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RIO i r u s TRTDO DE INF 0 RMA C I 0 N G ENE RA L Redacción y Administración: Calle Cardenal Ilundam número 9. -Teléfono 231981 (seis líneas) -Télex 72040. -Apartado número V Sevilla, 2 de abril de 1969. Número 20.459. Suscripciones j anuncios: Veláaquez, 12. -Teléfono 223. T? L P a p a va a v i sitar, en julio, el continente africano. I r á a U g a n d a Y es probable que allí se entreviste c o n los presidentes de otros países negros, y, aún, acaso, c o n el emperador de A b i s i n i a que es el sumo a f r i c a n o el que desearía c o n gregar bajo su paraguas- dosel a todo el continente en organización federativa. ABC D 1 ARIO 1 L I S T R A D O DE 1 NF (i R M A C 1 O N GENERA L A r g e n t i n a la víspera del p a s o del ecuador se revela en las tertulias de s o b r e mesa la borrosa idea qué m u c h o s tienen de esa especié de accidente geográfico! A l g u n o s creían que eran un cable subm a r i n o que iba de Cádiz a M o n t e v i d e o O t r o s que habría una raya pintada sobre el mar. E l E c u a d o r se festeja a bordo como u n a sorpresa. E l sobrecargo se viste, o desviste, de N e p t u n o Se le t i r a n papelillos y serpentinas, y, al f i n se! e tira a él m i s m o a la p i s c i n a Ú n i c a m e n t e de m a d r u g a d a cuando la fiesta ha terminado y los marineros baldean la c u bierta y la l i m p i a n de serpentinas húmedas, algún pasajero s o l i t a r i o filósofo o poeta, sube a cubierta del bote y escudriña el cielo. C o m o se ha entrado en otro hemisferio ha aparecido la C r u z del S u r esa especiefjStáe p e c t o r a l del f i r m a m e n t o austral, que los griegos i n c l u y e r o n en! a constelación del C e n t a u r o y a la que los astrónomos árabes d i e r o n autonomía. P e ro esto es contemplación de s o l i t a r i o L o s europeos son m u c h o más afectados por las humanidades que por la geografía. S e r á preciso llegar a l p r i m e r muelle americano para comprender la conciencia geográfica del otro continente. E n B r a s i l cambiarán y a las pesetas por c r u z e i r o s moneda que toma ese n o m b r e por la C r u z del S u r n o m b r e también de la más alta condecoración del país. C o m o en P e r ú nos pueden otorgar la C r u z d e l S o l y sorÍes será el n o m b r e de los duros que c i r c u l a n en el p a í s C o m o el E c u a d o r es u n país que t o m a su n o m b r e del sitio donde está. L a geografía está a flor de piel en ese continente volcánico que suena a f r a g u a y resoplidos de fuelles. L o s A l p e s tienen el silencio de lo acabado. No la toque ya más... P e r o los A n d e s suenan a construcción y m e t a l u r g i a Por eso a nosotros, por nuestra r a d i cal anestesia geográfica, se nos ha deslizado de la m a n o c o m o u n j a b ó n h ú m e do, la última islita desde la que se veía e l o austral. S e d i j o ufanamente que en las tierras españolas n o se ponfa el sol Se puso a l f i n y a l cabo, y a h o r a en u n día silencioso y sin relieve, se ha p u e s t o la C r u z del S u r N u e s t r a p r o d i galidad humanística y antigeográfica se adelanta una vez más en hechas a las p a labras doctrinales que el P a p a dirá seguramente en U g a n d a U n a vez más, m á s papistas que el P a p a P o r q u e lo que el P a p a no ha d i c h o n i dirá en ningún? parte, es que la C r u z del S u r haya que dársela precisamente al doctor Macías. e 1 LOS NEGROS Y LA CRUZ DEL SUR Charles M a u r r a s denunciaba la endeblez m o r a l de las colonias occidentales, definiéndolas c o m o desiertos c o n f u n c i o n a r i o s R e v e l a la mediocre sustancia m o r a l de esas colonias el hecho de usarse la m i s m a denominación para los pequeños grupos de u n país o raza que, por incentivos de placer o negocio, se superponen a la población. nativa. Así, se dice la c o l o n i a i t a l i a n a o c h i n a o s i r i o- l i b a n e s a en N u e v a Y o r k O la c o l o n i a sueca de T o r r e m o l i n o s O la c o l o n i a amer i c a n a en la C o s t a B r a v a Se ve claro que las colonias históricas eran esto m i s mo, sino que por las malas. Todavía, el proceso descolonizador se va realizando poco a poco. P e r o por lo menos los filósofos, los escritores, el P a pa, lo plantean y estimulan m u c h o a m u c h o E s p a ñ a también puede ufanarse de haberlo intentado c o n d e s p i l f a r r o l i bertad, bodas, mestizajes, emancipaciones. A h o r a m i s m o siguiendo ese camino, con i m p a v i d e z casi de sonámbula, no pierde tiempo n i en la evocación melancólica. E n el lote de t i e r r a de que ahora se ha desposeído- -G u i n e a E c u a t o r i a l Santa Isabel, F e r n a n d o P o o- -h a n i d o como p r o p i n a o e s c u r r i d u r a esas islas mínimas que eran las tierras más australes abanderadas por España. P o c o s h a n advertido que al ceder la áspera y d i s t a n te isla Annobón se nos ha ido la última tierra española desde la que se veía la C r u z del S u r Los españoles tendemos a ser abstractos en nuestras doctrinas y borrosos en nuestra geografía. S o n m u c h o s los que creen que E u r o p a y esta peninsulilla c o l gante que somos nosotros están, sobre el m a p a m u n d i m u c h o más bajo de lo que realmente están. C r e e n m u c h o s que estamos aparcados frente a B u e n o s A i r e s cuando lo estamos frente a N u e v a Y o r k C u a n d o se viaja en trasatlántico hacia P u e d e n de antemano presumirse las palabras y conceptos que llevará, c o m o mensaje, el P a p a L a l u m i n o s i d a d de la especulación d o c t r i n a l llega inevitablemente m u c h o más p r o n t o que los i n s t r u mentos y organizaciones técnicos de la eficacia. E l P a p a vuela en u n reactor, llega y d i c e L a s N a c i o n e s U n i d a s sin moverse de su caja de cristales, dicen cosas m u y p a r e c i d a s porque hay que reconocer que, sobre todo, el Comité de Descolonización usa u n lenguaje m u c h o más parecido al de u n P a p a que a l de u n político. Sus resoluciones tienen siempre algo de encíclicas. L u e g o llegan las p o tencias y se emplean en unos h e c h o s m u c h o más timoratos y cohibidos que nos hacen medir el i t i n e r a r i o cansino y premioso que, según el pueblo, mide s i e m pre el trecho que va del dicho a l hecho. Con grandísimo éxito se proyecta esa película c u y o título- -cito de m e m o r i a- -me parece que es A d i v i n a quién viene esta n o c h e Q u i e n viene esta noche resulta ser la niña de l a casa c o n el n o v i o que se ha echado y que es u n espléndido negro. L a película t e r m i n a con boda, pero para alcanzar ese h a p p y e n d el g u i o nista h a tenido que rodear el caso de c a u telas y excepcionalidades. E l n o v i o negro es doctor y persona de altísimo n i v e l i n telectual. E l padre blanco es u n talentoso que advierte los peligros sociales que puede correr la pareja. P e r o el espectador no podrá saber si esos peligros se presentaron y se superaron, porque el g u i o nista, hábilmente, elude el f u t u r o y cierra la acción c o n u n g r a n discurso de Spencer T r a c y el padre- es u n amor sincero con un leve episodio de p i g m e n t a c i ó n que podría f i r m a r l o el padre V i c t o r i a o el padre L a s Casas, o P a blo V I C o l o n i z a r es asimilar, dijo D a u det. España lo intento así. L u t e r o K i n g renitió que no se trataba de u n p r o b l e m a de ley escrita, sino de amor vivido... P e r o uno se queda perplejo si piensa que esa solución a m o r o s a única definitiva, va a tener que lograrse, caso a caso, c o n el paso l e n t o precavido y dialéctico del guión cinematográfico. L a película está cubierta de o s e a r e s A h o r a el P a p a merecerá su o s e a r d o c t r i n a l y sobrenatural. P e r o el o s e a r de una auténtica política de descolonización e integración sigue sin otorgarse todavía. Abra mercados a sus productos en iodo el mundo anunciándose en la Edición A é r e a de ABC De la Real J o s é María Academia PEMAN Española
 // Cambio Nodo4-Sevilla