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El Baratillo LLAMADA DE ALERTA ¡O Y d e b o e m p e z a r pidiendo p e r d ó n a los lectores, porque voy a tratar un t e m a q u e tiene m u c h o d e p e r s o n a l e intransferible, por aludir a un ex c o m p a ñ e r o d e a v e n t u r a literaria, ayer a m i g o íntimo, c a s i h e r m a n o y m á s tarde e c h a d a s u m e m o r i a a la c u n e t a c u a n d o e n uno d e los m o m e n t o s m á s difíciles d e mi vida, sólo hallé s u p e t u l a n c i a y s u c a p r i c h o s a h o s t i l i d a d A q u e l l o m e f u e tan duro y a m a r g o q u e no reaccioné c o n d e s g a rro o violencia, sino c o n la p r o m e s a formal d e no dirigirle n u n c a m á s la p a l a b r a F u e u n a resolución q u e he m a n t e n i d o h a s t a a h o r a y q u e seguiré m a n t e n i e n d o P e r o aquel ex c o m p a ñ e r o a m i g o y c a s i h e r m a n o de ayer, s e e n c u e n t r a a h o r a recluido e n un centro psiquiátrico, o s c i l a n d o s u mente entre a l g u n o s m o m e n t o s d e l u c i d e z y un c a o s e n las s o m b r a s d e l a c o n f u s i ó n H a s t a aquí, lo p e r s o n a l Sólo q u e e s t e h o m bre e s uno d e los escritores más brillantes y d e c i s i v o s d e la narrativa a n d a l u z a un autor q u e e n a q u e l l a triste hora del lector por la q u e n a u f r a g a b a u n a literatura árida, sin nervio y sin pulso, elevó la categoría d e la o b r a a la b e l l e z a d e u n a p r o s a imaginativa, a r r i e s g a d a y original. E s la d e u d a q u e t o d o s los a n d a l u ces t e n e m o s contraída c o n é l U n a d e u d a q u e si e s cierto q u e p a g a m o s los b i e n n a c i d o s e n c o n s t a n t e s e l o g i o s a s u s méritos, n o debe quedar en palabras más o menos c o n v e n c i o n a l e s q u e e n la m a y o r í a de los c a s o s sirven p a r a tranquilizar los c l a m o r e s d e la conciencia. De aquí q u e d e s d e e s t a a t a l a y a dirija m i m o d e s t a v o z a las i n s t a n c i a s s u p e r i o r e s e n d e m a n d a d e la atención q u e el novelista g r a v e m e n t e enfermo m e r e c e Los g e s t o r e s d e la cultura no p u e d e n permitir q u e este autor v i v a los a ñ o s q u e le r e s ten a t e n a z a d o por los f a n t a s m a s d e s u terrible e n f e r m e d a d s i n r e c u r s o s p a r a sortearlos o, al m e n o s p a r a c o n l l e v a r l o s de u n a m a n e r a digna. Los g e s t o r e s d e la cultura d e b e n h a c e r s e c a r g o d e e s t a situación límite y- -d i c h o c o n toda c r u d e z a de l a realidad, s i n p a ñ o s c a l i e n t e s- -no dejarlo morir e n e s t a b l e c i m i e n t o p ú blico, perfectamente atendido, c l a r o q u e sí, pero s i n un m í n i m o d e s e g u r i d a d e c o n ó m i c a- -c o m p a r a d a c o n s u s n e c e s i d a d e s- olvid a d o d e c a s i t o d o s y d e j a n d o atrás n a d a m á s y n a d a m e n o s q u e u n a o b r a de la q u e s i e m pre habrá q u e h a b l a r s e e n s e m i n a r i o s t e s i s c o l o q u i o s y cátedras. A h o r a y a no importa u n a biografía d e ingratitudes, d e s p l a n t e s y a r r o g a n c i a s inútiles; lo q u e importa e s salvarlo d e e s e p o z o o s curo y, por parte d e los g e s t o r e s h a c e r m á s llevadera una vida que poco a poco v a des e m b o c a n d o e n un infierno d e confusión y d e Socura. P o r q u e e s el m á s importante autor d e a narrativa a n d a l u z a c o n t e m p o r á n e a y h o y se d e b a t e e n u n a l u c h a i m p o s i b l e c o n t r a los tenebrosos fantasmas de su cerebro M a n u e l BARRIOS Amplio espectro D EUROPA llan las p i s t o a s y hablan los h o m b r e s reflexionando s o b r e el oro llega a decir q u e hay a l g o i n c o m p r e n s i b l e e n e s e m e t a l q u e no lo p a r e c e C o n e s t o s d o s l a m p a r o n e s e n el c u r r i c u l u m e u r o p e o p a s a lo m i s m o N o p a r e c e q u e s e a n productos d e nuestras s o c i e d a des. H a c i a 1927, Ortega y Gasset, e n un p e q u e ñ o escrito q u e tituló E l A l p e y la S i e r r a llegó a escribir q u e el fútbol e s la burla d e l a guerra, c a m p a l o política. E s o tan sólo e r a cierto e n los tiempos de don José. E n aquellos t i e m p o s los futbolistas se e c h a b a n g o m i n a e n el pelo, u s a b a n c a m i s o l i n e s botas c o n e s p a y s pañuelos c o m o e l d e Q u i n c o c e s y los b a l o n e s e s t a b a n c o s i d o s c o n más c u e r d a q u e las barrigas d e los c a b a l l o s d e los pic a d o r e s E n aquellos t i e m p o s el fútbol no se había puesto la b u f a n d a d e los suporters y t a m p o c o s e había s u b i d o al tren e s perpenticamente dramático d e H e y s e l En a q u e l l o s t i e m p o s las g r a d a s d e los estadios se poblaban de aficionados que sabían q u e el deporte significaba q u e perder resulta s i e m p r e más difícil q u e ganar. No l l e v a b a n b e n g a l a s Ni c a d e n a s Ni dardos. Ni litronas. N o u s a b a n c r u c e s c a rnadas y no s e pintaban los rostros. N o iban a la guerra. H o y el fútbol no e s la burla de la guerra. H o y el fútbol, a v e c e s es i a g u e r r a U n a guerra u r b a n a q u e p o n e e n m a r c h a dispositivos d e seguridad y m e c a n i s m o s d e violencia q u e p u e d e n a c a b a r c o n el fútbol y darle la razón a Berlusconi c u a n d o dijo q u e e n un futuro más o m e n o s inmediato los e s t a d i o s acogerán p o c o p ú blico y el fútbol acabará viéndose por la televisión. L a tele atonta. P e r o e s s e g u r a y no mata. E s t o e s ni e s u n a e n f e r m e r a d e L a i n z ni u n a c a r g a d e lanceros bengalíes e n Sheffield. D e continuar así, pronto el fútbol desarrollará la m i s m a e s c e n a q u e protagonizó Rod Cameron e n la D a m a d e la frontera. Entró e n la oficina del sheriff y preguntó por él. U n juez le contestó; E s t a indispuesto. C a m e r o n preguntó: ¿Grave? Le contestaron: N o Sólo muerto... J. Félix M A C H U C A E E u r o p a e s e norte a l u m b r a d o por la estrella del progreso, l a cultura y l a razón, nos h a llegado e n m e n o s d e d o s s e m a n a s los r a s g o s s o r p r e n d e n t e s d e s u otra c a r a d e s u rostro oculto. En el hospital L a i n z e n la periferia sur d e V i e n a c u a r e n t a y nueve a n c i a n o s internados p a s a b a n a c o n o c e r lo q u e h a y más allá d e la línea d e la v i d a gracias al p a s a p o r t e d e muerte que le facilitaron cuatro enfermeras que les atendían. E n Sheffield, localidad d e l a h a s t a hace poco muy flemática Inglaterra, un c e n t e n a r d e a f i c i o n a dos al fútbol morían víctima d e una a v a l a n c h a p r o v o c a d a por u n a s d o s mil p e r s o n a s q u e confundieron el estadio c o n u n a c a r g a de los l a n c e r o s bengalíes. L a vieja Europa, tan racional, tan c a r t e s i a n a y tan sublime, a m a n t e del té a las c i n c o y d e Stendhal, nos ofrecía así, c o n e s t o s d o s macabros episodios, una de sus facciones más p e r v e r s a s e incivilizadas. De no ser porque las imágenes d e la televisión ofrecieron el testimonio d e u n o s individuos c o n piel l e c h o s a y ojos tan fríos c o m o la cerámica, uno podría h a b e r p e n s a d o q u e a m b o s e p i s o d i o s tenían s u origen en algún lugar remoto del tercer mundo. T a l v e z e n África. Quizás e n A s i a D e b e ser p o r q u e uno está c a r g a d o d e prejuicios culturales y c o n s i d e r a lo e u r o p e o c o m o u n a etiqueta d e calidad s o c i a l y d e comportamiento. T a m b i é n porque resulta evidente q u e las g r a n d e s tragedias d o n d e el destino d e m u e s t r a un d e s d é n insolente por las v i d a s h u m a n a s s e registran e n estos lugares remortos del planeta. P e r o el caso es que ambos episodios han sobrecogido nuestro ánimo y nos h a p u e s t o l a carne d e gallina. A la par q u e n o s h a llevado a p e n s a r q u e s i e m p r e h a b r á u n a l m a caritativa q u e n o s a y u d a r á a p a l m a r l a antes d e la h o r a y q u e un e s t a d i o inglés es el m a r c o idóneo p a r a hincar l a c o m e t a y criar m a l v a s si antes no h a d e c i d i d o ir a restablecerse de su e n f e r m e d a d al hospital Lainz d e V i e n a Robert M i t c h u m e n la película E l d o rado, e n u n a de e s a s e s c e n a s d o n d e c a-
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