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EXTRAORDINARIO fio s i r v e p a r a n a d a y a se h a n c o m e t i d o las e r r a t a s el v o l u m e n y a f u é leído, si no se advirtieron, ¿p a r a qué destacarlas? S i las enmendó l a c u l t u r a del lector, ¿para qué r e c o r d a r l a s? S o l a m e n t e p u e d e n ser de a l g u n a u t i l i d a d si se l l a m a l a a t e n c i ó n p a r a l a edición p r ó x i m a C o n este f i n ú n i c a m e n t e se m e o c u r r e r e c o g e r a l g u n a s e r r a t a s de l a p a s a d a t e m p o r a d a t a u r i n a p o r s i en l a próx i m a pueden corregirse. H a y u n o s e r r o r e s i m p u t a b l e s a l público, a l a p o c a f i j e z a d e l público, a l o que se l l a m a a h o r a desorientación del público. Y otros d e l g r u p o d e cuantos t o m a n p a r t e e n el espectáculo: toreros, ganaderos, empresarios, asesores, v e t e r i n a r i o s A u n q u e p a r e z c a a l g o i l ó g i c o y o c r e o q u e d a ñ a n m á s a l a fiesta l o s e r r o r e s d e l p ú b l i c o q u e l o s otros. P o r q u e el p ú b l i c o es el q u e aU m a n i f e s t a r s e a l a c e p t a r o r e c h a z a r d i r i g e y e n c a u z a l a fiest a S u i n f l u e n c i a es d e c i s i v a p a r a que l a s n o r m a s sean u n a s u o t r a s A d e m á s l o s errores de público me parecen m á s correg i b l e s p o r q u e e n c a d a espectador h a y u n a v o l u n t a d d e ser b u e n aficionado, y s i n o l o c o n s i g u e n o es p o r c u l p a s u y a s i n o p o r f a l t a d e c o n o c i m i e n t o s de l a l i d i a i E n c a m b i o e n e l t o r e r o y e n el g a n a d e r o y e n el e m p r e s a r i o puede h a b e r c o m o ü i d a d y c o d i c i a a l a c e p t a r e l e r r o r es d e c i r puede convenirles el error y aprovecharle. E n e l p ú b l i c o n o e n e l pttblico, e l e r r o r es s i m p l e m e n t e e r r o r y l e p e r j u d i c a a él p r i n c i p a l m e n t e a l t o r c e r l a fiesta. P o r eso q u i s i é r a m o s c o m e n z a r esta fe d e ferrata? fijándonos e n el público. D o n d e el p ú b l i c o está m á s d e s o r i e n t a d o es e n el p r i m e r t e r c i o de l a l i d i a D e este t e r c i o a j u z g a r p o r sus i n c l i n a c i o n e s l o ú n i c o que le i n t e r e s a es e l t o r e o de capa. E n que se dé 0 n o se d á el l a n c e c i f r a t o d a su a t e n c i ó n y c u l t u r a t a u r i n a A h í está su p r i m e r e r r o r me h a de i n f l u i r e n el r e s t o de l a l i d i a P r e t e n d e r q u e a todos l o s t o r o s s a l g a n c o m o S a l g a n se l e s toree de c a p a y se les toree a todos l o m i s m o es t a n t o c o m o p r e s c i n d i r de l a r e a l i d a d d e l t o r o E s e l m i s m o e r r o r en que i n c u r r i e r a el torero, y algunos incur r e n de llevar premeditada l a faena, s i n saber a ú n c ó m o v a a ser e l t o r o a l q u e ha: d e a p l i c á r s e l a C o n e l l o n o solamente se v i c i a l a l i d i a s i n o q u e a l a m p a r o de u n l a n c e p a s a n t o r e r o s f a l t o s de a p t i t u d T o d a v í a es e l d a ñ o m a y o r de l o q u e parece, p o r q u e l o s resabios q u e e m p i e z a n e n e l p r i m e r t e r c i o t r a e n l a c o n s e c u e n c i a de u n ú l t i m o t e r c i o def e n s i v o y v u l g a r ¡C u á n t a s veces se h a m a l o g r a d o ttn t o r o y u n a f a e n a d e m u l e t a p o r l o s a p l a u s o s de u n a b u s i v o t e r c i o de q u i t e s! Y o t e m o m u c h o a esos t e r c i o s de v a r a s e n q u e p o r ser el t o r o boyante, s a l u d a n m o n t e r a e n m a n o l o s t r e s m a t a d o r e s S i e l t o r o n o es u n p o r t e n t o de b r a v u r a es c a s i s e g u r o que c u a n d o s a l u d a n n o quede d e l t o r o y a s i n o l a e s t a m p a P o r eso es f r e c u e n t e e l e q u i v o c a r se e n estos t o r o s esperando u n a g r a n f a e n a de m u l e t a q u e l u e g o n o a p a r e c e p o r q u e y a n o h a y t o r o E s n e c e s a r i o e s t i m u l a r a qusj se c u i d e el t o r o que, en d e f i n i t i v a es l i d i a r l e e n b u e n a l i d y r e c h a z a r t o d o l o que sea a c a b a r c o n el t o r o aunque se empleen lances b o n i t o s T o r e r o qjue n o l i d i a e l t o r o o n o sabe s u p r o f e s i ó n o v a de m a l a fe a a p r o v e c h a r s e de u n p ú b l i c o poco i n t e l i g e n t e 1 A s í c o m o el público n o r e p a r a en el c a p o t e o e x c e s i v o y l o que es peor, l o p r e m i a c o n a p l a u s o s e x a g e r a d o s e n c a m b i o teme p o r el t o r o e n c u a n t o u n p i c a d o r r e c a r g a y se e c h a sobre el palo. E s d e c i r c u a n d o p r a c t i c a l a suerte c o m p l e t a H a s t a he o í d ped i r que e n c c m o m e n t o e l p i c a d o r r e t i r e el p a l o y deje de p i c a r l i s t o os l o m i s m o q u e p e d i r q u e entregue el caballo y que n o l e i m p o r t e darse u n a costalada, c u a n d o l a s u e r t e de p i c a r es lo c o n t r a r i o de e n t r e g a r e l c a b a l l o y caerse el p i c a d o r P e d i r que se Jevante el palo p a r a no h a c e r daño es l o m i s m o que si en el c e n t r o de u n pase de m u l e t a ¡p i d i é r a m o s q u e e l t o r e r o soltase l a m u l e t a 0 DE ABC D E F I N D E A Ñ O P A G 39 P e r o 110 es toda l a c u l p a n i de lew t o r e r o s mancos n i de los espectadores ciegos. H a y i n f o r m a d o r que c o n t r i b u y e a l a confusión d i c i e n d o D i o tres pases n a t u r a l e s c o n l a d e r e c h a N o c o n l a d e r e c h a no se d a n i n g ú n pase n a t u r a l T o d o l o que se hace c o n l a d e r e c h a es a y u d a d o c o n el e s t o q u e m á s m a l o m á s bueno, m á s ceñido, m á s despegado, p o r alto o p o r b a j o g i r a n d o o s i n g i r a r t e m p l a d o o v i o l e n t o a g u a n t a n d o a pie firme o metiéndose e n e l cuello. P e r o n a t u r a l n o a y u J a d o c o n e l estoque. S e nos v i e n e n a l a p l u m a tantas e r r a t a s que c o r r e g i r que nos s a l d r í a m o s del espac i o que nos s e ñ a l a r o n p o r q u e el p e r i ó d i c o n o es u n t e m a s i n o el c o n j u n t o de temas y a c a e c i m i e n t o s Y c o m o n i en u n n ú m e r o n i e n dos se pueden señalar l o s e r r o r e s de l a fiesta, y c u a n d o l l e g u e l a t e m p o r a d a y a se h a b r á n o l v i d a d o m e p r o p o n g o c o m o m á s eficaz, d i s c u r r i r a c e r c a de sucesos c o n c r e t o s y así este a ñ o que e m p i e z a en. c a d a c o r r i da, s e ñ a l a r e m o s aquellos e r r o r e s c o m e t i d o s que m á s i n f l u y a n e n l a desorientación. S i e m p r e p r o c u r a m o s h a c e r l o p e r o este a ñ o n o s proponemos tratarlos c o n más cuidado, por s i así podemos c o n t r i b u i r a fijar b i e n l a s d i r e c t r i c e s que n u n c a se d e b i e r o n b o r r a r sean l u e g o cuales sean las m o d a l i d a d e s i n t e r p r e t a t i v a s de c a d a t o r e r o Q u e u n a c o s a es el estilo y o t r a cosa es l a escuela, l o f u n d a m e n t a l l o i n m u t a b l e de l a fiesta. Y a v e r G. CORROCHANO y echase a c o r r e r A l o s toros h a y que p i carlos, p r i m e r o para ver l a codicia y durez a del t o r o p a r a poder j u z g a r a l t o r o y desp u é s p a r a poderle t o r e a r b i e n A u n t o r o si es u n t o r o de v e r d a d no h a y q u i e n le t o ree c o m o nos g u s t a que se toree s i no se le h a p i c a d o ¿Q u e es que los p i c a d o r e s p o r r e g l a g e n e r a l p i c a n m u y m a l? E s o es c i e r t o P e r o u n a c o s a es e x i g i r l e s que p i q u e n b i e n y o t r a que p o r q u e p i q u e n m a l se c a m b i e e l t e r c i o y se v a y a n los toros s i n p i c a r p o r q u e todo l o q u e h a g a n l o s t o r o s después, y p o r c o n s i g u i e n t e lo q u e h a g a el m a t a d o r depende de este m o m e n t o Y o q u i s i e r a que a l g u n a vez sonase u n a o v a c i ó n u n á n i m e a l c a m b i a r s e el p r i m e r t e r c i o en h o n o r de u n m a t a d o r que no hubiese dado n i u n c a p o t a z o de m á s a u n t o r o y de u n p i c a d o r que, a g a r r á n d o s e p o r derecho y doblándose sobre el p a l o r e s i s t i e r a l o s toros m á s pegajosos, pase l o que pase. S e r í a señal de que el p r i m e r t e r c i o empezaba a c o m p r e n d e r s e y de que l a desorientación q u e l a m e n t a m o s e m p e z a b a a orientarse. P e r o no sucederá: hay un núcleo de p ú b l i c o c a p r i c h o s o q u e g u s t a de l o a c c e s o r i o y n o r e p a r a en l o f u n d a m e n t a l S o l a m e n t e l a i m p o s i c i ó n de u n a m i n o r í a a f i c i o n a d a podría, p o c o a poco, c o n t r a r r e s t a r esa c o r r i e n t e p u e b l e r i n a Q u i s i é r a m o s detenernos u n m o m e n t o e n l a suerte de b a n d e r i l l a s E s el t e r c i o menos i m p o r t a n t e p e r o t a m b i é n el m á s d a ñ i n o S o n m u c h o s los t o r o s que c a m b i a n e n b a n derillas. M u c h o s P o r l a m a l a c o l o c a c i ó n del p e o n a j e y el exceso de capotes. A m í me m a r a v i l l a c u a n d o u n b a n d e r i l l e r o necesita que le c o l o q u e n el t o r o e n d e t e r m i n a d o l u g a r a f u e r z a de capotazos, a c i e n c i a y p a c i e n c i a del m a t a d o r y c o n a p l a u s o del público, cuando to. do ello v a en p e r j u i c i o del m a t a d o r d e l t o r o y p o r l o tanto, del público. Y o r e c u e r d o que u n a tarde, en que l o s b a n d e r i l l e r o s de joselito h a b í a n h e c h o esto y l o g r a d o g r a n d e s ovaciones, p e r o h a bían m a l o g r a d o el t o r o les l l a m ó J o s é a l a c a b a r l a c o r r i d a y les d i j o H a b é i s estado m u y l u c i d o s os h a n a p l a u d i d o m u c h o pero me h a b é i s q u i t a d o a m í u n é x i t o M u c h o cuidadito con que no vuelva a ocur r i r p o r q u e el que tiene que estar b i e n soy y o que soy el que c o n t r a t a l a s c o r r i d a s ¿P u e s qué d i r e m o s de l a monotonía de las faenas de m u l e t a? S e corregiría esa monotonía, y se l o g r a r í a p o r c o n s i g u i e n t e m á s v a r i e d a d s i no se a b u s a r a t a n t o de l a m a n o derecha, h a s t a o l v i d a r s e de que h a y u n a m a n o i z q u i e r d a que es l a m a n o n a t u r a l de t o r e a r Y esto sí que es r a r o que a c o n t e z c a en esta é p o c a en que g u s t a v e r pasar al toro cerca del torero. C o n l a mano i z q u i e r d a el e n g a ñ o se r e d u c e a las d i m e n siones d e l p a l i l l o que, c o g i d o p o r l a m i t a d cae l a m u l e t a a p l o m o E n l a d e r e c h a se amplía l a m u l e t a a l a r m a r l a c o n l a espada. C o n l a m a n o d e r e c h a se puede t o r e a r d i s t a n c i a d o y c o n el p i c o de l a m u l e t a C o n l a i z q u i e r d a n o p o r q u e n o h a y p i c o y h a y que centrar al toro en la muleta, o no torear. D e m o d o que l a v e n t a j a de u n a m a n o a o t r a es i n m e n s a E s t o n o q u i e r e d e c i r que se torce a todos l o s toros c o n l a m a n o i z q u i e r d a p e r o a m u c h o s m á s de los que se t o rean, sí. Y s o b r e t o d o a aquellos que a l tantearles c o n l a d e r e c h a se les ve que t i e n e n u n b u e n l a d o i z q u i e r d o C a d a pase bueno que se d a c o n l a m a n o d e r e c h a p o r el lado i z q u i e r d o es u n pase n a t u r a l que se escamotea a l público. Y el público a p l a u diendo. T a m p o c o a d m i t o que se c o j a l a m u l e t a c o n l a m a n o i z q u i e r d a y se apoye e l estoque e n l a t e l a E l pase n a t u r a l debe ser t a n l i m p i o t a n n a t u r a l que no l l e v e ayudas n i v i o l e n c i a s y el estoque debe quedar a l a d e r e c h a del l i d i a d o r c o n el puño a l a a l t u r a de l a c a d e r a E s u n j u e g o de m u ñ e c a que, u n a v e z c e n t r a d o el t o r o a b r e el a b a n i c o g r a n a p a r a d e s p e d i r l e en el v u e l o J u e go de m u ñ e c a y de c o r a z ó n p o r q u e e l pase n a t u r a l es de t o r e r o s p u r o s y- v a l i e n t e s r Quimil II i PARÍS 1933 ¿S o b r e qué hecho d e l año a b a t i r- -l e n t a m e n t e- -l a p l u m a? A f l o r a r o n al j u i c i o mul t i t u d i n a r i o d u r a n t e los doce meses t r a n s c u r r i d o s todos los f e n ó m e n o s de l a s o c i e d a d contemporánea: crímenes crapulosos, c r i s i s de G o b i e r n o s y de p a r t i d o s é x o d o s d i n e r a r i o s colapsos industriales y mercantiles, proezas a é r e a s en fin. N i n g u n a de estas o c u r r e n c i a s revistió, s i n e m b a r g o p o r sí s o l a c a t e g o r í a n i j e r a r q u í a de afirmación n a c i o n a l M u c h o m e n o s de v a l o r u n i v e r s a l N i n g u n a e n c u m b r a a l a ñ o 1933 n i s i q u i e r a l o d i s t i n g u e de sus precedentes y c o n t i n u a dores. L o que f u é y a e r a y e n los meses v e n i d e r o s c o n t i n u a r á siendo, será. F u e r z a es, p o r c o n s i g u i e n t e i n v e s t i g a r ¿Q u é e p i sodio, suceso o a n é c d o t a f o r j ó en las c u a t r o estaciones enhebradas p o r l a u n i d a d de t i e m p o u n a flecha de t r a y e c t o r i a h i s t ó r i c a y s e c u l a r? O m u c h o me e n g a ñ o o P a r í s a c u ñó l a s u b s t a n c i a del año e n u n a f r a s e que r e p e t i r á n las l e j a n a s edades f u t u r a s c o n mas embeleso que a l a r d e de e r u d i c i ó n l ai- je bien desceñan? D e s d e l a p l a n t a de u n a escal e r a de t r a m o y a c a r a a u n p ú b l i c o a n h e lante y t r a n s i d o C e c i l e S o r e l p r e g u n t ó l a d i e s t r a en el a i r e i l u m i n a d o y l a s i n i e s t r a m a n o p r e n d i d a en l a flotante f a l d a ¿La he bajado bien? Gacetas y m e n t i d e r o s salones y anfiteatros l e g i s l a t i v o s c a r i c a t u r i s t a s y comediantes r e c o g e n y a d a p t a n l a p u n z a n t e interrogación. S e x a g e n a r i a ya, la actriz e m i nente había desertado l a s a l a c l á s i c a de l a C o m e d i a F r a n c e s a p o r el m a r c o f r i v o l o de u n t e a t r o de r e v i s t a S u n o m b r e c o m o e l de G a b r i e l d A n n u n z i o a l p o s t e r g a r l a l i r a a l v o l a n t e de u n a v i ó n r e c l u t ó p r e s t a m e n te c u r i o s i d a d e s d o r m i d a s ¿E r a el de l a t r á n s f u g a u n gesto de c o q u e t e r í a f e m e n i n a o u n a a m b i c i ó n de m á s p r o s a i c o l i n a j e? ¿Q u é edad t i e n e? i n q u i r í a n las gentes. Y añadía el c o m e n t a r i o c o n t i n e n t a l y a u n é x t r a e u r o p e o ¿C ó m o podrá, a b r u m a d a no menos de años que de l a u r e l e s s o p o r t a r l a prueba ele los reflectores y el d i n á m i c o e x p e r i m e n to de u n a sesión ele baile? L a entrada de C e c i l e S o r e l en escena c o n s t i t u y ó aquella n o c h e de o c t u b r e u n o de l o s r i e s g o s que r a r a m e n t e h é r o e a l g u n o osó. a l o l a r g o de l a H i s t o r i a a s u m i r S u fantástica a p a r i ción en e l p i n á c u l o d e u n a r a n i n a de treinta escalones s u g e r í a a l o s espectadores v e r sados e n l o s r u d i m e n t o s de l a E d a d A n t i-