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5 septiembre- 1987 ABC í í fe ra rio MiC V e Zenobia anterior y, por si me equivoco, vuelvo a incluir en ésta. Gracias por todo y seguiré dándoie noticias de la h e r m a n a m á s reciente q u e tienen ustedes por aquí, en cuyo seno ni están todos los que son ni s o n todos los q u e e s t á n Y a propósito de esto, hay largo y regocijadísimos chismes. ¿Y c ó m o no? Luego los independentistas q u e quieren darse d e baja porque el presidente, q u e lo es t a m b i é n del S e n a d o m e z c l a c o n d i p l o m a c i a e n el d i s c u r s o d e apertura los n o m b r e s d e Walt W h i t m a n y Longfellow. Pero esto e s lo d e m e n o s lo d e más es q u e se están e m p e z a n d o a fijar e n que e n español conflicto e s u n sustantivo, no u n verbo y e n q u e no se p u e d e decir e m pleomanía por el personal e m p l e a d o Pero hay u n a palabra puertorriqueña q u e m e e n t u siasma, por lo rotunda y decisiva: s a f a c ó n Cuando nos instalamos aquí fui a u n a ferretería para encargar los e n s e r e s d e c o c i n a y n a turalmente pedí un c u b o d e b a s u r a M e m i r a ron extrañadísimos y dijeron q u e no t e n í a n eso. Pero, ¿c ó m o dice usted e s o? Si los estoy viendo d e s d e aquí. A h usted quiere decir u n safacón. J R. interesándose c a d a d í a m á s en las cosas q u e siempre le h a n gustado, pero no creo se s a c u d a por completo s u p e s i m i s m o hasta que lleguemos a Sevilla a principios d e Es tanta mi impaciencia por ver bien a Juan Ramón, que engaño a los demás sin querer, es decir, a los demás que no tienen ocasión de verle con sus propios ojos verano. (Noticia no para e n u n c i a d a porque queremos hacer c u r a de reposo. Su académica no- nata (para algo nací el 31 d e agosto) como anillo al dedo y los médicos m e aconsejan que no diga q u e no, porque e n cuanto pueda echar a andar d e b e hacerlo. Por otro lado, m e dice: No lo e m p u j e p o r q u e p u e d e echar las cosas a perder. A s í q u e c u a n d o usted me pidió u n a c o s a p a r a la Universidad de G r a n a d a- -s o b r e la q u e tiene tanto escrito J. R contando c o n el t i e m p o q u e faltaba, no quise darle u n no rotundo, a u n q u e el viaje m e parece fuerte, c o n s i d e r a n d o q u e no anda m á s q u e el kilómetro q u e n o s s e p a r a d e su estudio e n la biblioteca d e la Universidad, en la q u e estamos t o d o s los d í a s d e ocho treinta a once treinta, pero, claro q u e yo soy quien lleva el c o c h e y quien p o n e todo en orden, consultándolo a c a d a m o m e n t o C u a n d o he visto q u e e s c r i b í a m e n s a j e s cortísimos e n las tarjetas d e s u s sobrinos nietos, he tenido u n a e n o r m e satisfacción, porque hasta a h o r a m e c o s t a b a Dios y a y u d a conseguir q u e e s t a m p a r a su f i r m a e n algún sitio. De v e z e n c u a n d o algún impulso e m o tivo lo h a llevado a olvidar su preocupación y a decir algo m á s al firmar un retrato. C u a n d o vino la carta d e usted pidiendo el prólogo para su libro sobre Diego, yo s a b í a que iba a llevarse un disgustazo. Al hacerse la edición d e Platero para el Gobierno de El Salvador, ellos pidieron unas palabras, y lo m i s m o Seghers e n su edición f r a n c e s a El no ha hecho m á s q u e d e s e s p e r a r s e por no poderlo hacer. Al c o m p r e n d e r q u e esto era i m posible, y o quise devolverle a usted el libro a v u e l t a d e c o r r e o p a r a no h a c e r l e perder tiempo, pero J R. m e pidió q u e se lo dejara a su lado un poco m á s d e tiempo. Y o no m e hacía ilusiones, pero creo q u e e s t a lucha interior e s b u e n a para él y se lo dejé, sabiendo de a n t e m a n o c ó m o t e r m i n a r í a la c o s a Disim u l a d a m e n t e a p u n t é s u c o n t e s t a c i ó n al traerme el libro a c a s a p a r a envolverlo. Me dijo: dile q u e m e d a u n a p e n a g r a n d í s i m a no poder hacerlo por G e r a r d o Diego y por él. pero sigo m u y e n f e r m o incapacitado e n absoluto para mi t r a b a j o T a m b i é n m e pidió q u e le d i e r a las g r a c i a s por M o l i n o d e papel por lo q u e h a publicado s u y o y sobre él. C o m o e n el 1950 y 51 yo vi a J R. m u c h o peor y vi c ó m o r e a c c i o n a b a al llegar a u n país q u e le r e c o r d a b a E s p a ñ a y e n d o n d e p o d í a hablar español y t e n í a a m i g o s tengo gran e s p e r a n z a p u e s t a e n este viaje a Sevilla, a estar c o n su familia y e n el a m b i e n t e d e su j u v e n t u d El sigue c r e y e n d o q u e es sólo un anhelo ilusionado m í o pero no creo q u e insista e n q u e no p u e d e c u a n d o le diga que tengo los pasajes t o m a d o s y q u e yo m e voy de t o d o s m o d o s Es cierto q u e creo p o d e r lograr las cosas m á s deprisa d e lo posible, pero gracias a e s e e n g a ñ a r m e yo m i s m a he c o n s e g u i d o y a bastante, p u e s hay q u e tener e n cuenta que hace un a ñ o estuvo c o m p l e t a m e n t e inerme en la c a m a alimentado c o n transfusiones y s o n d a s De e s o a salir t o d a s las mañanas c o n m i g o y d e c i r m e c ó m o q u i e r e q u e se h a g a n las c o s a s v a m u c h o y c o m o estoy Zenobia Apartado 1933, Universidad, R í o Piedras. Puerto Rico. Mucho nos hemos emocionado... Hato Rey, P. R. 2 de noviembre de 1955 Señor d o n Antonio Gallego Morell. G r a nada Muy señor m í o y a m i g o Mucho nos hemos emocionado, Juan Ramón y yo, al recibir su c a r t a del 21 del p a sado. ¡Cuántos recuerdos maravillosos t e n e mos de G r a n a d a y c o n cuánto gusto ¡ría J u a n Ramón a leerles a e s a Universidad y c i u d a d! Creo que sólo leyéndoles las c o s a s q u e tiene escritas de G r a n a d a se le p a s a r í a bastante más de la hora. Lo que no sé si ustedes s a b e n es lo enfermísimo que estuvo Juan R a m ó n este invierno y seis meses de hospital, sobre todo a los 7 4 años, le han dejado bastante sacudido, así que el plan al ir a A n d a l u c í a es estar lo m á s quieto posible reponiéndose y no n o s atrevemos a decir, desde ahora, si s e sentirá lo bastante bien para poder tomar parte e n ningún acto, ni para viajar. La Trasatlántica nos recoge e n S a n J u a n de Puerto Rico y nos deja e n Cádiz. M e p a rece que el trayecto hasta Sevilla lo soportará bien, con la tranquilidad de saber q u e p u e d e hacer un alto en Jerez si se c a n s a Por estos motivos y por m u y agradecido y honrado q u e se sienta con todo lo q u e usted le dice, no se atreve a responder q u e sí, sino sólo q u e bien quisiera. Con lo que llevo d i c h o y a he explicado por qué soy yo quien escribe en s u lugar. Conmovida y agradecida. Zenobia CAMPRUBI DE JIMÉNEZ Apartado 1.933 Universidad, R í o Piedras, Puerto Rico. Me siento con verdadera pena... Hato Rey, P. R. 29 de diciembre Señor d o n Antonio Gallego de 1955 Gra- Morell. nada. Mi querido amigo: M e siento c o n v e r d a d e r a pena a contestar su carta y m e considero e n gran parte responsable de tenerle q u e escribir ésta. Es tanta mi impaciencia por v e r bien a Juan R a m ó n q u e e n g a ñ o a los d e m á s sin querer, es decir, a los d e m á s q u e n o tienen ocasión de verle c o n s u s propios ojos. H a c e un a ñ o q u e vengo dándole largas a la Universidad de J a m a i c a porque él t e n í a y a escrita una conferencia inédita, q u e les v e n í a a ellos
 // Cambio Nodo4-Sevilla