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ROCÍO ni? GRACIA PM Jtuui MARTÍNEZ UÑAN íí W Í ¡I f 1 astil? e l r o s t r o de l a V i r g e n en ese óvalo cíe l u n a y r o s a e n m a r c a d o p o r un r e s t r i l l o de oro. T o d o s ios ojos: los santos y los pecadores, l o s satisfechos y ios necesitados, ios alegres y los tristes, tienen e n ese r o s t r o de l a V i r g e n s u m e c a y s u p u e r t o de salvación. T o d o s h a n apreciado los m a t i c e s y l o s m i s t e r i o s de ese r o s t r o sin igual. S u color c a m b i a con la luz y la b r i s a Lo h e m o s visto de c e r a de m a r f i l lívido, con el r o j o de las m e j i l l a s espantado, c o m o s i se lo h u b i e r a llevado e l viento de l a m a r i s m a L o hemos v i s t o hecho u n a l l a m a ojos ensangrentados y s u d o r barn i z a n d o l a b a r b i l i a y l a f r e k t e de l a Señora. Y o lo he visto en l a p e n u m b r a d e l templo, u n a tarde, y. e r a completamente violeta, c o m o j m pequeño y r e d o n d o huertecillo de l i r i o s Pero hay algo inefable en ese r o s t r o y es s u s o n r i s a E s a sonrisa alegre y s e r i a leve c o m o u n pétalo y aguda como una h e r i d a E s a s o n r i s a que anima s i n descomponer s u a a ocier si SFle i A ofender quecualquierh a r fijadoo en dijéramos no se majestad y s u h i e r a t i s m o y que es c o m o l a expresión de s u gozo i n t e r i o r gozo del afína de M a r í a envuelta en u n Magníficat eterno, exultación pentecostal c e l a que se sabe M a d r e y K e i n a d e l m u n d o L a s o n r i s a de l a V i r g e n es el enigma de s u r o s t r o es algo indefinible. Sin embargo, se diría que en ese n e tus gracioso nay c o m o una nota de travesura, de sal andaluza, que h u m a n i z a esa faz celestial. Y no es vana observación. L o m i s m u que E l l a al nacer en Nasaret asumió las características de l a m u j e r hebrea, sns rasgos y s u psicología, así también a l nacer iconográficamente en nuestra t i e r r a h a q u e r i d o t o m a r de ella sus matices y s u i d i o s i n c r a s i a L a V i r g e n del Roció e u n a V i r g e n a n d a l u z a con todas sus consecuencias. E l carácter andaluz, resumen e s p i r t u a l de u n viejo pueble. es c o m o el delta de u n gotear de m i l e s de generaciones, y p o r l o tanto sabio y paradójico. E l andaluz sabe endulzar lo más trágico c o n l a c o b e r t u r a de u n a b r o m a y de u n chiste. L a V i r g e n d e l B o c i o es andaluza también. L l e n a de gracia, que no es sólo p a r ticipación d e l ser d i v i n o sino d o n a i r e h u m o r y simpatía. S i n embargo, esa c h i s p a de l a m e j o r ley n o se queda e n e gesto, pasa también a las obras. E s a o b r a de g r a c i a en todos l o s sen tidos es e l Rocío. E l Rocío es u n a b e n d i t a b r o m a de ta Virgen. Efectivamente, el Roció es l a desorganización m e j o r organizada que p u e d a darse, l o m i s m o en su c a m i n o que en sus tres días de p e r m a n e n c i a en la aldea. Sis u n a r o t u r a c o n todas las n o r m a s costumbres y f o r m a s habituales de núes t- v i v i r cotidiano. E s t a m o s tan tranquil o s y de p r o n t o nos c a m b i a n nos l l e v a n nos traen, nos revuelven de l a f o r m a m á s despiadada y singular. E l Rocío nos a r r a n c a de nuestro espac i o h a b i t u a l y nos hace v i v i r u n a v i d a nueva. N o s a r r a n c a de nuestra o f i c i n a de nuestra fábrica, de nuestro c o m e r c i o de nuestro hogar, de nuestro negocio. E l R o cío nos i m p o n e u n h o r a r i o que no es ei nuestro, u n h o r a r i o lento y despiadado que nos hace m a d r u g a r c o m o monjes y trasnochar c o m o serenos, u n h o r a r i o lento frente a l a p r i s a de nuestro tiempo. E l Rocío nos i m p o n e sus menús y se
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