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A B C. JUEVES 8 DE FEBRERO DE 1934. EDICIÓN DE ANDALUCÍA. PAG. 18. LA PROTESTA DE FRANCIA CONTRA DE IZQUIERDA LAS OLIGARQUÍAS HA DIMITIDO EL G A B I N E T E EVITAR DE NUEVO DALADIER PARA DERRAMAMIENTO DOUMERGUE GOBIERNO DE SANGRE Y SE ENCARGA FORMAR Los partidos burgueses, incluso el radical- socialista, se pronuncian en favor de D o u m e r g u e E l G o b i e r n o formado p o r éste tendrá c a en París, rácter antisocialista. A n o c h e se repitieron los desórdenes aunque con menos violencia. Las elecciones generales celebradas en Francia en la primavera de 1932, es decir, hace menos de dos años, dieron por resultado la derrota de la mayoría de Tardieu y el triunfo innegable de las izquierdas. Cada ves que los socialistas votaron con los radicales burgueses en favor de los Ministerios cartelistas, éstos salieron triunfantes de las discusiones parlamentarias. Sólo han caído cuando los socialistas- obligados a ello por los Sindicatos de los funcionarios públicos- -votaron en contra de los Gobiernos qm trataron de reducir los sueldos. Como los socialistas, acosados por los comunistas, no se atreven a tomar las responsabilidades del Poder, los Ministerios radicales no disponen de mayoría propia y tienen que solicitar sea los votos de la extrema, izquierda, sea de los moderados. Al formar Gobierno con los representantes de éstos (Fabryj Pietri) Daladier esperaba poder sustraerse a la imposición socialista; pero Tardieu excluyó a Fabry de su partido y Daladier se dio cuenta de que no podía contar con los votos del centro- derecha. Entonces, con el fin de salvarse, sacrificó a Chiappe a los rencores de los socialistas, lo que determinó la salida de su Gobierno de los personajes pertenecientes a los grupos moderados. El Gabinete Daladier se transformó bruscamente en un Ministerio cartelisia puro. Desde el punto de vista puramente parla mentario, Daladier tuvo razón; en efecto, anteayer ganó dos votaciones en la Cámara con una mayoría considerable. Diremos que hubiera tenido rasan si sólo contase el Parlamento y no también la opinión. Ya se ve: con dos votaciones ganadas y todo, ha tenido que presentar la dimisión ante la presión de la opinión; indignada de la sumisión de Daladier a la tiranía socialista. Porque de ello se trata: del abuso que ejercen los socialistas, sin cuyos votos ningún Gobierno cartelista es viable. Daladier calculó bien los votos que obtendría, sacrificando a Chiappe; diremos que resultó buen parlamentario, pero se olvidó de su condición de estadista. Más valía para él quedar derrotado en la Cámara por los votos socialistas y aumentar su prestigio en el país. Repetimos que sin los votos socialistas no puede haber Ministerio cartelista. ¿Entonces? Entonces hay que contar con nosotros y obedecemos, dicen los socialistas. Pero los moderados razonarán de otro modo y dirán: Si no puede haber cartel de izquierdas sin los socialistas, hay que acabar con el cartel y con los Ministerios cartelistas. Debe formarse un Gobierno de concentración burguesa, como el de Poincaré, que salvó el franco y la Hacienda pública. 1 Afortunadamente para Francia, tiene otro gran oíd man al ex jefe del Estado Gastón Doumergue, que procede de las filas radicales, pero que ha dejado hace tiempo de serlo. En una reciente interviú concedida al semanario 1934, M. Doumergue alza la vos en contra de la Dictadura de los seiscientos diputados que durante cuatro años no rinden cuenta a nadie y que, a veces, habiendo perdido de este modo el contacto con la nación, se ponen al servicio de intereses privados Según Doumergue, la democracia es otra cosa, es un equilibrio entre dos poderes: el legislativo y el ejecutivo No niega el ex presidente de la República qué es favorable a una reforma de la Constitución, aumentando las facultades del jefe del Estado. para disolver a la Cámara, y reforsando el Poder ejecutivo, a costa de la hipertrofia parlamentaria. Doumergue está, pues, de acuerdo con la calle, protestando contra la dictadura ejercida por los diputados y los abusos cometidos por ellos. El nuevo Gobierno que se forme tendrá que remediar esa situación antinatural. ABC en París S e intenta emular, sin éxito, la página de Casas Viejas. L a caída y desgracia de Daladier P a r í s 8, 2 m a d r u g a d a (C o n f e r e n c i a tel e f ó n i c a de n u e s t r o r e d a c t o r E n u n o o e n o t r o t o n o c o n este o aquel l é x i c o p e r s o n a s y c o r p o r a c i o n e s c o n d e n a n l o s actos de f u e r z a cometidos anoche p o r e l G o b i e r n o e x i g i e n d o i n i c i a l m e n t e e n e l h e m i c i c l o que se e x p l a n a r a n c u a t r o n o m á s de las i n t e r p e l a ciones a n u n c i a d a s y m á s t a r d e y p o r ú l t i mo- -caso inaudito sin precedentes- -negándose a t o d a interpelación y p o r ende, a t o d a referencia inquisitiva e informativa en o r d e n a l a s dos c r i s i s r e g i s t r a d a s a espaldas d e l P a r l a m e n t o en los últimos diez días. E l Gobernó llegó cubierto por l a irresponsab i l i d a d p a r l a m e n t a r i a allí donde sólo puede l l e g a r t a l c u a l d i c t a d o r de m e n o r cuantía, b i e n que a c u e r p o l i m p i o y c o n e l r i e s g o consiguiente a l a responsabilidad subsidiar i a o r d e n a n d o a l a f u e r z a p ú b l i c a que d i s parase c o n t r a l a flor de l a c i u d a d a n í a f r a n cesa- -varones provectos y a u n sexagenarios que f u e r o n c o n d e c o r a d o s e n el c a m p o de b a t a l l a estudiantes de c a l i d a d empleados, c o merciantes e industriales modestos- E l G o b i e r n o intentó e m u l a r s i n é x i t o las g l o r i a s de o t r o c u y a política f u é a f r e n t a n o sólo de E s p a ñ a sino de E u r o p a P o r q u e s i E u r o p a se i n t e r e s a r a p o r E s p a ñ a en v e z de i g n o r a r l a v desconocerla, l a s a r r a c i n a de anoche, sensibles a ú n las h e r i d a s a b i e r t a s por el Ministerio negro, hubiera determinad o s o r p r e s a ¿5 reprobación- m e n o s ¡mucho Si Poincaré tuviese unos años menos o gozase de buena salud, el presidente de la República le hjM ra entregado, el Poderj. menos p r o f u n d a N o seré y o pues, e x t r a n j e r o en F r a n c i a q u i e n finja a s o m b r o anteij las c a r g a s m á s o menos c r u e n t a s y en p a r t e i j u s t i f i c a d a s o excusables de l a p l a z a de la! Concordia. N i el Gabinete D a l a d i e r n i n i n- l g ú n G o b i e r n o c o n t e m p o r á n e o c o m o n o fue- j r a el z a r i s m o r o j o concibió s i q u i e r a l a pá g i n a de C a s a s V i e j a s S u p l i c o p o r c o n s i guíente, a los lectores españoles que se a b s t e n g a n de t o d o r e m i l g o o a s p a v i e n t o ante lái figura de D a l a d i e r T o d o l o s e c t a r i o y f a n á t i c o que se q u i e r a todo l o f r a c m a s o h y li- ¿brepensador que os v e n g a e n g a n a D a l a d i e r es, s i n e m b a r g o c r i s t i a n o h i j o de p a d r e y, madre cristianos. F u é u n error, sin duda, a u t o r i z a r a l a g u a r d i a a que h i c i e r a uso de sus a r m a s U n e r r o r n a d a m á s pues el d i l e m a es é s t e O desbandar a u n a multitud! en p r o g r e s i ó n de v o l u m e n y a u d a c i a o c o n sentir que e l l a i n v a d i e r a y a l l a n a r a e l r e c i n to de l a s o b e r a n í a n a c i o n a l c o n r i e s g o n o sólo de l a v i d a de sus r e p r e s e n t a n t e s s i n o de l a s o b e r a n í a n a c i o n a l m i s m a U n gobernante más avezado o p o r lo m e nos m á s d u e ñ o de s u s n e r v i o s se h u b i e r a! e v a d i d o p o r c i e r t a tangente, n o e x e n t o d e gallardía. S i h u b i e r a apenas a b i e r t a l a s e sión, p r o b a d o m e j o r que d i c h o s u d e s i g n i o de c a s t i g a r todas l a s r e s p o n s a b i l i d a d e s c o n siguientes a l a s u n t o S t a v i s k y ¿q u i é n d u d a que h u s m e a n d o l a l l e g a d a de l a m u c h e d u m bre, d i s p u e s t a a t o m a r s e l a j u s t i c i a p o r s u mano, n habría l a mayoría votado l a m o c i ó n de c o n f i a n z a? N i es t a m p o c o improba- ble que r e v e s t i d o de t a l a u t o r i d a d D a l a d i e i j hubiera apagado y aun transformado- -él ¡p e r s o n a l m e n t e- -l a t ó n i c a d e l gentío, e n c u a n t o éste, ante l a v e r j a del P a l a c i o d e l B o r b ó n e s c u c h a r a de sus l a b i o s que l a j u s ticia- -una justicia implacable- -estaba y a hecha. P e r o n o p i d a m o s a u n político d e m ó c r a t a l a v i r t u d de identificación c o n una m a s a n a c i o n a l- -n a c i o n a l y no política, n o p a r t i d a r i a- -y r e c í p r o c a m e n t e N o- conocí a l menos e n l a h i s t o r i a c o n t e m p o r á n e a b a j o régimen a l g u n de democracia, a gobernante que h a y a a s u m i d o l a t a n v a s t a y tan e m p e r o s i m p l e c i n f a n t i l e m p r e s a de sincro- n i z a r l a i d e a l i d a d de u n p u e b l o L o s g r a n d e s! tribunos demócratas fueron y son el verbo; de n p a r t i d o n u n c a él v e r b o de u n a na- 1 d o n C l e m e n c e a u l o fué de F r a n c i a e n cuan- j to impuso sus trasfondos autocráticos. V e d también c ó m o H i t l e r cómo M u s s o l i n i c ó m o! en a l g u n a o c a s i ó n e l p r o p i o P r i m o de R i vera, temperamento m u y superior al d e M a ciá, p e r o c o m o e l de éste deficiente, i n t e r p r e t a r o n los anhelos confusos o s i preferís! l a s e n t i m e n t a l i d a d de todo u n p u e b l o pues j to e n p i e P e r o ¿c o n c e b í s p o r e j e m p l o a l ¡redicho D F e l i p e Sánchez R o m á n- -l o más; inédito y flamante d e l a R e p ú b l i c a- -e n c a r- n a n d o las e s p e r a n z a s y l o s ímpetus, de mi- j llones y m i l l o n e s de c o e t á n e o s? j V o l v i e n d o a D a l a d i e r y s u desgracia- -c üH t o d o e l a p a r a t o de u n n a u f r a g i o s i n orillas- i n d u c e n a l respeto antes q u e a l a c o m p l a c e n c í a e n el m a l a j e n o h u b i e r a s i d o incapaz! de p r o f e r i r e n l a p l a z a de l a C o n c o r d i a o c u r r i ó l o que tenía q u e o c u r r i r C o n él desaparece d e l elenco d i r e c t i v o de l a política) f r a n c e s a n o s ó l o u n r a r o caso de i n t e g r i d a d s i n o u n c a r á c t e r a l t i v o y e n é r g i c o r á p i d o y ¡v a l e r o s o e n l a e j e c u c i ó n V í c t i m a señalada- acaso l a ú l t i m a v í c t i m a- -d e l p a r l á m e n t a r i s- rao f r a n c é s apenas se h a b í a c o n t a g i a d o p o p los vicios del sistema. E l techo en r u i n a s g r a v i t a b a sobre l a c a b e z a menos c u l p a b l e L o p r u e b a que n o v a c i l a r a e n c o m p r o m e t e r s u p o r v e n i r político, c o m o efectivamente l o comí prometió, g r i t a n d o a s u a l i a d o L e ó n B l u m desde el b a n c o del G o b i e r n o hace meses, en! m o m e n t o 1 que n e c e s i t a b a los votos s o c i a l i s t a s N o t e n g o capitales, n i soy abogado! de c a p i t a l i s t a s A l p r o d u c i r s e l a d i m i s i ó n de C h a u t e m p s indicábamos que s e r í a él q u i e n i n t e n t a r a b i e n que s i n l o g r a r l o d e s i n f e c t a r l a a t m ó s f e r a S t a v i s k y ¿Una y ez e n e l P o d e r h a c e 0 0 1
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