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Muere Silvio, el rockero de Sevilla El c a n t a n t e falleció a y e r d e u n a p a r a d a c a r d i o r r e s p i r a t o r i a e n el Hospital V i r g e n del Rocío Una parada cardiorespiratoria acabó ayer con una de las señas de identidad delrock sevillano: Silvio Fernández Melgarejo, un intérprete tan inclasificable como genial, alguien capaz de unir el soul de Ben E. King, con la devoción por las dolorosas sevillanas. Tras una larga enfermedad, Silvio decía adiós a su ciudad. A las doce y media se celebrará el funeral en el cementerio de San Fernando. S E V I L L A J M o r i l l o I Villaécija l a n t a r é hasta que Dios quie ra, porque Dios h a dicho que sí comentaba S i l v i o a l per i o d i s t a J o s é M a r í a A g u i l a r en las p á g i n a s de Blanco y Negro, hace poco casi dos a ñ o s U n a frase que ayer se revelaba como u n epitafio, uno de los muchos posibles y, desde luego, insuficientes, para d e l i m i t a r los contornos de una de las personalidades fundamentales del r o c k sevillano. A y e r sobre las once de l a m a ñ a n a- -s e g ú n fuentes hospitalarias- -decía a d i ó s a su ciudad desde u n a cam a del Hospital V i r g e n d e l Rocío, donde h a b í a ingresado, s e g ú n cuenta s u amigo y b a t e r í a de m u c h a s de sus formaciones, P i v e A m a d o r el jueves de l a semana p a s a d a E l cantante, que t e n í a 56 a ñ o s tuvo que ser llevado de madrugada a l a u n i d a d de cuidados intensivos del centro hospitalario, donde finalmente falleció. S i n embargo, como s e ñ a l a n sus amigos, se trataba de l a c r ó n i c a de u n a muerte a n u n c i a d a en c l a r a referencia a los excesos e t í l i c o s de S i l vio, que lo a c o m p a ñ a r o n a l o largo de toda su carrera, desde los tiempos de Luzbel, cuando los a ñ o s setenta llegaban a su f i n hasta s u ú l t i m a aventura discográfica junto a los D i p l o m á t i c o s hace apenas dos a ñ o s Seg ú n su amigo y b a t e r í a durante a ñ o s P i v e A m a d o r Silvio t e n í a u n a enfermedad, que era l a a d i c c i ó n a l alcoh o l Estos dos ú l t i m o s a ñ o s y a no se encontraba m u y bien, apenas c o m í a y se fue debilitando. A c u d i m o s a varios centros hospitalarios de S e v i l l a pero lo expulsaban, y a que no le trataron el alcoholismo como u n a enfermedad, apenas estaba u n d í a e n e l Hospital y lo mandaban a casa. E n agosto, tuvimos que ingresarlo e n l a C r u z Roja y él lunes pasado llevarlo a San L á z a r o Q u e r í a a todo e l m u n do, pero él m i s m o no se q u e r í a DI: L A R O D A A L E S T R E L L A T O btVILLA. J Gi Díaz Japón S i l v i o Fernández murió ayer a los 56 años, víctima de una larga enfermedad agravada por su adicción al alcohol cuyo vocalista, R a i m u n d o P a l m a recuerda que era u n g r a n b a t e r í a C o n é l p a s é dos a ñ o s i n o l v i d a b l e s GENIALIDAD SOBRE L A S T A B L A S Pero s e r á en l a d é c a d a siguiente cuando comience a forjarse e l m i t o de S i l v i o como vocalista a n á r q u i c o y m a g n é t i c o devoto, a partes iguales, de E l v i s y e l ye- yé italiano, de las cofradías y e l culto a l S e v i l l a F C S u legado son cinco discos, de los que algunos como Al Este del E d é n (1980) c o n L u z b e l y F a n t a s í a Occid e n t a l (1988) con Sacramento, resultan imprescindibles p a r a saber q u é h a pasado en los ú l t i m o s a ñ o s en l a escena del r o c k en S e v i l l a Ü n buen n ú m e r o de canciones que, s i n embargo, son u n a sombra del S i l v i o La anécdota del Hotel Pinzón, ejemplo de una forma de vida S E V I L L A A G R. E l p r i m e r disco de S i l v i o con R C A titulado Al este d e l E d é n dejó p a r a l a h i s t o r i a u n a a n é c d o ta que explica c ó m o quiso v i v i r este m ú s i c o inigualable. S e g ú n cuenta e l productor de aquella obra, Ricardo P a c h ó n cuando llegaron a l estudio de g r a b a c i ó n en M a d r i d Silvio se pegó dos toques de u n bote de alcohol de é s o s que h a y e n los estudios p a r a l i m p i a r los aparatos. E m p e z ó a ponerse rojo y t u v i m o s que llamar a la ambulancia D e s p u é s de l a r i g u r o s a v i s i t a a l hospital, e l m é d i c o le aconsejó reposo. G r a n r e v é s p a r a R C A E l disco se t e n í a que grabar a toda costa. Y tanta p r i s a h a b í a que los m ú s i c o s d e c i d i e r o n seguir adelante u t i l i z a n d o u n a voz de referencia, p a r a que u n a vez que S i l vio se recuperara, sólo t u v i e r a que ponerse a cantar sobre l a m ú sica y a terminada. Se llevó v a r i o s d í a s diciendo que estaba convaleciente- -prosi- gue P a c h ó n- pero n i n g u n o sab í a m o s lo que estaba haciendo e n realidad. Entonces l a empresa nos daba a- cada uno 2.000 pesetas del a ñ o 80, que era u n dinero. Y a S i l v i o se le o c u r r i ó d á r s e l a s a l botones del H o t e l P i n z ó n que era donde estaba, p a r a que l o dejara i n v i t a r a todos sus colegas de M a d r i d U n a v e z que entraban todos allí, se dedicaba a pedir de todo a l servicio de habitaciones p a r a montar u n a g r a n juerga. Y a s í estuvo cinco d í a s E n este tiempo, e l rockero sevillano dejó u n a cuenta en e l hotel de m á s de 100.000 p e s e t a s Eso p r o v o c ó las i r a s del director de R C A q u e fue a buscarlo a l a hab i t a c i ó n p a r a echarle u n a bronca R i c a r d o P a c h ó n l o cuenta cas i entre risas: C u a n d o ese hombre e n t r ó allí, a S i l v i o no se le o c u r r i ó otra cosa que responderle con todo e l arte del mundo: ¿Yo no estoy grabando en l a casa de E l v i s P r e s l e y? A u t é n t i c o genio y figura. que se s u b í a a los escenarios. U n o de sus guitarristas de los 80, A n d r é s E l P á j a r o a f i r m a que n u n c a dimos u n concierto i g u a l a otro, era como C u r r o Romero o e l Betis, te l o puedes esperar todo, pero n u n c a l a mediocridad Q u i z á s por ello, e l éxito masivo se le r e s i s i s t i ó a u n r o c k e r o capaz de lo mejor y de lo peor sobre las tablas. Como apunta s u b u e n amigo P i v e A m a d o r s i e m p r e esquivaba e l éxito, lo que es m u y respetable, por otra parte. E r a u n artista de a r t i s t a s E n estos ú l t i m o s a ñ o s era habit u a l ver a S i l v i o como habitante activo de l o s Remedios, y a fuera acodado e n e l bar A B C regentado por s u amiga R o s a M a r í a Y a n g y a fuera en e l S i l v e r Barber, l a p e l u q u e r í a de s u amigo C u r r o y hogar d e l C í r c u l o de M ú s i c o s Sevillanos, cuyas paredes e s t á n empapeladas de fotos d e l rocker o desaparecido. Situado en l a trastienda d e l establecimiento, allí se dab a n cita u n buen n ú m e r o de m ú s i c o s de l a escena sevillana, que ayer dejar o n flores j u n t o a uno de sus retratos y h a b l a r o n hasta tarde de l a v i d a y milagros de u n m ú s i c o que fue fiel a s í m i s m o hasta e l final. Silvio h a b í a nacido hace poco m á s de cincuenta y seis a ñ o s e n e l c u a r t e l de l a G u a r d i a C i v i l de l a localidad sevillana de L a Roda de A n d a l u c í a Sus a ñ o s en l a escuela francesa, marcan- -s e g ú n su biógrafo Alfredo V a lenzuela- -su afición a l rock, y a que el conductor d e l a u t o b ú s le p o n í a canciones de E l v i s e n los trayectos. Sus primeros pasos en l a escena los dio como b a t e r í a de los X- 5, que m á s tarde se f u s i o n a r í a n a los M e r c u r y p a r a formar L o s 5 M e r c u r y s Silvio tenía una enfermedad, la adicción al alcohol. Acudimos a varios hospitales sevillanos y no le trataban el alcoholismo como una enfermedad afirma Pive Amador
 // Cambio Nodo4-Sevilla