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EL ELECTOR IMPACIENTE ¿A l g u n o de v o s o t r o s v i o a aquel h o m b r e l í v i d o de r a l a b a r b a b l a n c a c u y o a r r u g a d o pescuezo b a i l a b a d e n t r o del c u e l l o de l a c a m i s a como el m a z o en el a l m i r e z? V o t ó e n l a sección c a t o r c e del d i s t r i t o de B u e n a v i s t a L l e g ó a M a d r i d en l a m i s m a m a ñ a n a del d o m i n g o D e s d e V a r s o v i a V i n o a v o t a r C o n las f u e r z a s que l e quedaban apenas podría v o l a r u n a m o s c a desde l a C i beles a l a P u e r t a del S o l E n el t e l e g r a m a que me e n v i ó desde l a f r o n t e r a d e c í a V a y a a esperarme c o n u n a c a m i l l a u n a espuerta o a l g o p a r e c i d o P r e f e r í l a c a m i l l a L o s dos m o z o s de c u e r d a que l a l e v a n t a r o n me m i r a r o n c o n a s o m b r o al sopesarla, y u n o a v e n t u r ó ¿E s t á aquí t o d o? ¿Todo... qué? -inquirí. -T o d o el señor éste. -C l a r o que está. -En fin- -añadió, e n c o g i e n d o sus h o m b r o s- cada u n o pesa l o que puede, pero p o r l l e v a r esta b a b i l l a n o debe c o b r a r u n h o m b r e h o n r a d o m á s de dos pesetas. ¿V e r dad, T o m á s? T o m á s su c o m p a ñ e r o e x p r e s ó s u c r i s t i a n o temor de que, a u n así, resultase y o e s t a f a d o en algo m á s de q u i n c e céntimos. i Y echamos a andar. E l elector esquelético obtuvo u n t r i u n f o bastante e n o r g u l l e c e d o r Q u i s i e r o n h a c e r l e fotografías e interviús, s e ensayaron conj e t u r a s acerca de su filiación política y u n r e p o r t e r o después de m i r a r l e- atentamente, le p r e g u n t ó si e r a v i e j o o v i e j a L e acercamos a l a u r n a y t u v o alientos p a r a p r o n u n c i a r su n o m b r e -J u a n Fustriquito. ¡Juan Fustriquito, vota! Y a l hotel. Y o estaba i n q u i e t o porque temía v e r l e- e x h a l a r de m i m o m e n t o a otro el poco a i r e que t u v i e s e en l o s p u l m o n e s y que le f a l t a s e n f u e r z a s p a r a d i l a t a r l o s otra. vez. A l g o debió de a d i v i n a r y q u i s o tranquilizarme. -N o tenga usted c u i d a d o- -h a b l ó- estoy aún nara v i v i r m u c h o t i e m p o H e s u f r i d o g r a n d e s males s i n que m e r i n d i e s e n P a s é c u a r e n t a y ocho horas p e r d i d o en los g l a c i a r e s donde nace e l R ó d a n o E n t o n c e s- se m e puso el pelo de u n c o l o r p l a t i n o P e r m a n e c í tres días e n c a r a m a d o a u n poste, a cuyo pie v i g i l a b a u n león h a m b r i e n t o -Cuand o b a j é tenía b a r b a M e sorprendió el i n cendio del Georgcs Philipart. L a emoción me p r o d u j o c a l v i c i e L o s m á s g r a n d e s r i e s g o s no l o g r a n a f e c t a r m á s que a m i s c a bellos, pero- mi c o r a z ó n es d u r o y fuerte. E n cuanto c o n o z c a el resultado de las elecciones, v o l v e r é a P o l o n i a T o d o su a f á n se r e f e r í a a saber- el r e s u l tado de l a v o t a c i ó n y no e r a e x t r a ñ o este interés en u n h o m b r e que había h e c h o t a n l a r g o v i a j e sólo p a r a a s i s t i r a ellas. A las d i e z de l a noche me r o g ó ¿Q u i e r e usted darse u n a v u e l t e c i t a por a h í P u e d e ser que y a h a y a n o t i c i a s Salí. Regresé. L e d i j e -A ú n no se sabe nada. E l e s c r u t i n i o es m u y l a b o r i o s o E l m i n i s t r o de l a G o b e r n a ción habló p o r radio a las nueve. ¿Q u é anunció? -Q u e hablaría a las doce. A las doce tuve que i n f o r m a r l e de que no h a b l a r í a h a s t a las once del día siguiente. A las once del día siguiente t a m p o c o pudo h a b l a n C o m o advertí l a i m p a c i e n c i a de m i a m i g o realicé u n a n u e v a s a l i d a en b u s c a de datos. V o l v í c o r r i e n d o -Han t r i u n f a d o las derechas. ¡O h! ¿C o n o c e usted detalles? -N o V o y a buscarles. D i e m i n u t o s después entraba n u e v a m e n te e n su a l c o b a -N o s o n las derechas, son las i z q u i e r das las d e l é x i t o ¡A- h! ¿E n qué proporción? -Salgo a a v e r i g u a r l o E n dos h o r a s lé telefoneé diez v e c e s Q u e no, que las d e r e c h a s Q u e no, que las i z a u i e r d a s M i t a d y m i t a d Nadie. Todos. A q u e l l a noche me d i j o -P o r p r i m e r a vez en m i v i d a he sabido l o que e r a n p a l p i t a c i o n e s Y así pasó e l lunes. Y no supimos nada. L l e g ó el martes; L a s derechas, s í N o son las i z q u i e r d a s ¡L o s socialistas! z P e r o en s e g u i d a empezó l o de las vueltas. T i e n e que haber segunda v u e l t a Y a n o h a y segunda v u e l t a A l S r B e s t e i r o le sob r a n 790 votos p a r a el 40 p o r i c o E s t o a las nueve de l a noche. A l a u n a de la) m a d r u g a d a del miércoles le f a l t a b a n dos m i l votos p a r a el n e c e s a r i o porcentaje. E l señor F u s t r i q u i t o s u f r i ó u n a extrasístole a l a r m a n te. C u a n d o se recuperó, me d i j o -E l último e s c r u t i n i o terminó a las ocho de l a m a ñ a n a del lunes. E l c o l e g i o m á s a p a r tado, del m i n i s t e r i o de l a G o b e r n a c i ó n est a r á a u n c u a r t o de h o r a de taxi, a dos h o ras de m a r c h a a pie, en el peor caso. H a y que suponer que l a J u n t a del C e n s o h a y a tenido en su poder todas las actas el m i s m o lunes. ¿C ó m o es posible que no se c o n o z c a el r e s u l t a d o? Y si es que n o h a n llevado las actas, ¿quién las tiene? ¿D ó n d e están? -N o lo comprendó- -balbucí. S o n ó e l t i m b r e del teléfono. -F a l t a n diez s e c c i o n e s- -n o s informar o n- p e r o no es n e c e s a r i a l a segunda vuelta. E l S r F u s t r i q u i t o sintió u n p i n c h a z o en el c o r a z ó n U n a h o r a después, c u a n d o y a amanecía el m i é r c o l e s -P u e s parece a h o r a que no hay m á s r e m e d i o que i r a l a segunda v u e l t a E l S r F u s t r i q u i t o e x t r a v i ó los ojos, h i z o h i p! y se r e v o l c ó en el lecho. C o r r í h a c i a él. -B u e n o amigo m í o- -m u r m u r ó con voz d é b i l- esto n o h a y q u i e n l o aguante. Y o no sé l o que les pasará a los otros 939- 39 habitantes de M a d r i d p e r o y o me m u e r o M e h a n destrozado el c o r a z ó n ¿Q u i e r e que le d i g a u n a c o s a? N o creo que n u n c a llegue a saberse quién h a t r i u n f a d o A h í en m i c h a l e c o -c o n t i n u ó entre e s t e r t o r e s- -e n contrará u n r e a l C o m p r e u n a u n a t a b l a de s u m a r y y mándesela al i l u s t r í s i m o p r e presidente d e l a J u n t a clel C e n s o E s m i l e g a d o Y ¡v a y a ¡c o n D i o s A mí y a no me f a s t i d i a n m á s Y expiró. W. F E R N A N D E Z FLOREZ EL ESCRUTINIO GENERAL DE mañana la Junta provincial del- Censo sidencia el presidente de la Audiencia, LAS ELECClONES. -En una sala de la Sección primera de ta Audiencia se constituyó ayer para proceder, al escrutinio general de las elecciones celebradas en Madrid, capital. Ocupó la preD; Féliti Alvares de Santullano. En otra sala se reunió la Junta para el escrutinio de las actas de Madrid, provincia. (Foto Zegrí.