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Á B C K. o 17,238. MIÉRCOLES 26 D E NOVIEMBRE DE 1 S 58. EDICIÓN DE ANÜÁÍÜCIA. PAOÍNÁ 30. V wtor de la Serna ha publicado varios libros. Con el Ututo de 1 2 viñetas editaion sus amigos y- admiradores de Santander, cu- 1 9 2 9 una antología de los mejores y- rtículos que había publicado hasta aquella fecha. En 1934 vio da luz la monografía- de Los- frescos dé Vázquez Días en el Monasterio de. Santa María de La Rábida donde se analiza, sutilmente la obra del gran pintor. En el mismo año abandonó la redacción de La IÁberlad e hizo pública su decisión en- una carta. muy violenta, en la qt -acusaba- de infamia y de traición o la dirección del periódico. Volvió a su antiguo puesto- de Informaciones como jefe de. redacción. Durante los- meses de octubre de 3 9 3 5 a abril de 1 9 3 6 trabajó como articulista de La Época En primero de abril de 1 9 3 6 se hizo, cargo de: la dirección de Informaciones por elección. Fundó la empresa que se quedó con el periódico, que en aquella difícil época alcanzó una gran difusión. El 1 9 de ¡julio hubo de reju (jiarsc en una Embajada, ferozmente perseguido por el Frente Popular, y logró, pasar a la zona nacional el 2 5 de septiembre, de 1 9 3 6 En- -la zona nacional permaneció como voluntario en el frente Norte, en la cohtfima del coronel Moliner. Reclamado por la Delegación de Prensa, trabajó en Salamanca, a las órdenes del general Midan Astray, hasta julio de ¿937, en que se incorporó a la Primera Brigada de Navarra, a las órdenes del entonces coronel García Valifío, quien le ordenó regresar a sus funciones de periodista después de la conquista del Norte: Por un artículo titulado Paisaje- de guerra escrito en Monzón, se le otorgó el Premio Mariano de Cavia, en 1 9 3 8 En mayo del mismo año formó parte. de id misión española a Italia, v presidió en Palermo el grandioso acto de solidaridad ítalo- española. En 2 8 de marzo de 1 9 3 9 se hizo cargo nuevamente de la empresa y dirección de Informaciones que abandonó en- 1 9 4 8 En el. diaria Informaciones v durante la- segunda guerra mundial, Víctor de la Serna popularizó el sobrenombre de Unus firína, de encendido patriotismo, siempre batalladora y brillante, atte mantuvo una clara v rectilínea conducíjx en momentos trascendenlcd. es para la historia del mundo. En pleno campo de batalla, en las estepas rusas, Víctor de la Serna visitó a los voluntarios españoles aue comba- lían en la División Azul y sus crónicas comentarios- hicieron v captar T transmitir- la epopeya escrito por los españoles en. aquellas lejanas tierras. En Madrid fundó el periódico La Tarde tras abandonar Informaciones publicación que mantuvo a costa de su peculio particular y movido solamente por í intensa vocación periodística. EniQ 47 fué nombrado presidente de la Semblanzas C o m p o n e r o s y amigos del maestro desa- pareoido extienden aquí el cor dial documento de su pena. Las lincas que sir uca, solicitadas y escritas en plena conmoción emotiva- son las mismas que- nos li- u biera- n ofrecido en circunstancias de reposo y lejanía. Porque tocios estos juicios, entramados, vienen a ser la acabada scmo lanza de Víctor de. la Serna, cuyo valor no í rescribe. Luis Calvo M e h a s escrito tantas cartas, Víctor, a las q u e y o n u n c a c o n t e s t a b a y h a s r e g o c i j a d o t a n t a s veces l a s c o l u m n a s de A B C y h a s sido t a n fiel á. l a amistad y a esta casa, y estabas t a n l l e n o de a f a nes, de. v i d a y d e p o e s í a y d e p a t r i o t i s m o y e r a s t a n generoso e n e l d e r r o c h e d e leves a i r e s c a s t e l l a n o s y h a s d e j a d o t r a s de tí u n m a g i s t e r i o periodístico t a n exuberante, y eras t a n desparramado, t a n senc i l l o p a t r i a r c a e n t u h o g a r que d e v e r d a d te digo, ¡o h Víctor de l a S e r n a! que m e g u s t a r í a q u e D i o s m e diese p r o n t o l a o c a s i ó n d e c o n t e s t a r t e t e a t e t e a ese D i e go P l a t a a, q u i e n n u n c a h e c o n t e s t a d o Y de v e r d a d t e digo que h o y m e a c u e r d o- -y t ú q u i e r e s que h o y m e a c u e r d e- a l d e c i r t e h a s t a l u e g o d e v e r d a d m e acuerdo, Diego P l a t a d e l prólogo a m a d o del P e r siles ¡Y a m a n d a r que ahora piiedes! v j le atenazaba e l corazón. Pero quería c r e e r e n l a s o n r i s a de l o s m é d i c o s y d los amigos. A s í h a sido l a última e t a p a d e s u v i d a U n v a g o t e m o r rnie e s t r e m e cía c a d a vez que n o s despedíamos. E s t a vez. es verdad. M e a s a l t a n m i l r e c u e r d o s E l ííct. ór fundador de L a Tarde el ganador d a Cavia y e l Menéndez Pelayo, el contert u l i o de. l a s r e u n i o n e s d e É l L a m í n e l generoso anfitrión entre sus lienzos de S o l a n a e l a m i g o p u n t u a l a l a c i t a de l a s felicitaciones literarias. Siempre cordial y generoso, sólo r e s u l t a b a difícil c o m o c o r r e c t o r d e p r u e b a s ¿C u á n t a s veces r e visó l a s d e s u Nuevo viaje de E s p a ñ a del ¿que y o f u i s u e d i t o r y c o m o é l m e decía e n s u d e d i c a t o r i a responsabüe E n aquel v o l u m e n recogió algunas d e sus mejores crónicas como corresponsal de A B C e n E s p a ñ a E n e l l a s se refleja s u curiosidad inacabable, s u garra para l a n o ticia, y s u robusto estilo d e n a r r a d o r e n e l q u e s e f u n d í a n l o a r t í s t i c o y lt p o p u- lar, lo arcaico y lo vanguardista, l a e r u dición y l a metáfora. E s p a ñ a h a p e r d i d o u n o dfe s u s p e r i o d i s tas m á s completos. S u s compañeros d e p l a t i n a s e n t i m o s u n v a c í o a. n u e s t r o l a d o y algo a s i c o m o u n a p a u s a e n el c o razón. Alfredo Marqueríe Gregorio Marañón V í c t o r de l a S e r n a e r a u n g r a n e s c r i tor, e n e l q u e se u n í a f e l i z m e n t e l a s o l e r a de s u m a d r e c o n cualidades m u y j u veniles y modernas. E s t a unión otorga tanta vida clásica como juvenil, a s u obra. Escribí u n prólogo a u n o de sus libros m á s i n t e r e s a n t e s N u e v o v i a j e de E s paña verdaderamente admirable. L a n o t i c i a de s u muerte h a sido p a r a m í u n a g r a n sorpresa. M i hijo Gregorio m e h a b í a a n u n c i a d o que estaba enfermo y a él l e pedía todos los días nuevas n o ticias. L o s periódicos daban u n a i m p r e s i ó n o p t i m i s t a sobre s u estado, q u i z á p o r deseo d e l o s m é d i c o s V í c t o r d e l a S e r n a e r a u n o de l o s e s c r i tores q u e m á s h a n i n f l u i d o e n l o s j ó v e nes q u e a h o r a escriben. Florentino Pérez- Embid Asociación de la Prensa dé Madrid. Y en la- actualidad desempeñaba el puesto de vicepresidente primero de la Asociación que aqrupa a los periodistas madrileños. Era cronista oficial de Madrid, en los últimos tiempos, desde las columnas de A B. C baftí el s e u d ó n i m o de Diego Plata captó en- brillante forma la actualidad en iodos sus aspectos v manifestaciones, en comentarios agudísimos, en los que quedaba patente su ingenio v donosura como escritor de lemas difíciles, c -e él resolvía con amena fací! ¡dad. Víctor de la Serna, que- lia muerto en plena- madurez de su. vida literaria, proyectaba rcamiJar- sus crónicas viajeras, siguiendo esta i j por el Sur, para incluir en ellas varios artículos sobre el Campo de Gibraltar, de lo: ene va. tenía afrwtes gías. j atóífeíflWto í v x Ü n a m i g o q u e se d e s p i d e h a c i a l a v i d a eterna, n o s deja e n el a l m a u n a v i b r a- ción entrañable. E s s i n duda s u último abrazo, e n l a tierra. Víctor de l a Serna, que h a s i d o t a n t a s cosas, -s u p o- -c u a n d o l a o c a s i ó n difícil v e n í a- -s e r u n a m i g o D o y t e s t i m o n i o de ello. N o m e sorprende cómo h a muerto. Fué- -sigue siendo- sobre todo, u n g r a n corazón. S u letra, de claro trazo y enérgico, n o nos c o n t a r á m á s aquellos miles de r a s gos c o n c r e t o s d e l a v i d a q u e h a n s e l l a do c o n m a t i c e s d e d e l i c i a s u e s t i l o d e e s c r i t o r N i t a m p o c o l a s ideas grandes aprendidas e n e l trabajo y l a lectura, que dieron p r o f u n d i d a d- y nobleza a s u labor, diaria, e n donde p a l p i t a e l ejemplo de un periodismo magistral. Quienes saben hacerlo le dirán adiós con ü n juicio, certero, aunque sea apres u r a d o d e s u o b r a Y o se l o d i g o c o m o él acertó a quererlo. G o n z a l o Fernández de la Mora N o n e c e s i t o b u s c a r l a e n t r e m i s pape- tes. M e p a r e c e q u e e s t o y v i e n d o l a ú l t i m a c a r t a d e V í c t o r desde S u i z a m u y l a r g a e s c r i t a c o n t r a z o firme, c a s i d e c a l í g r a f o S u a l m a e s t a b a tensa, e n t r e l a a n s i e d a d M á s d e v e i n t i c i n c o a ñ o s de amistad, y m á s t o d a v í a d e l e a l y entrañable efusión- p r o f e s i o n a l m e c o n f i e r e n el t r i s t e privileg i o d e h a b l a r d e V í c t o r de l a S e m a y de. s u s i n c r e í b l e s d o t e s literarias y periodis- t i c a s c o n l o q u e se suele llamar conocim i e n t o de c a u s a V í c t o r d e l a S e r n a e r a u n prodigio áe r e p e n t i z a c i ó n E l a r t í c u l o l a crónica- el. e d i t o r i a l l a m e r a n o t a e l simple suelto a n ó n i m o q u e tantas veces s o n i m p a c t o e s t r e m e c e d o r e n las c o l u m n a s d e l perio- t d i s m o a d q u i r í a n e n l a clara l e t r a d e s o s c u a r t i l l a s- -s i e m p r e m a n u s c r i t a s- -u n tono; y u n e s t i l o u n r a n g o y u n a categotía; c u y o secreto i n c r e í b l e s e l l e v a a l a t u m b a el e n t r a ñ a b l e a m i g o que se nos v a par í s i e m p r e S i n o l e h u b i é r a m o s v i s t o cocte, a c o d o- -y n u n c a m e j o r aplicado e l tó- p i c o- -r e m a n d o e n las mismas galeras p a r a l e v a n t a r s e o l e a d a s d e t i n t a e n idén t i c a s g a l e r a d a s n o p o d r í a m o s creer larea l i d a d q u e t a n t a s veces e n sus escritos su- p e r o l a m á s b e l l a y l a mejor inventada; f a n t a s í a V í c t o r d e l a S e m a q u e tenia, s i e m p r e a flor d e p l u m a- -c o m o o t r o s tie- t- n e n a f l o r d e l a b i o s- -l a c i t a e r u d i t a la mención exacta d e l verso clásico, d e l p á- r r a f o d e l g e ó l o g o d e l filósofo, Id el h i s t o r i a d o r o l a definición y l á delimitación toponímica de- Víctor, familiarmente, e r a c o m o u n p a t r i a r c a gozoso, c o n l a m u l t i p l i c a c i ó n d e l p a n y d e l o s h i j o s q u e se c o b i j a b a n seguros b a j o s u s o m b r a a n c h a y a c o g e d o r a E r a c o m o é l c e n t r o de c o n vergencia de u n a generación. T o d o s le n e cesitaban. E r a u n generador de alegría, de c o r d i a l i d a d de c o n v i v e n c i a gozosa. Donde Víctor estaba, s i n él pretenderlo, se h a c í a c o n l a a t e n c i ó n y l a s i m p a t í a y l a a m i s t a d d e q u i e n e s se l e a c e r c a b a n y le veían u n a gallardía y u n a resolución, sorprendentes. Víctor estaba siempre a p u n t o A p i e f i r m e le e n c o n t r ó E s p a ñ a e n h o r a s d e c i s i v a s D i o s sabe d e sus i n 1 contables servicios. C o n e l a l m a abierta le e n c o n t r a b a s i e m p r e e l a m i g o y e l a d versario. N ó conoció enemigos, aunque los t u v o y e n v i d i o s o s S u v i d a f u é u n esfuerzo c o n s t a n t e y u n a s u p e r a c i ó n s i n tregua. Tenis, que caer d e l lado d e l c o razón. ¡Qué vida t a n prolífica y abundante l a y J a esperanza. E l safría Que a t e hgst- i: de Víctor e n el estadio de l a pluma, da
 // Cambio Nodo4-Sevilla