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A B C. S Á B A D O ii DE NOVIEMBRE D E 1933. E D I C I Ó N D E ANDALUCÍA. L a protesta del contraía ley P A G ig. Sumo Pontííke él y sus cien diputados- -que estaban solos como los gallegos del cuento- -han coadyuvado a producir no precisamente con actitud pasiva sino con sus opiniones y votos llenos de pasión sectaria dimanante de los mismos medios tenebrosos y de las mismas confabulaciones que impulsan toda la política descritianizadora de la República. M a n s e d u m b r e heroica y abnegad a d e la I g l e s i a p e r o d i g n o t e s ó n p a r a d e f e n d e r sus d e r e c h o s Y no se diga que la Iglesia recibió con desplantes o rebeldías semejante persecución. Cuantas veces alzó su voz para referirse a los atropellos con que todos los grupos republicanos y socialistas la vejaban, lo hizo con ejemplar continencia y con sincero acatamiento al Poder constituido. Así en el documento que los Padres provinciales de la Compañía de Jesús elevan el 13 de octubre de 1931 a las Cortes en súplica motivada de que no se desconozca su derecho. Así en los escritos de Su Santidad el Papa y en las pastorales del Episcopado. De entre éstas es de recordar la muy importante que se publicó el día primero de enero de 1932, en la que se abordaban, con acopio profuso de alegatos probatorios, los siguientes puntos capitales: L a I g l e s i a e x c l u i d a de l a v i d a p ú blica. N e g a c i ó n de s u s l i b e r t a d e s y derec h o s E l d e s p o j o d e l p r e s u p u e s t o de Culto y Clero. D e s c r i s t i a n i z a c i ó n a m a n s a l v a de l a juventud. E x t e r m i n i o antijurídico y antipat r i ó t i c o de l a s O r d e n e s r e l i g i o s a s esp e c i a l m e n t e de l a de J e s u í t a s c u y a d i solución representa u n a violación del D e r e c h o u n a ofensa a l a Iglesia, u n a i n g r a t i t u d del pueblo español y u n dañ o c o n s i d e r a b l e p a r a l a p a z c i v i l de l a República C o n c u l c a c i ó n de l a s g a r a n t í a s i n d i viduales y políticas. E n esta pastoral se razonaba la protesta y la reprobación contra los atropellos constitucionales y, se formulaba jurídicamente el derecho a la reparación legislativa. Ningún católico podrá vivir en paz con su conciencia si desoye las voces serenas de los prelados ante tamañas iniquidades. E x t e r m i n i o y d e s p o j o d e la C o m pañía d e J e s ú s E l 2 3 de enero de 1932, con prisa en cumplir la Constitución, deformada y deforme se firmaba el decreto de disolución en España de la Compañía de Jesús. E r a urgente para la República española exterminar la ínclita Orden, gloria de España y de su cultura. ¿Por qué? E l Santo Padre lo dice certeramente en su Encíclica Dilectissitm Nobis, con estas palabras: P e r o c o n ser g r a n d e e l d o l o r que tamaña injusticia nos produce, N o s y c o n N o s vosotros, venerables hermanos e hijos dilectísimos, sentimos aún m á s v i v a m e n t e l a ofensa h e c h a a l a D i v i n a Majestad. ¿N o fué p o r v e n t u r a e x p r e s i ó n de u n ánimo profundamente hostil a la R e l i g i ó n c a t ó l i c a e l h a b e r d i s u e l t o aquel l a s O r d e n e s r e l i g i o s a s que h a c e n v o t o de o b e d i e n c i a a u n a a u t o r i d a d d i f e r e n te de l a l e g í t i m a d e l E s t a d o Se q u i s o de este m o d o q u i t a r d e l m e d i o a l a C o m p a ñ í a de Jesús, que b i e n p u e d e g l o r i a r s e de ser u n o de l o s m á s firmes a u x i l i a r e s de l a c á t e d r a de P e- d r o c o n l a e s p e r a n z a acaso de p o d e r después derribar c o n menor dificultad y e n c o r t o p l a z o l a fe y l a m o r a l c r i s t i a n a s d e l c o r a z ó n de l a n a c i ó n española, que dio a l a I g l e s i a l a g r a n d e y g l o r i o s a figura de I g n a c i o de L o y o l a P e r o c o n esto se q u i s o h e r i r de l l e n o- -c o m o l o d e c l a r a m o s y a e n o t r a ocasión públicamente- -a la misma autoridad s u p r e m a de l a I g l e s i a católica. N o l l e g ó l a osadía, es v e r d a d a n o m b r a r explícitamente a l a persona del R o m a n o P o n t í f i c e p e r o de h e c h o se definió extraña a la nación española l a autorid a d d e l V i c a r i o de C r i s t o c o m o s i l a a u t o r i d a d d e l R o m a n o P o n t í f i c e que le fué c o n f e r i d a p o r e l m i s m o J e s u c r i s to, p u d i e r a decirse extraña a parte a l guna del m u n d o como si el reconocim i e n t o de l a a u t o r i d a d d i v i n a de J e sucristo pudiera impedir o mermar el r e c o n o c i m i e n t o de fas l e g í t i m a s a u t o ridades h u m a n a s o como si el P o d e r e s p i r i t u a l o s o b r e n a t u r a l estuviese e n oposición c o n e l d e l E s t a d o o p o s i c i ó n que sólo puede s u b s i s t i r p o r l a m a l i c i a de quienes l a desean y q u i e r e n p o r s a b e r b i e n que s i n s u p a s t o r se descarriarían las ovejas y v e n d r í a n a ser m á s f á c i l m e n t e p r e s a de los falsos p a s tores. E l despojo de los bienes que legítimamente poseía la Compaña de Jesús fué asimismo realidad con voraz premura. Como una afrenta viva a la Constitución, que tanto se dice respetar y guardar, los jesuítas vieron confiscada fulminantemente sus propiedades, aunque la Constitución establece que en nin gún caso procederá la confiscación; Negado igualmente el derecho de asociación consagrado en el Código constitucional, los, jesuítas han tenido que romper su vida de comunidad como seres que vivieran al margen de los, derechos concedidos a todos los ciudadanos. E l último refinamiento. L a ley d e Congregaciones Y llegó con celeridad, que da también IÜ medida de los apremios sectarios para dc- cristianizar a España, la aprobación de la ley de Congregaciones o, dicho mejor, contra las Congregaciones católicas. Después de unos debates, en que las procacidades r i ñeron un pugilato por superarse entre el banco azul, el de la Comisión y todos los demás bancos republicanos, se aprobó la ley vejatoria por una votación exigua. Doscientos setenta y ocho votos cont r a c i n c u e n t a Y eso d e s p u é s de f o r z a r t o d o s l o s r e s o r t e s de l a c o a c c i ó n y de aplicar draconianamente la guillotin a a u n p r o y e c t o de este a l c a n c e A b r i g a r o n m i l l a r e s de e n t i d a d e s y m i l l o n e s de p e r s o n a s c a t ó l i c a s de E s paña d u r a n t e a l g u n o s días l a e s p e r a n z a de que l a n u e v a l e y e n g e n d r o de unas Cortes sectarias hasta l a rabia, no llegaría a sancionarse. A l Gobierno l l e g a r o n a m i l l o n e s l o s m e n s a j e s de r e s p e t u o s a súplica. T o d o e n v a n o E l día 2 de j u n i o ú l t i m o e l p r e s i d e n t e de la República sancionaba la ley contra las C o n g r e g a c i o n e s r e l i g i o s a s q u e i m p i d e a los e s p a ñ o l e s e d u c a r a sus h i j o s donde quieran y como quieran. LEA USTED u s u r p a d o r a negacatólicos c i ó n d e l D e r e c h o c o m ú n ES d e ber estricto de los Simultáneamente oon la sanción presidencial para la ley de Congregaciones, el Episcopado español hizo pública una declaración colectiva de singular importancia. E n el documento, después de hacerse un examen retrospectivo de la conducta de la República con la Iglesia, limitada y maltratada en sus centros vitales, se refieren los ilustres metropolitanos al desdén con que ha sido tratada la mayoría católica del país, al menosprecio en que se tiene por el nuevo régimen al Sumo Pontífice; se analiza con minuciosos alegatos de incontrovertible fuerza jurídica los motivos que tiene la Igle sia para protestar contra la condición legal injusta a que se la somete; se hace especial mención del atropello que supone para los padres el impedirles la libertad en la función de educar a sus hijos, recordando las graves palabras de León X I I I y Pío X I cuando dicen: L o s p a d r e s t i e n e n de l a m i s m a N a t u r a l e z a e l d e r e c h o de e d u c a r a sus h i j o s p e r o t i e n e n a d e m á s e l deber de p o n e r s u i n s t r u c c i ó n y e d u c a c i ó n de a c u e r d o perfecto c o n e l fin p a r a e l c u a l h a n recibido su prole por beneplácito de D i o s L o s p a d r e s d e b e n p u e s e m p l e a r t o d a s sus f u e r z a s y u n a p e r s e v e r a n t e e n e r g í a en r e c h a z a r t o d a s u e r t e de i n j u s t i c i a s e n este o r d e n de cosas, en hacer reconocer por m o d o absoluto s u d e r e c h o a e d u c a r a sus h i j o s c r i s t i a n a m e n t e s e g ú n es s u d e b e r y sobre t o d o e n a p a r t a r l o s de las escuelas e n que c o r r e n p e l i g r o de r e c i b i r e l v e n e n o de l a i m p i e d a d Otros aspectos de la persecución examinan los prelados en su trascendental declaración colectiva, en la que hacia su parte final son de recordar estas palabras que llaman severamente al deber a la conciencia de los católicos y que son de recordar singularmente en los momentos en que éstos van a emitir su sufragio electoral: P o r lo e x p u e s t o e l E p i s c o p a d o español p r o c l a m a s u h o n d o p e s a r p o r l a p r e s e n t a c i ó n v o t o y a p r o b a c i ó n de est a l e y d e c l a r a n d o que n u n c a p o d r á ser alegada contra los derechos i m p r e s c r i p t i b l e s de l a I g l e s i a d e p l o r a que, a l o m e n o s n o se le h a y a dejado l a p l e n a l i b e r t a d y el uso del derecho com ú n de que g o z a n t o d o s l o s c i u d a d a n o s y sociedades h o n e s t a s r e p r u e b a condena y rechaza todas las injerencias y r e s t r i c c i o n e s c o n que e s t a l e y de a g r e s i v a e x c e p c i ó n pone a l a I g l e s i a bajo e l d o m i n i o d e l P o d e r c i v i l r e c l a m a l a n u l i d a d y l a c a r e n c i a de v a l o r l e g a l de t o d o l o e s t a t u i d o e n o p o sición a los d e r e c h o s i n t e g r a l e s de l a I g l e s i a y e x h o r t a a l o s fieíes a q u e c i f r e n s u m a y o r a n h e l o e n e l i m i n a r de l a s l e y e s t o d o c u a n t o e s t é e n desacuerdo c o n a q u é l l o s t o d o c u a n t o d i s m i n u y a s u l i b e r t a d de a c c i ó n y o b s t a c u l i c e la libre profesión del catolicismo y a q u e se r e f u e r c e n c o n s t a n t e m e n t e p a r a o b t e n e r l o p o r e l e j e r c i c i o de t o d o s l o s derechos ciudadanos y por todos los medios justos y honestos, procurando a l a v e z m i e n t r a s l a l e y esté e n v i g o r que sus efectos p e r j u d i q u e n l o m e n o s p o s i b l e a los s a g r a d o s i n t e r e s e s de l a I g l e s i a y, de l a s almas.
 // Cambio Nodo4-Sevilla