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EN TORNO A LA PERSONA Y VIDA DE CASTA ESTEBAN Y NAVARRO j u s t i c i a es d a r a c a d a u n o l o q u e c o r r e s p o n d e es t a m b i é n c a r i d a d s i d e l a b u e n a f a m a se t r a t a E s t a s razones, creo que de b u e n peso, m o v i e r o n ya nuestra p l u m a e n v a r i a s ocasiones p a r a o c u p a r n o s de l a d e s v e n t u r a d a C a s t a E s t e ban y Navarro, mujer y m á s tarde v i u d a de G u s t a v o A d o l f o B é c q u e r Un r e c i e n t e a r t í c u l o de H e l i o d o r o C a r pintero, inserto en e s t a á columnas de A B C toa r e a v i v a d o n u e s t r o deseo, s i e m p r e t e n s o de a l e j a r e n l a m e d i d a d e t r e s p o s i b i l i d a d e s- b i e n c o r t a s n o se n o s o c u l ta- -i, l a i n d i f e r e n c i a y h a s t a l a l i g e r e z a con que diversos autores h a n enjuiciado la p e r s o n a s y v i d a d e l a m u j e r d e l c i s n e s e v i l l a n o o, a l m e n o s c o n t r a p o n e r a l a o p i n i ó n general otra m á s piadosa y con basamento cierto. IEI 30 d e m a r z o de 1955 se c u m p l i ó e l septuagésimo aniversario del fallecimiento de C a s t a E s t e b a n C o n d i c h o motivo, u n mes m á s tarde, nos o c u p a m o s de e l l a desde l a e m i s o r a e n S e v i l l a de R a d i o N a c i o n a l Y s i n c o n t a r a l g ú n otro trabajo, volvimos a h a c e r l o e n e l n ú m e r o 75 d e l a revista A r c h i v o Hispalense con U n breve ensayo, que e n su día proseguiremos. C o m o l a c i t a y r e l a c i ó n de las opiniones que sobre C a s t a Esteban o sobre su m a t r i m o nio expusieron diversos autores- -algunos contemporáneos y amigos de B é c q u e r tales como Eusebío Blasco, Narciso Campillo, Julio N o m b e l a- -d a r í a a estas l í n e a s excesiva, amplitud, digamos que l a m a y o r í a de e l l a s p e c a n d e c o n t r a d i c c i ó n sin c o n t a r que, e n su m a y o r p a r t e se r e d u c e n a meras suposiciones, dichas a l p a s o c u a n d o se e s c r i b í a s o bre su c ó n y u g e y no sobre e l l a P a r a n u e s t r o trabajo de Archivo Hispalense donde consta, nos m a n i f e s t ó el ilustre escritor J o s é A n d r é s V á z q u e z q u e e n 1826, a p r o x i m a damente, J u l i a B é c q u e r C o g han, sobrina carnal del poe ta, le m o s t r ó u n a c a r t a d i r i g i da a su padre, V a l e r i a n o B é c quer, p o r u n a m i g o d e é s t e e n ra q u e e l a u t o r d e l a m i s i v a se l a m e n t a b a a V a l e r i a n o de l a c o n d u c t a de C a s t a E s t e b a n y de lo infeliz qiie esta m u j e r hacia a su hermano Gustavo A d o l f o P a r e c e é s t a u n a de las p r u e b a s m á s c l a r a s sobre f S I e s c r u p u l o s o se a p r o p i a de l a o b r a b e c q u e r i a n a a n t e l a p e n u r i a d e m e d i o s de C a s t a E s t e b a n R e c u r r e é s t a entonces, a u n a s u s c r i p c i ó n de c a r i d a d h a c i e n d o c o n s t a r e n un á l b u m las l i m o s n a s que recibe. D e s e s perada y sin ayuda, marcha a París con c a r t a s de p r e s e n t a c i ó n de C a s t e l a r N a d a c o n s i g u e y a l v o l v e r a E s p a ñ a se dedica a escribir u n l i b r o- M i primer e n s a y o C o l e c c i ó n de c u e n t o s c o n p r e t e n siones de a r t í c u l o s p a r a a l l e g a r r e c u r sos. E r a e l a ñ o 1884. E n l a d e d i c a t o r i a a la m a r q u e s a d e S a l a r e s c r i b e e s t a s a m a r gas p a l a b r a s P o b r e y e n f e r m o estaba mi ser, p o r q u e h e r i d a y e n f e r m a t e n í a m i dolorida a l m a cansada de luchar c o n t r a mi d e s t i n o c u a n d o se m e o c u r r i ó e s c r i b i r estas m a l trazadas l í n e a s c o m o ú l t i m o r e curso p a r a defenderme de l a m i s e r i a y el h a m b r e que e n esta t i e r r a p a t r i a de C e r- b r e s u f a l t a de i n t e l i g e n c i a ser v u l g a r í s i m o d i c e de e l l a E u s e b i o B l a s c o e r a p o b r e y n o e r a g u a p a sosa, v u l g a r dice de e l l a F e d e r i c o C a r l o s S a i n z de R o b l e s) con l a i n d i s c u t i b l e r e a l i d a d de que h i z o u s o d e l a p l u m a ¡y e s c r i b i ó u n l i b r o- -m e j o r o p e o r é s a es o t r a c u e s t i ó n- -p a r a p o d s r subsistir. (iglesias P i g u e r o a u n o de los r e c o p i l a dores de l a d i s p e r s a o b r a de B é c q u e r h a escrito, r e f i r i é n d o s e a C a s t a H o y ten i e n d o r e u n i d o s s o b r e m i m e s a de t r a b a j o los r e s u l t a d o s de m i s i n v e s t i g a c i o n e s veo c u a n injustos fueron todos c o n aquella i n f o r t u n a d í s i m a mujer, d o t a d a de una sorprendente inteligencia y digna por todos conceptos de s e r l a c o p a ñ e r a d e B é c q u e r Desconocemos el resultado de las i n v e s t i g a c i o n e s de Iglesias F g u s r o a sin e m b a r g o s u t e s t i m o n i o es c o m o u n poco de luz entre tantos tintes sombríos, 3 í a r a que l a d u d a alcance incluso a l cuadro que nos muestra el rostro y figura de C a s t a E s t e b a n- -c u y a reproducción ilustraba el articulo y a c i t a d o d e H e l i o d o r o C a r C p i n t s r o- -n o se o l v i d e q u e d i cho cuadre, pintado por V a l e 11 vi? 1 v r riano y conservado en e l M u seo P r o v i n c i a l de B e l l a s A r t e s de C á d i z a d o l e c e t a m b i é n de c o n t r a d i c c i ó n E n efecto, hace un año, don César Peinan, director del Museo, a l conocer n u e s t r o deseo de l n c 1 u i r una reproducción del cuadro en u n nuevo trabajo sobre la m u j e r de B é c q u e r a u n inédito, tuvo la deferencia de m a n i f e s t a r n o s s u s d u das y remitirnos a u n estudio e n e l q u e e l c a t e d r á t i c o de l a U n i v e r s i d a d de B a r c e l o n a señor Guerrero Lovülo. hace c o n s t a r que l a p i n t u r a a p a r e ce f i r m a d a y f e c h a d a p o r V a l e r i a n o B é c q u e r e n 1856, m i e n t r a s que e l m a t r i m o n i e B é c quer y C a s t a Esteban tuvo l u g a r s i n d u d a e n 1861. L ú e go m u y m a l p u e d e r e p r e s s n t a r a l poeta y su f a m i l i a y s i fuese a s í n o se a l c a n z a l a explicación a ñ a d e el señor G u e r r e r o L o v i l l o e n los ú l t i Valeriano la conducta no recomendable de C a s t a s i n embargo, J o s é A n d r é s V á z quez n o d e j ó de reconocer, e n e s t r i c t a j u s t i c i a a l f a c i l i t a r n o s e l d a t o que t a l c a r t a tal vez n o t u v i e r a m á s t r a s c e n d e n c i a que u n a a n i m a d v e r s i ó n o encono manifiesto h a c i a C a s t a E s t e b a n p o r p a r t e de a l g u n o s f a m i l i a r e s o í n t i m o s de los B é c q u e r c o m o es f r e c u e n t e h a l l a r c o n r a r a s e x c e p c i o n e s e n e l s e n o de l a s f a m i l i a s r e s p e c t o d e a l gunos de sus m i e m b r o s ÍSe h a a c u s a d o a C a s t a de h a b e r d e s cendido, imuerto el poeta, a l p e l d a ñ o m o ral m á s b a j o a que p u e d e l l e g a r u n a m u jer. Y esta a f i r m a c i ó n dolorosa y d u r í s i m a nos repugna a d m i t i r l a p o r diversos m o tivos. A l m o r i r B é c q u e r C a s t a queda s u m i d a en l a m á s negra m i s e r i a A l g u n o s amigos del poeta costean u n a edición de p a r t e d e l a s o b r a s de B é c q u e r c o n l o q u e p u e d e n s u b s i s t i r C a s t a y sus h i j o s a l g ú n tiempo. U n día cualquiera, u n editor poco m o s p á r r a f o s de s u trabajo, p u b l i c a d o e n 1949 c o n e l t í t u l o g e n e r a l de L o s p i n t o r e s r o m á n t i c o s sevillanos en el v o l u m s n de l a r e v i s t a A r c h i vo H i s p a l e n s e que s u m a l o s n ú m e r o s 36 a 38 de d i c h a p u Bécquer, a quien repetidamente se alude en el r t í o u l o blicación. Conocemos la re (Foto Serrano. p r o d u c c i ó n d e o t r a p i n t u r a de C a s t a E s t e b a n s e g ú n p a r e c e de V a l e r i a y a n t e s y d e C a l d e r ó n es l a ú n i c a ¡h e r e n c i a no, y publicada hace a ñ o s en L a Estafeta que, p o r d e s g r a c i a a l c a n z a m o s l a s v i u d a s L i t e r a r i a m a s c a r e c e m o s de las o p o r t u de los poetas, c u y o s h o r r o r e s y p r i v a c i o nas referencias que a l u d a n a l cuadro. D e nes s o n l a recompensa conseguida a l b r i l l o cualquier forma, en ambas, Casta Esteque a su p a t r i a d i e r o n c o n s u p l u m a y s u b a n a p a r e c e c o m o m u j e r a g r a c i a d a de t a l e n t o P o c o s m e s e s m á s t a r d e e l 30 d e cierta distinción y b o n í s i m a presencia. m a r z o de 1885, r e c r u d e c i d a l a e n f e r m e M u c h o nos resta por decir que a l a r g a d a d n e r v i o s a que l a afectaba, expiraba ría e n exceso lo que y a v a escrito. C o m o C a s t a E s t e b a n e n l a c a m a n ú m e r o 3 de l a siempre, entre tantas dudas y sombras, s a l a 13 d e l H o s p i t a l G e n e r a l c r e e m o s que C a s t a E s t e b a n n o d e b i ó ser Se r e s i s t e a u n a m í n i m a b u e n a v o l u n t a d una mujer adocenada n i zafia. Sufrió el a d m i t i r que u n a mujer que pasa por m u c h o y su vida fué u n auténtico calvario. tantas h u m i l l a c i o n e s n o deshonrosas p a r a Lo que n o d e b i ó n i debe eximírsele p o r ser p o d e r v i v i r que l u c h a d e n o d a d a m e n t e c o n m u j e r d e c a r n e y h u e s o es s u t r a n s f o r la a d v e r s i d a d q u e i n c l u s o l l e g a a e s c r i b i r m a c i ó n e n e l ser i d e a l m i t a d s u e ñ o m i p a r a allegar recursos, y que muere pocos t a d c a l e n t u r a inexistente e n l a tierra, que meses d e s p u é s p u d i e r a caer en turbios B é c q u e r indudablemente, h u b i e r a deseado pasos. p a r a c o m p a ñ e r a Y es j u s t i c i a y c a r i d a d reconocerlo así. Por otra parte, bien poco c o n c u é r d a n JfíSé F é l i x N A V A R R O M A R T I N las a f i r m a c i o n e s sobre s u v u l g a r i d a d so-
 // Cambio Nodo4-Sevilla