente, D Ángel A n t e m vicepresina, p o r mantener su g r a n n i v e l artís ico; dente p r i m e r o D A d o l f o A z n a r ídem, segundo, D A g u s t í n A r n a i z secretario, don L a l l e g a d a del cinc s o n o r o h a he cho c a m A. Górtiez Rodenas! v i c e s e c r e t a r i o D J b i a r m u c h o las cosas. T o d a E u r o p a h a ¡v i b r a- Gómez Guillamón; contador, D T o m á s R a do patrióticamente y h a d e c i d i d l u c h a r con- mos, vicecentador. i p R o m á n M a r t í n tet r a el cine i n v a s o r de I l o l l y w o c d T o d o s los! s o r e r o ID. J e s ú s M u ñ o z v i c e t e s o r e r o d o n países a s e g u r a n m u y s e r i o s que es su idio- A n t o n i o C r e m a d e s- ¡bibliotecario. D F r a n m a el más p o p u l a r del m u n d o y que. percisco j á b a l a v o c a l e s p r i m e r o señorita ianto, en él deben h a b l a r s e l a mayoij parte ¡María V i c t o r i a Tniésta: segundo; D A n t o de las películas. E l n u e v o cinema h a dado, nio ¡del! P i n o t e r c e r o D A n t o n i o A n t e m un g r a n i m p u l s o a todas las cincmatogirac u a r t o señorita Isajjel V a l q u i n t o D V í c f í r- al hacerlas e v o l u c i o n a r r á n k l a m e t e j tor ¡H e r r e r a sexto. D M a u r o lÁzüoaa, y I- or c i t o el actuó cinema a l e m á n se pa- j séptimo. D J u l i o ¡tpiérez. j rece m u y poco al antiguo. Y no es, -préci- i 1 1 t sámente, ¡p o r q u e esfe r e a l i z a d o p o r o t r o s artistas. j N o s o n los ¡mismos. L o úniqo que ocurije ejs que éstos i h a n sentido el ¡ritmo de los t i e m p o s y h a n d e c i d i d o m a r c h a r a su uníso- no, Y c l r i t m o de los tiempos es de v a l s L a p a n t a l l a a l e m a n a se h a v i s t o o b l i g a da a caíubiar de escenarios. Y a ¡no ventos en e l l a b u h a r d i l l a s l ó b r e g a s n i escaleras de aguafuerte en las que los d r a m a s v i o l e n tos, r u d o s adquirían su m á x i m a! emoción. Y a n o v e m o s t a m p o d o aquellas c o n s t r u c c i o nes gigantescas, v e r d a d e r o s anticipólas del f u t u r o -donde l a f a n t a s í a l o g r a b a c o n t o r n o s reales. A h o r a los escenarios de: l a p a n t a l l a alemana i son m á s sencillos, m á s ¡bonitos y m á s ¡agradables. C a s i s i e m p r e r e f l e j a n los suntuosos p a l a c i o s dé l a V i e n a i m p e r i a l E n ellos l a j v i d a t r a n s c u r r e plácidamente, s i n g r a n d e s C o m p l i c a c i o n e s L a p r i n c e s a sé enam o r a de u n oficial porque b a i l a ¡m e j o r e l v a l s flueun principé: indostánico, ¡al que los m i n i s t r o s señalan corno p o s i b l e príncipe c o n sorte, E l asistente P e l l i z c a a l a d o n c e l l a y c o m o c o n s e c u e n c i a l p g i c a- -m u y l ó g i c a en el país ¡d e j a opereta- -r- j, b a i l a n u n f o x ¡en la c o c i n a É l presidente! d e l C o n s e j o se jiedica a fisgonear p o r las c e r r a d u r a s y se! l l e v a u n d i s g u s t o t r e m e n d o c a d a v e z que uíi m a y o r d o m o! i n d i s c r e t o jdescubre s u i d e b i l i d a d V e i n t e soldados, v e i n t e d a n z a n ¡todas las m a ñ a n a s! -c o m o consumados boys- -ante el balcón de S u A l t e z a p a r a que ésta pueda c o n t a r n o s sus sueños e i l u s i o n e s ¡a m o r o s a s al c o m p á s de u n a m a r c h a m i l i t a r Y todos t e r m i n a d al final, c a n t a n d o e n t u s i a s m a d o s p a r a d e m o s t r a r n o s que n a d a puede i m p e d i r l a felicidad! ele su p r i n c e s a i PRIMEROS PLANOS i ño, fuera repetir lo que dijimos cuando lini ió Lya de Putli, dedicaríamos ahora un elogio a la Renée Adorée, que, liabia dejado de existir hace ya mucho tiem f -Pero este piadoso recuerdo sería injusto. j Y falso. Porque la pobre Renée Adoréc ha muerto estudiando cl papel que iba a interpretar en una película. Una de esas películas que la gran, actriz francesa cinegrafiaba idtima. mente, aprovechando las cortas vacaciones que le concedía, su terrible dolencia. Y porque Renée Adofée, siempre que se asomaba a la pantalla- -qntes y- ahora- -ponía todo su. entusiasmo y toda su inteligencia al serviciode un arte que nq conoció nunca el fracaso. i! E N É E de l a, Fointé nació cl 30 de septiembre de 1 9 c en Lilla (Francia) Pasó su ¡infancia en un circo ambulante, donde desempeñaba los más humildes menesteres, y luego fué bailarina del Follics- Bergércj de París. Durante una excursión teatral por América conoció a Tom Moorc, el galán más popular del cinema de aqueHa época, y se casó con él. Entonces empesó su actuación, en la pantalla yanqui con el nombre de Renée Adoréc. Poco después, convertida ya en estrella pidió el divorcio por incompatibilidad de caracteres. Más tarde contrajo matrimonio con Wiliiam Gilí, de quieni también se divorció al poco tiempo. Ahora... ¡i primera, película fué Monte Cristo al lado, de John Gilbert, actor que- t fué su compañero también cu El palacio de las maravillas La Bohémc Cosacos Redención y El gran desfile película que ¡consagre a Renée Adorée por su magnífica interpretación del papel de Meljsánde, síi- nbolo de la mujer francesa de la gran guerra. Muchas Películas más tiene en su haber la desaparecida actriz: Maldad encubierta y Misíer VV- u con 7- 011 Chaney: Hacia el abismo v El cielo en tierra con Conrad Nagel; Dioses vatios con Tilomas Meigham; El bosque en, llamas on Antonio Moreno; La vuelta al paraíso con V alter J- ong; Un cierto iiíuchac ¡i o I l pagano de Tahití y Sevillgl de mis ¡amores (versión inglesa) con Ramón Novárro He aquí las más importantes. 1 v l s U E N esta lista hay una película, El cielo en la tierra que e ¿nna biografía d e Renée j Adorée. La protagonistarueda también sil infancia triste a lo largo de todos los qaininos, en cl carromato de unos titiriteros; conoce también el amor y cl dolorido la incomprensión; sabe de todas ¿as amarguras y de todos los desengaños. tan sola, tan desNunca se sintió Renée en la panamparada como ellando revivió talla Id tragedia- de sus primeros años. Aquella figura atormentada del film renunciaba también a la, felicidad terrena siempre que el icielo se pqnía al alcance de su mano. Y Reké, e Adá, ré, e, condenada a servir de símbolq iba dejgndo en cada película ti ni poco del su triste vida. HORA todo ha terminado. Renée Adoréc acaba de morir en un hospital de Los Angeles; Cuando la inolvidable Mclisande, como otra Margarita Gau (ier- cl isipel que ¡no llegó a interpretar nunca- san reía con sus labí os exangües a la dicha futura y se veíai 11. 4 s rerca de su total liberacióíl. -A. B. t A W T r m i l f f m T l IULWIIU i y r c n inTOlHlfHHT 1111 Ki: MlM