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PTARTO ILUSTRA- UU DE ¿N F Q R M A N G DO ÜE I N F O R M A GENERAL b N ER AL PRADO D E S A N SEBASTIAN. MENSUAL, SUSCRIPCIONES 5 ANUNCIOS: P T A S 25. I P R O V I N C I A CIÓN 40 VELAZQUKZ, E L TRIMESTRE. P T A S 75. UNA PESETA SUSCRIPCIÓN: P A GSN A S A P A R T A D O 49. ADMINISTRACIÓN: 12 S E V I L L A ARGELINOS EN HUELGA S O B R E EL PALACIO NDE SE DEBA AQUEL TER EL CONDE DE CASA ROJAS ENTREGO LA NOTA DEL GOBIERNO ESPAÑOL AL FRANCÉS El Consulado norteamericano en Túnez fué saqueado. Han sido übeitados los detenidos por los sucesos de Tetuán. Indicios fehacientes de la intervención comunista en la subversión del Norte de África W a s h i n g t o n 8. (C r ó n i c a t e l e f ó n i c a fie n u e s t r o c o r r e s p o n s a l E n e l i n q u i e t a n t e c u a dro de l a crisis á r a b e l a d e c l a r a c i ó n firmada el d í a i entre e l Gobierno de P a r í s y e l primer ministro. del Sultán de Marruecos, reconociendo e n principio l a independencia leí P r o t e c t o r a d o f r a n c é s h a s i d o a c o g i d a a q u í c o n a l i v i o y s a t i s f a c c i ó n Washington, que ve todo e l problema norteafrieano y del Oriente M e d i o en función d e i d e s p e r t a r n a c i o n a l i s t a m u s u l m á n i n t e r p r e t a l a d e c l a r a c i ó n c o m o e l p r i m r r pa! so c o n s t r u c t i v o de F r a n c i a h a c i a l a p a z d e M a r r u e c o s y cree que t o d o c u a n t o afecta a Ja s o b e r a n í a d e l Imperio jeriflano tendrá que ser tratado, eu su momento oportuno, ¡con i d é n t i c o c r i t e r i o En, esta ocasión- -dice l a nota oficial d e l Gobierno americano- Estados Unidos r i n d e t r i b u t o a l a p r e v i s o r a y g e n e r o s a p o l í t i c a q u e h a a b i e r t o u n n u e v o c a p í t u l o en. la historia de l a c o l a b o r a c i ó n entre dos naciones. A l m i s m o tiempo, e l embajador a m e r i c a n o e n P a r í s y e l agente d i p l o m á t i c o de Washington en M a r r u e c o s h a n transm i t i d o ias f e l i c i t a c i o n e s d e l G o b i e r n o a l S u l t á n y. a l G o b i e r n o f r a n c é s r e s p e c t i v a m e n t e P a r a Washington, l a cuestión inmediata es saber s i e l Sultán d i s p o n d r á de l a a u t o r i d a d política suficiente p a r a m a n t e n e r e n Marruecos l a d i s c i p l i n a indispensable, q u e 6 h e este p e r í o d o de t r a n s i c i ó n y h a g a p o s i b l e l o s n u e v o s i n s t r u m e n t o s de G o b i e r n o que r e s p o n d a n a l a s e x i g e n c i a s d e l- t n o m e n t o a l o s intereses de M a r r u e c o s y a l o s d e F r a n c i a E l p r i m e r paso d e l protocolo de P a r í s lo considera prometedor; está p o r v e r a h o r a e l segundo, y si será posible conciliar las aspiraciones nacionales m a r r o q u í e s con esa oscura fórmula d e i n t e r d e p e n d e n t i s m o qiue P a r í s p r e c o n i z a Esta situación h a dado aquí hoy mucho m u n d o á r a b e -h a c e n que M a d r i d se h a y a relieve a l discurso pronunciado en Rabat c o n v e r t i d o a h o r a e n e l foco de a t e n c i ó n d e por c i S u l t á n de M a r r u e c o s a s u regreso de W a s h i n g t o n e n c u a n t o á l a s soluciones poFrancia. líticas a dar en l a Zona española. A q u í se l e c a l i f i c a de conciliador y hábil, Sin p e r j u i c i o de l o que o c u r r a e n l a Z o n a francesa, el desarrollo de relaciones entre e l d a d a s l a s c i r c u n s t a n c i a s y. s e e l o g i a l a p r u Sultán y e l Gobierno español será seguido dencia de M o h a m e d V a l evitar e l lenguaje aquí, en adelante, con e l mayor interés. E n violento q u e h u b i e r a n deseado los extreellas r a d i c a en opinión norteamericana, l a mistas. c l a v e á e l a unificación n a c i o n a l de M a r r u e Los corresponsales americanos en e l Norcos, l a c o o p e r a c i ó n f u t u r a d e l I m p e r i o Jete de Á f r i c a s u b r a y a n q u e l a s a u t o r i d a d e s r i f l a n o c o n l a s d o s n a c i o n e s p r o t e c t o r a s y. franceses creen que e l S u l t á n t e n d r í a que en definitiva, todas sus relaciones con el haber exigido que los rebeldes que quedan m u n d o Occidental. Para Estados Unidos, e n v a r i o s focos d e l R i f y d e l A t l a s r i n d i e s e n c o m o d i g o e l p r o b l e m a n a c i o n a l de M a r r u e sus armas. D e ib contrario- -dicen- -r- la s i cos e s t á d i r e c t a m e n t e r e l a c i o n a d o c o n e l d e t u a c i ó n p o d r í a í r s e l e s d e l a s m a n o s y dege norar 6 n l a anarquía. E l c r i t e r i o a m e r i c a n o es q u e e l S u l t á n p a rece disponer de suficiente autoridad m o r a l p a r a i m p o n e r s e sobre los focos rebeldes. ÍIÍI s i t u a c i ó n j u r í d i c a y p o l í t i c a d e l a Z o n a e s p a ñ o l a i n t e r e s a a q u í d e u n a m a n e r a especial, d e s p u é s de l a firma d e l protocolo relativo a l a Zona francesa. Varios periódicos publican sin comentarios las reservas hechas públicas e n e l comunicado del Alto Comisarlo español, general G a r c í a Valiño, en cuanto a l a declaración franco raarroquí, a c l a r a n d o que dichas reservas n o se refieren a l progreso realizado hacia l a independencia de Marruecos, sino t a n sólo al hecho Je q u e e l p r o t o c o l o a f e c t a t a Sólo a l a Z o n a francesa. La actitud legitimista tomada por e l G o b i e r n o ño M a d r i d e n e l c a s o d e l a c r i s i s d e l Sultanato m a r r o q u í las excelentes relaciones establecidas durante d i c h a crisis entre las autoridades e s p a ñ o l a s y los líderes nacionalistas de ¡a Zona, m á s l a cordialidad política entre Madrid; y las capitales del n muy definida de c o m p r e n s i ó n y simpatía h a c i a e l m u n d o m u s u l m á n E s t e es u n fenómeno nuevo y significativo e n Washington. En contrasto c o n l a posición antiegipcia tomada ayer en los Comunes p o r e l primer ministro británico, el presidente E i s e n h o w c mantuvo en su conferencia de Prensa l a p o s i c i ó n n e g a t i v a de l a A d m i n i s t r a c i ó n e n cuanto a l a venta de armas a Israel. Foster Dulles, por s u parte, insiste en l á negativa a m e r i c a n a a incorporarse a l Pacto de Bagr dad. Ayer, cuando u n periodista preguntó a l presidente sobre l a v e n t a de a r m a s a Israel, Eisenhower insistió en que Estados Unidos n o quiere p a r t i c i p a r en u n a c a r r e r a d e armamentos en el Oriente Medio, desvió la r e s p o n s a b i l i d a d h a c i a l a O N V. y r e c o r d ó! la d i f e r e n c i a e n t r e e l m i l l ó n s e t e c i e n t o s m i l h a b i t a n t e s de I s r a e l y l o s c u a r e n t a millo nes de á r a b e s que r o d e a n a l nuevo Estado. Estos miHones de á r a b e s y s u papel en el iriiundb d e l f u t u r o p e s a n m u c h o e n l a p o l i tica e x t e r i o r a m e r i c a n a E l l o y los. intereses m i l i t a r e s d e l P e n t á g o n o e n e l N o r t e d i África, explican e l interés de Washington en u n a solución satisfactoria del problema de M a r r u e c o s- -J o s é M a r í a M A S S I P A B C en París Argel, en las calles de París Parts p. (Crónica telefónica de nuestro corresponsal) Cuando a mediodía, en los suburbios, he visto- lOs primeros grupos de, argelinos y norteafricanos deambulando eciosos, creí encontrarme ante tina imagen dominical. Pefo la huelga -hoy decretada- -de trabajadores norteafricanos- en Pari y en gran parte de Francia no tiene un sólo Qpice efectivo. Viene, por el contraria, preñada de un tremendo dramatismo. Ha sida también esta mañana cuando los franceses han podido conocer os sangrientos detalles de los atentados perpetrados ayer roiiira- siete u ocho- hacienda: de modestos colonos, franceses de Argel, listantes apenas setenta kilómetros de aquella capital. Bi debate sobre Argelia, que se desarrolla: en la Cámara mientras escribo estas impresiones, suene a algo secundario junto a la matanza con que allá en Argel han querido acompañar la discusión parlamentaria, así como desde la propia metrópoli la fuerza, clandestina de los fállaghas ha lanzado a un tiempo la orden de una huelga que han secundado él. noventa por ciento, como promedio, de trabajadores norteafricanos. 1 t o d o e l mrandOgárabe. se Dentro de l a Administración republicana v a dibujando, poco a poco, u n a política A primera hora, de la tarde, el punto, de convergencia de todos los argelinos ha; sido la Mezquita de París, ante te puerta de la cual un grupo ha izado una bandera, alinea y verde, sobre la cual campea en, rojo una media luna y una estrella (están- darte de los rebeldes de Argel) mientras tres- mil argelinos aplaudían frenéticamente. La consigna para después era marchar sobre el Palacio Borbón, tomando iodo lo ancho de tas calles, y de esta manera presionar- -e impresionar- -al Parlamento reunido. Para evitar que tal sucediera, se. ha desplegado en- varios puntos estratégicos de la ciudad, y particularmente en los alrededores- del Palacio Borbón, el más descomunal servicio- de defensa que. iantás haya
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